Nação Zumbi é uma banda brasileira, nascida no início da década de 1990, em Recife, capital do estado de Pernambuco, a partir da união do Loustal, banda de rock pós-punk, com o bloco de samba-reggae Lamento Negro, e originalmente chamava-se "Chico Science & Nação Zumbi". O líder e vocalista da banda, o cantor e compositor Chico Science, fundou, junto com a banda Mundo Livre S/A, o movimento Manguebeat. [1] No ano de 1991, em Olinda, aconteceu o primeiro show da banda, com o nome provisório de "Loustal & Lamento Negro", numa festa chamada "Black Planet". Neste mesmo ano, Chico Science e Fred Zero Quatro (do grupo Mundo Livre S/A) escreveram um Release, que acabou virando um manifesto do movimento Manguebeat, o Manifesto dos Caranguejos com cérebro, que tem como símbolo, uma antena parabólica colocada na lama, tornando-se assim um dos principais movimentos e banda dos anos 90 no Brasil, lutando por melhorias sociais na vida da população, não só de Recife e do Estado do Pernambuco, mas como de todo cidadão brasileiro. A presença da tecnologia é uma marca do movimento, que engajava-se para a melhor exploração do mangue e alertando a todos que ali encontra-se os Caranguejos com cérebro, sempre antenados. No dia 2 fevereiro de 1997, Chico Science [2] faleceu devido a um acidente de carro quando seguia de Olinda para Recife. Em seu lugar nos vocais veio Jorge dü Peixe, que já tocava alfaia na banda.
Created by comunik on May 17, 2010
Last updated: 05/24/10 at 09:15 AM
Tags: nação zumbi chico science música brasileira manguebeat
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Em 2007 o canal Multishow fez uma homenagem postuma ao ex-líder do Nação Zumbi durante o Prêmio Multishow. Marcelo D2, Paralamas do Sucesso e o Nação Zumbi cantaram músicas compostas por Chico Science.
http://multishow.globo.com/Premio-Multishow/Homenageados/index.html
O primeiro DVD da Nação Zumbi demorou dez anos para ficar pronto: a produção contou com a utilização de 23 câmeras, cenário no capricho, 48 canais para mixar. Luzes e imagens distorcidas, que dá aos olhos a sensação física da Nação ao vivo. O making of mostra o cenário sendo montado, filmagens destrinchadas e a banda entrando e saindo do palco.
http://www.nacaozumbi.com.br/
Neste disco as guitarras são um espetáculo à parte. Repleto de arranjos de metais primorosos do mestre pernambucano Ademir Araújo; vocais de apoio personalíssimos de Junio Barreto; arranjo de cordas de Lucas Reale e a doce revelação Céu.
Com este álbum o Nação Zumbi foi vencedor da categoria Pop/Rock como melhor grupo no Prêmio Tim de 2008 http://www.portaistim.com.br/premiotim/home/
http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL582357-7085,00-NACAO+ZUMBI+VENCE+O+PREMIO+TIM+DE+MUSICA.html
Futura é síntese não só da Nação Zumbi como da banda em si. No disco eles universalizam as próprias referências para que as canções ganhem corpo e personalidade.
http://mais.uol.com.br/view/92db81ral8qx/entrevista-com-nacao-zumbi-04023062C8912366?types=A
Ao contrário dos discos anteriores, este aborda o soul dos
anos sessenta. Tanto é que o trabalho leva apenas o nome da banda. É recheado de convidados especiais: Dona Cila, verdadeira entidade dos ritmos, Catatau (o Cidadão Instigado), Dj Marcelinho e o organista John Medeski.
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Rádio S.Amb.A (Serviço Ambulante de Afrociberdelia), lançado em 2000, fez o Nação Zumbi voltar às paradas de sucesso e se reafirmarem com a nova formação: Jorge dü Peixe nos vocais, Jackson Bandeira na guitarra, Djeiki Sandino como baixista, Fortrex na bateria e percussão, Amaro Satélito e Mocambo na alfaia e voz, Tocaia na percussão e voz, e, por fim, Dr. Charles Zambohead, que contribuiu com letras e ideias. O single “Quando a Maré encher” tocou tanto quanto “A praieira”, do primeiro álbum. O disco teve participação de Fred Zero Quatro, Maciel Salou, "O" Rocha, Bocato e Lia de Itamaracá.
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O álbum “Chico Science e Nação Zumbi” formou uma coletânea precoce da banda. Mesmo abalados com a morte do então vocalista, o grupo decidiu continuar, apesar dos boatos que indicavam seu fim. O disco duplo foi separado em duas partes: uma para se ouvir durante o dia e outra durante a noite. Participaram das canções artistas como Fred Zero Quatro e Jorge Ben Jor. Foi o primeiro CD com Jorge dü Peixe nos vocais e marcou a reformulação do Nação. O recado dado nas primeiras frases da música “Malungo” traduz a vontade da banda em continuar: “Tamo Aí Mandando Brasa”
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O primeiro líder do Nação Zumbi e ícone do movimento Manguebeat, Chico Science (ou Francisco de Assis França, seu nome de batismo) faleceu no dia 2 fevereiro de 1997, ao colidir com um poste, na rodovia que liga Olinda a Recife. O carro que Chico dirigia ficou totalmente destruído. Anos mais tarde, sua família recebeu cerca de R$10 milhões em indenização da montadora Fiat, pois, de acordo com a perícia realizada no Uno Mille que Science conduzia sozinho, o cantor teria morrido graças ao rompimento da fivela metálica do cinto de segurança. Em seu lugar nos vocais veio Jorge dü Peixe, que já fazia parte do Nação Zumbi. Matéria publicada no jornal Folha de São Paulo sobre o acidente de Chico Science: http://www1.folha.uol.com.br/fol/cult/cu02022.htm Matéria escrita dez anos após a morte de Chico Science e publicada no site Folha Online: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u131283.shtml
"Afrociberdelia" foi o segundo álbum da banda pernambucana. As músicas agora estavam menos furiosas, com uma levada groovy e psicodélica, como sugere o próprio nome. Este foi o último CD do Nação Zumbi com o então vocalista Chico Science. Dentre as faixas que ficaram mais famosas estão: Maracatu Atômico e Manguetown. O "Afrociberdelia" chegou a ocupar o 5º lugar na World Music Charts Europa.
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Em 1993 foi lançado o primeiro álbum do Nação Zumbi. Seu nome, “Da Lama Ao Caos”, faz referência à mudança da população pernambucana dos manguezais para a cidade grande. A música que ficou mais conhecida neste álbum de 14 faixas foi “A Praieira”, de Chico Science.
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O primeiro show da banda aconteceu ainda com o nome provisório de "Loustal & Lamento Negro", em uma festa chamada "Black Planet", queocorreu em Olinda.
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1032905-7822-A+ORIGEM+DA+NACAO+ZUMBI,00.html
O Manguebeat (a batida do Mangue) surgiu no início da década de 1990, no Brasil, mais especificamente em Recife, capital de Pernambuco. É um ritmo que mistura gêneros musicais da região, como o hiop-hop, o maracatu e a música eletrônica. O movimento Manguebeat surgiu com Chico Science e Fred Zero Quatro, integrante da banda Mundo Livre S/A. Em 1991 os dois escreveram um texto que virou um manifesto, conhecido como o “Manifesto dos Caranguejos com cérebro”. Para os dois autores, como o mangue é o ecossistema biologicamente mais rico do mundo, o Manguebeat deveria ter uma cena musical tão diversificada e rica quanto os manguezais. Mas este movimento foi muito além das músicas e da cultura, ele lutava por melhorias sociais na vida dos cidadãos, primeiramente, pernambucanos e também brasileiros. Segunda parte entrevista: http://www.youtube.com/watch?v=juelSERD2SA&feature=related Terceira parte entrevista: http://www.youtube.com/watch?v=LS9Ypndlj_k&feature=related

