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Created by generalze on 21/04/2009
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ESPAÇO CEGADA apresenta: Clube de Teatro da Escola EB 1,2,3 do Bom-Sucesso ALVERCA DO RIBATEJO "Confissões de Adolescentes" Diários de Maria Mariana (Brasil) SÁBADO, 5 de Junho 2010 21h30 ESPAÇO CEGADA Parque 25 de Abril – Frente ao Centro Comercial Parque - ALVERCA ENCENAÇÃO: Miguel Dantas, Teresa Abrantes e alunos do Clube CENOGRAFIA: Miguel Dantas, Teresa Abrantes e alunos do Clube ADEREÇOS: Miguel Dantas, Teresa Abrantes e alunos do Clube FIGURINOS: Miguel Dantas, Teresa Abrantes e alunos do Clube MÚSICA: Originais da versão Portuguesa e Anselmo Ralph, com adaptação de Miguel Dantas INTERPRETAÇÃO: Ana Sofia; Andreia; Bruno; Catarina; Jessica; João; Luana; Marlene: Miriam Patrícia; Sandro; Sónia e Soraia. SINOPSE: A peça aborda alguns temas da adolescência como o namoro, a relação com os Pais, as relações sexuais, os namorados mais velhos e a gravidez na adolescência de uma forma caricaturada. Sendo por vezes ousada na forma como os inicia, faz uma caricatura das acções e das figuras engraçadas que os adolescentes normalmente assumem, sem cair numa crítica moralista ou destrutiva. O humor serve para fazer passar uma mensagem de prevenção airosa, assumindo alguns comportamentos de risco e outros como fases de um processo de crescimento adolescente. BILHETEIRA: | PUBLICO EM GERAL: 4€ | Crianças até 5 anos: entrada gratuita (quando acompanhadas por adultos) | Crianças de 5 a 12 anos: 2,5€ | Estudantes e Idosos: 3€ | Estudantes da Escola EB 1,2,3 do Bom-Sucesso: entrada gratuita | Associados CEGADA – Grupo de Teatro : 2,5€ CONTACTO PARA RESERVAS: 964 322 890 | cegada.info@gmail.com (válidas até 30m antes do início do espectáculo)
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Aos órgãos de informação:PCP condena acto de terrorismo de estado de IsraelO Partido Comunista Português condena o criminoso massacre perpetradopelas forças militares israelitas contra a iniciativa de ajudahumanitária que se dirigia à Palestina, com cerca de dez mil toneladasde bens de primeira necessidade, para fazer frente à calamitosasituação humanitária na Faixa de Gaza resultante do ilegal bloqueiomantido contra este território e o seu povo.O ataque contra os barcos de ajuda humanitária, que custou até agora avida de 15 civis de várias nacionalidades, constitui uma flagrante echocante violação das mais elementares regras do direitointernacional, um acto de pirataria e mais uma prova da política deterrorismo de um Estado que tem contado com a conivência e o apoio dosEUA e da União Europeia.Perante tão grave acontecimento, o PCP exige do Governo português umaclara e pronta posição de condenação de mais este crime de Israel. Umaposição que, no âmbito da política externa portuguesa e daparticipação de Portugal nas diversas instâncias internacionais, nãopermita qualquer impunidade de Israel e retire deste acontecimentotodas as consequências políticas, diplomáticas e de relacionamento como Estado de Israel.O PCP, reiterando o seu inequívoco apoio à luta do povo palestinianopela edificação do Estado da Palestina nas fronteiras anteriores a1967 e com Capital em Jerusalém, apela ao povo português, àsorganizações do movimento da paz e de solidariedade com o povo daPalestina, que expressem o seu protesto, indignação e condenação facea mais um hediondo crime do Governo e das forças militares israelitas.31.05.2010O Secretariado do CC do PCP
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PIRATARIA ISRAELITA EXIGE SANÇÕES INTERNACIONAISO ataque das Forças Armadas israelitas contra um barco da flotilha de solidariedade com Gaza originou um banho de sangue, com 16 mortos e 50 feridos confirmados até agora. O barco turco levava a bordo mantimentos e medicamentos, que constantemente são negados à população civil da Faixa de Gaza, submetida ao bloqueio israelita. O barco encontrava-se desarmado e claramente em águas internacionais. Foi assaltado, juntamente com mais cinco barcos da flotilha, por forças especiais israelitas. Ao genocídio contra o povo de Gaza, Israel juntou agora um acto de pirataria sangrenta que faz parecer uma brincadeira de crianças as acções dos piratas somalis. A comunidade internacional que tem tolerado várias décadas de violações do Direito Internacional e a sistemática violação de todas as resoluções da ONU por parte de Israel estaria agora obrigada a tomar uma posição firme de sanções contra um Estado que a si próprio se coloca na posição de um Estado-pária. O Estado português tem tido uma posição vacilante a este respeito, tendo condenado acertadamente os crimes de guerra israelitas contra a Faixa de Gaza por ocasião da votação do relatório Goldstone, mas acabando depois por aceitar a posição da UE, de admitir Israel como Estado-membro da OCDE. Perante um acto de pirataria sangrenta como este, é tempo de acabar com as vacilações. A diplomacia portuguesa deveria tomar uma posição clara. Também a Câmara Municipal de Lisboa, que tem entre mãos desde há mais de um ano uma resolução aprovada pela Assembleia Municipal para geminar simbolicamente as cidades de Gaza e Lisboa, deveria decretar um boicote a todos os contactos, políticos, comerciais e culturais, com o Estado-pirata israelita. A CML deveria também chamar a EPAL a explicar-se sobre o acordo que assinou com a Mekorot, a empresa das águas israelita, especializada no roubo da água palestiniana e cúmplice no extermínio pela sede de todo o povo de Gaza. Exigimos que o Ministério dos Negócios Estrangeiros, à semelhança do que a Espanha, a Suécia e outros governos europeus estão a fazer, convoque o embaixador de Israel em Portugal para apresentar explicações sobre este acto de pirataria e a sua consequente chacina. Comité de Solidariedade com a Palestina
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Desculpem a falta de tradução, mas acho que é de fácil leitura:Portugal: Bloco de Esquerda votes for Greek bailout loan
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Provocação contra o 25 de Abril na Assembleia Municipal de Coruche Os dois energúmenos do chamado "MIC" que têm assento na assembleia municipal de Coruche ,desferiram na reunião deste órgão autárquico, na passada Sexta-feira, um vergonhoso ataque contra os ideais, valores e conquistas do 25 de Abril.Ver mais (Clique Aqui) ENTRE LINHAS ENTRE GENTE
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Jornal de Notícias, 25-4-2010http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1552775PSP relata "cadastro" político de não arguidos em processoRelatório policial identifica 30 pessoas estranhas a inquérito sobremanifestação do 25 de Abril de 2007NELSON MORAISO processo em que dez arguidos estão a ser julgados por ofensas apolícias numa manifestação realizada em Lisboa, faz hoje três anos,contém um relatório da PSP que identifica 30 cidadãos estranhos aoprocesso, com o seu nome e convicções ideológicas.Estes indivíduos não são arguidos nem foram identificados no inquéritocriminal da manifestação do 25 de Abril de 2007, mas aparecemidentificados no respectivo processo, por alegadas ligações, namaioria dos casos, a movimentos anarquistas, de extrema-esquerda eecologistas, que as autoridades associam àquela manifestação.A maior parte das informações que a PSP coligiu sobre aqueles cidadãosnão tem relevância criminal; outras foram retiradas deprocessos-crime, em grande medida, sobre (outras) manifestações nãoautorizadas e acções "Okupa" - ocupação de casas devolutas."Parece ter havido uma falha na preparação do relatório, porquedeveria ter sido omitida a identidade das pessoas não constituídasarguidas no processo", comenta Paulo Henriques, da Faculdade deDireito de Coimbra.O relatório da PSP, de 29 de Novembro de 2007 e assinado pelo entãocomandante metropolitano de Lisboa, Guedes da Silva, foi requerido poruma procuradora do DIAP de Lisboa, em 2007, após os confrontos, nazona do Chiado, entre o Corpo de Intervenção da PSP e participantes na"Manifestação antiautoritária contra o fascismo - contra ocapitalimo".A magistrada pediu informações sobre a "integração" dos 11 arguidos(um já falecido) do inquérito "em movimentos ou grupos tais como oscitados no auto de notícia" - anarquistas e de extrema-esquerda - eregisto de acções violentas e ilegais destes grupos. E juntou aoprocesso, que já é público, o relatório recebido da PSP.PSP aponta cartão da JCPO documento começa por relatar factos da vida de cinco dos 11arguidos, sem que nenhum dos imputados - tentativas de furto emsupermercados, ruído na via pública... - os ligue àquele tipo degrupos. O único facto "político" ali descrito decorre da integração deuma arguida num grupo que, na tarde de 25 de Abril de 2007, atirouovos e tomates contra um cartaz xenófobo do PNR, no Marquês de Pombal.Não se ficando pelos arguidos, a PSP começou por identificar seis dosatiradores de ovos. Ao primeiro da lista, imputou o incitamento àrealização de seis greves e manifestações, em duas escolassecundárias. Mas sublinhou o activismo político do jovem de forma maiscuriosa: "Em 4 de Novembro de 2006, participou o extravio dedocumentos, entre os quais se encontrava o cartão de militante daJuventude Comunista Portuguesa", apontou a PSP.Lei proíbe ficheiros políticosO relatório vai mais longe e identifica 24 pessoas que não têm sequerrelação estabelecida com nenhum arguido. Contudo, participaram emacções de cariz político-ideológico: protestos contra cimeiras do G8 ea guerra no Iraque, acções contra os transgénicos, ocupação de imóveisdevolutos...Tome-se o exemplo do cidadão belga J.D.. A PSP não lhe imputa qualquerfacto ilegal e muito menos com relevância criminal, mas identifica-o,por ele estar ligado ao grupo ambientalista GAIA, que terá membroscomuns ao Verde Eufémia, que, por sua vez, terá destruído milhotransgénico em Silves, em 2007. A PSP relatou que J.D. tinha 25 anos,recebeu um fundo da União Europeia para colaborar com o GAIA, élicenciado em Ecologia e em Ciências Sociais e Políticas, esteve trêsdias em Rostock (Alemanha) a manifestar-se contra a cimeira do G8,participa em workshops da REDE G8 em Portugal.Este é um dos casos que levanta questões sobre como a PSP recolhe etrata dados dos cidadãos, sendo certo que a lei proíbe "o tratamentode dados pessoais referentes a convicções filosóficas ou políticas,filiação partidária ou sindical". O docente Paulo Henriques faz umadeclaração de fé: "Quero crer que as actividades de recolha etratamento de dados que as polícias desenvolvem têm lugar no estritocumprimento da lei".O JN questionou a PSP, mas esta não quis fazer "qualquer tipo decomentário". Dos quatro advogados dos arguidos contactados,pronunciou-se Alexandra Ventura, que contestou que a PSP "registe einterligue informações de pessoas que nada têm a ver com o processo"."A PIDE registava informações das pessoas, mas não as divulgava…",comparou a jurista.
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Vale do Jordão: Israel priva de água as aldeias palestinianas As forças israelitas de ocupação invadiram a aldeia de Khirbet Al-Farsieyah, no norte do vale do Jordão, e apoderaram-se de quatro bombas de água utilizadas para a irrigação e o aprovisionamento de água potável da pequena comunidade agrícola. As bombas foram roubadas nas quintas de Ali Az-Zohdi, Fayeq Sbeih e Taleb Radi. Segundo os habitantes, a supressão das bombas ameaça milhares de dunums de campos de cultivo e os agricultores estimam que cada uma das bombas custe 25 000 shekels (6750 dólares US). O consumo de água potável de um israelita é de 400 litros/dia, o de um colono na Cisjordânia é de 800 litros/dia e o de um palestiniano da Cisjordânia é de 70 a 90 litros/dia. O governador da região de Tubas, Marwan Tubasi, denunciou durante uma visita às quintas em causa, os roubos cometidos pelos israelitas, enquanto que o coordenador da campanha para salvar o vale do Jordão, Fathi Ikhdeirat, declarou que os acontecimentos do dia faziam parte e uma «série de ataques contra os habitantes e têm como objectivo expulsá-los das suas terras». No domingo, as autoridades israelitas tinham fechado a principal fonte de água utilizada para a agricultura nessa aldeia do vale do Jordão, declararam os membros do comité e os seus advogados, quatro dias apenas após responsáveis militares terem ameaçado «fechar as torneiras» se os palestinianos não tratassem melhor as suas águas sujas». Ikhdeirait também declarou que a sociedade israelita da água, Mekorot, tinha construído três poços aquíferos na região desde os anos 1970, apoderando-se de 5000 m3 de água por hora, em grande parte em benefício dos colonatos judeus vizinhos, enquanto que a aldeia de Bardalah só tirava 65 m3 de água por hora antes de as tropas de ocupação terem cessado a bombagem de água. «Ouvimos o barulho da água a passar pelos canos no centro da aldeia, mas não podemos nem bebê-la nem servir-nos dela. As condutas de água instaladas pela companhia das águas israelita separa a aldeia em duas partes», acrescentou. Dezenas de agricultores protestaram contra as acções israelitas no vale do Jordão e exigiram que uma solução rápida fosse encontrada antes que perdessem as culturas das quais dependem para os seus rendimentos e a sua subsistência. Nader Thawabteh, um advogado de Bardalah, declarou que a companhia das águas israelita acusava os habitantes da aldeia de roubar água, «tomando isso como uma desculpa para deixar de bombear a água para nós. Desmentimos categoricamente esta afirmação». O advogado acrescentou que a quantidade de água bombeada na aldeia fora reduzida em cinco anos de 150 m3 por hora para 65 m3 e agora «está totalmente cortada». Os agricultores da aldeia apelaram à Autoridade palestiniana [de Ramallah] e às organizações internacionais para ter de novo acesso à água para as suas explorações. Bardalah tem 1900 habitantes, a maioria dos quais vive dos recursos agrícolas nos 300 dunums de estufas. A grande maioria das estufas e das terras têm de ser irrigadas, o restante dispondo de culturas que não necessitam de rega. […] Segundo um relatório de 2009 de B’Tselem [...] apenas 81 dos 121 colonatos judeus de povoamento na Cisjordânia estavam ligados a instalações de tratamento de águas usadas. «O resultado é que apenas uma parte das águas usadas provenientes dos colonatos é tratada, enquanto que o resto das águas sujas vai para os cursos de água e para os vales da Cisjordânia», diz o relatório. […] Fonte: Ma’an News Agency e Info-Palestine.net. 21-04-2010
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Maravilha, o som do folhear, a música e, se quisermos ouvir, com uma dicção excelente. Livro Digital sobre o 25 de Abril: http://e-livros.clube-de-leituras.pt/elivro.php?id=otesouro (via mail)
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Foram colocados on line no site " PELO SOCIALISMO - Questões político-ideológicas com actualidade " dois novos documentos em 18 de Abril de 2010: - O Partido Comunista, os católicos e a Igreja - Álvaro Cunhal - Repor a verdade sobre o massacre de Kátine - Víktor Iliúkhine www.pelosocialismo.net
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http://tirem-as-maos-da-venezuela.blogs.sapo.pt/161748.html O Rumo da Venezuela: Documentário+Debate+Petiscos, 15 de Abril 21h na Crew Hassan Rua Portas de Santo Antão, 159, 1º, Lisboa "Com os pobres da terra quero a minha sorte lançar". Disse o José Martí, pai da independência de Cuba e poderia ser dito por qualquer um dos membros do Colectivo Tirem as Mãos da Venezuela e da Cooperativa Mó de Vida que estão a organizar este evento com a preciosa e companheira ajuda da Crew Hassan. Os pobres que se podem ver nas enormes favelas de Caracas que estão neste cartaz, e as mulheres que são as grandes obreiras da Revolução, foram os que reconstruíram casas devolutas, os que se ligaram à electricidade, os que aprenderam a ler e escrever, os que foram a primeira geração de classe baixa a ir a universidade, os que tiveram saneamento básico pela primeira vez, os que fundaram uma cooperativa, os que criaram uma rádio ou mesmo uma televisão de bairro, os que dinamizaram uma associação cultural, os que plantaram árvores e jardins, os que numa poderosa torrente derrotaram um golpe de Estado fascista em 2002, os que ergueram das cinzas a empresa Petróleos de Venezuela S.A., os que estabeleceram laços o movimento camponês em reforma agrária, os que se mantiveram firmes junto aos portões de fábricas ocupadas, e muito, muito mais... todos esses heróis anónimos da Revolução Bolivariana na Venezuela fizeram valer a pena estes anos que o Colectivo TMV tem dedicado à solidariedade com eles, com eles e para eles valeu a pena a Revolução Bolivariana! Vai haver petiscos venezuelanos, aguardem...
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O «Concurso de Postais – Festa do “Avante!” 2010» é uma iniciativa da Festa do “Avante!”, com o objectivo de editar uma colecção de postais de promoção da edição da Festa deste ano, que se realizará nos dias 3, 4 e 5 de Setembro. Nesse sentido, apela-se à participação de todos os que queiram contribuir com a sua expressão artística para esta iniciativa e queiram ficar desta forma ligados à maior realização político-cultural que acontece no nosso país. Regulamento do Concurso de Postais Festa do «Avante!» 2010 Art.º Primeiro a) O concurso é aberto a todos e pressupõe a plena aceitação do presente regulamento. Art.º Segundo Requisitos a que devem obedecer os trabalhos: Dimensão - 100x150mm (frente e verso) Formato - TIFF 300dpi tamanho real Elementos obrigatórios a constar do postal (na frente ou no verso): Logotipo da Festa do «Avante!» 2010(*) Largura mínima: 45mm Data e Local Largura mínima: 35mm *devem ser usadas e respeitadas as versões constantes do manual de normas gráficas que se encontra disponível para descarregar aqui Art.º Terceiro a) Os trabalhos deverão ser entregues até 30 de Abril. b) Cada participante pode apresentar a concurso até 3 trabalhos. c) Os trabalhos, que deverão ser dirigidos à Direcção da Festa do “Avante!”, poderão ser enviados por email geral@festadoavante.pcp.pt . , por correio ou entregues directamente ou na Quinta da Atalaia, Av Baía Natural do Seixal 2845-415 Amora-Seixal, devidamente identificados. Art.º Quarto a) Cabe à Direcção da Festa a selecção dos trabalhos que é final e irrevogável, não cabendo recurso. b) O resultado do concurso será divulgado na edição do jornal “Avante!” de 20 de Maio. Art.º Quinto a) São seleccionados 3 trabalhos. Com o prémios de um EP (Entrada Permanente) por cada trabalho seleccionado. b) A Direcção da Festa do “Avante!” reserva-se o direito de editar os trabalhos classificados nos três primeiros lugares, salvaguardando a indicação do autor (se este assim o desejar), podendo ainda os trabalhos apresentados ser publicados no “Avante!” ou expostos na Festa. c) Os casos omissos do presente regulamento serão resolvidos pela Direcção da Festa do “Avante!”. 19 de Março de 2010 A Direcção da Festa do «Avante!»
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Os direitos dos trabalhadores a traço de humor O PCP, em colaboração com a Humorgrafe, vai realizar uma Exposição Internacional de Cartoon intitulada «Exploração e direitos dos trabalhadores, olhar crítico a traço de humor», que decorrerá entre 18 de Março e 9 de Abril no Centro de Trabalho Vitória (Lisboa). Esta iniciativa, que conta já com 200 trabalhos, de 70 artistas oriundos de 36 países, insere-se na Campanha Nacional do PCP «Lutar contra as injustiças - Exigir uma vida melhor». Ler mais...
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Após um ano em que o endereço www.vfx.pcp.pt foi gerido pela Coordenadora Concelhia de Vila Franca de Xira da CDU, o sítio da Internet da Organização Concelhia de Vila Franca de Xira do PCP regressa hoje com um grafismo remodelado, conteúdos sempre actualizados sobre a actividade do PCP e da CDU no concelho e iniciativas nacionais de maior destaque. Certos, de que a luta continua, de que é possível e urgente uma política de esquerda, ao serviço do Povo Português. Novidades em www.vfx.pcp.pt : Abertura do Espaço Manifesto Sábado, 20 de Março Ver Programa das iniciativas - completo Em Vila Franca de Xira: Parque Urbano de Santa Sofia com graves problemas de segurança Centro Integrado de Idosos : o Estado tem esquecido os idosos de Vialonga! Jovens trabalhadores : Vamos à luta! Festejar 89 anos de luta em defesa da Liberdade, da Democracia e do Socialismo Mais um exemplo, na Castanheira do Ribatejo, Exigir e lutar vale sempre a pena 8 de Março - Dia Internacional da Mulher - Dia de Luta, Trabalho e Festa Um grande Comício no Aniversário do PCP PCP promoveu debate sobre questões do emprego em Vialonga CDU presta contas do seu trabalho na Reunião de Câmara de 24 de Fevereiro E muito mais... consulte e divulgue!
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Sábado, dia 20 de Março, a Organização Concelhia de Vila Franca de Xira do PCP e a JCP - Juventude Comunista Português, realizam uma série de iniciativas celebrando o mês de Março, mês da Juventude. Este dia serve também para mobilizar todos os jovens para as jornadas de luta de dia 24 de Março (Manifestação Nacional do Ensino Superior sob a bandeira de um Ensino Superior Público, de Qualidade, Gratuito e Democrático, para todos!) e de dia 26 de Março, Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores (Geração com direitos! Garantia de futuro!) promovida pela Interjovem, CGTP-IN. Recorde-se que também nos próximos dias 22 e 23 de Maio irá ter lugar o 9º Congresso da Juventude Comunista Portuguesa. Programa (Sábado, 20 de Março) 15h00 - Visita ao Museu do Neo-Realismo : Exposição " Soeiro Pereira Gomes - Na Esteira da Liberdade" Iniciativas no Espaço Manifesto (Centro de Trabalho de Vila Franca de Xira do PCP): 16h00 - Tertúlia/Debate Público : "A Luta da Juventude" Concertos com bandas compostas por jovens músicos de VFX: 17h30 - Global Genocide 18h30 - Call-2-69 A partir das 21h00, o Espaço Manifesto permanecerá aberto com música acústica com GC Dayer, convívio e muito boa disposição. Aparece e traz um amigo! Notícia original em http://www.vfx.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=391&Itemid=32
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24 de Abril, no Santiago Alquimista, em Lisboa Vamos juntar-nos ao FEEDBACKMUSICA, ao MOVIMENTO ALTERNATIVO ROCK, aos "80 ANOS DE ZECA" e a uma serie de projectos musicais portugueses para celebrar uma das vozes mais emblemáticas de Abril: ZECA AFONSO. Em 2009, mais de 600 pessoas puseram o cravo na lapela e rumaram ao Santiago Alquimista na Festa da Revolução! Este ano a festa continua!!, a Revolução é cultural, musical e repleta de BOA DISPOSIÇÃO E MUSICA CANTADA EM PORTUGUÊS. Por apenas 5 EUROS todos poderemos cantar em alta voz ZECA nesta noite que será memorável e ainda levar para casa um DVD comemorativo. Venham mais cinco. Duma assentada. APAREÇAM! Associação José Afonso
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Como a comunicação social não ajuda, é realmente difícil saber o que se está a passar na Grécia, na sequência das medidas anunciadas contra a crise, nomeadamente o corte de salários, de pensões, de subsídios de Natal, férias e aumento de impostos sobre o consumo (http://inter.kke.gr/News/2010news/2010-03-05strike/). As manifestações maciças associadas à greve do passado dia 5 tiveram como resultado uma brutal repressão policial, como seria de prever. Num dos vídeos que circulam na net (http://www.youtube.com/watch?v=6FX3S3I7Nos) podemos ver Manolis Glezos, com 87 anos, a ser violentado pela polícia, tendo sido hospitalizado depois de levar com gás lacrimogéneo. Este homem esteve envolvido naquela que foi uma das primeiras acções de resistência à ocupação nazi da Grécia, quando em 30 de Maio de 1941 juntamente com um companheiro retirou a bandeira com a suástica que dominava a Acrópole. (via mail)
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A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) anunciou a realização de uma cimeira, no final deste ano, em Portugal, onde prevê, entre outros aspectos, adoptar um «novo» conceito estratégico. Neste quadro, um conjunto de organizações: - Preocupadas com os objectivos e significado desta cimeira da guerra; - Denunciando a natureza agressiva da NATO, os ataques militares que, desde a década de 1990, esta tem vindo a desencadear em diversas partes do Mundo, o contínuo alargamento do seu âmbito de acção, assim como os perigos que tal representa para a soberania e para a liberdade dos povos; - Rejeitando a submissão que os governos e as autoridades portuguesas têm vindo a ter em relação à NATO, a participação crescente de tropas e forças militarizadas nacionais em guerras ao serviço da NATO, o uso irrestrito que é feito do território e do espaço aéreo nacional pelas tropas dos EUA e da NATO e, a violação que tal política significa face aos princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa; mobilizou-se para demonstrar o seu repúdio pela realização deste evento no nosso país desenvolvendo a Campanha «Paz Sim! NATO Não», apelando a todas as forças da sociedade portuguesa – associações, sindicatos, organizações políticas – e a todos os cidadãos e cidadãs no sentido de convergirem para a criação de um movimento que dê adequada expressão pública ao repúdio pela guerra e à defesa da convivência pacífica entre os povos: - Expressando a oposição da população portuguesa à realização da Cimeira da NATO e aos seus objectivos belicistas - Exigindo ao governo a retirada das forças portuguesas envolvidas em missões militares da NATO - Reclamando o fim das bases militares estrangeiras e das instalações da NATO em território nacional - Exigindo a dissolução da NATO - Exigindo o desarmamento e o fim das armas nucleares e de destruição maciça - Exigindo às autoridades portuguesas o cumprimento das determinações da Carta das Nações Unidas e da Constituição da República Portuguesa, em respeito pelo direito internacional, e pela soberania e igualdade dos povos. PARTICIPA E DIVULGA! Assina a Petição no site da campanha: http://www.pazsimnatonao.org
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A 34ª edição da Festa do “Avante!” dá os primeiros passos esta semana com o início da venda da EP (19,50 euros até 2 de Setembro e 29 euros nos dias da Festa), uma Festa que, mantendo a sua componente política, artística e cultural, acolherá no Pavilhão Central exposições sobre os «120 Anos do 1º de Maio» e «A produção e a soberania nacional». A luta pela paz e a denúncia da ofensiva imperialista e dos objectivos belicistas da Cimeira da NATO será o tema central do Espaço Internacional. A 34ª edição da Festa do «Avante!», que se realizará nos dias 3, 4 e 5 de Setembro, dá os primeiros passos esta semana com o início da venda da EP (Entrada Permanente para os três dias da Festa), cujo preço até 2 de Setembro é de 19,50 euros e, durante os dias da Festa, de 29 euros. Uma Festa que, mantendo a sua componente política, artística e cultural, acolherá este ano duas exposições no Pavilhão Central: - Sobre os 120 Anos do 1º de Maio, valorizando a luta da classe operaria e dos trabalhadores e o seu papel enquanto motor de profundas transformações sociais, no passado e para o futuro; - Sobre a produção e a soberania nacional, afirmando a ideia de que Portugal não está condenado ao atraso, à destruição do seu aparelho produtivo e à consequente dependência externa, reafirmando a necessidade de pôr o país a produzir e sublinhando que sem produção não há progresso, desenvolvimento, bem estar ou soberania. Também o Espaço Internacional terá como tema central a luta pela paz e a denúncia da ofensiva imperialista e dos objectivos belicistas da Cimeira da NATO, cuja realização está anunciada para Portugal, em Novembro. Via http://www.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=35302&Itemid=813
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Uma bofetada de luva brancaDiário de Notícias da Madeira, 26-02-2010Faço parte daquele enorme grupo de madeirenses que nunca esqueceu a arrogância do presidente do Governo Regional da Madeira quando, em 1999, disse: "Nem um tostão para Timor!" Fiquei ainda mais magoado quando, um ano depois, tive a oportunidade de visitar Timor-Leste integrado na comitiva que acompanhou o Presidente da República Jorge Sampaio em visita oficial. Vi casas destruídas, vi gente humilde, sem nada. Gente que ainda falava algum português, que pedia ajuda e que precisava mesmo dessa ajuda. E lembrava-me, nessa Díli ainda destroçada, do presidente do governo da minha ilha: "Nem um tostão para Timor!".Agora que Timor começa a erguer-se mas revela ainda muitas fragilidades, é a nossa Madeira, a 'Singapura do Atlântico', a merecer a ajuda de fora. Ao contrário de mim, Ramos-Horta e Xanana Gusmão já esqueceram o que disse Jardim. E agora, em vez de nem um tostão para a Madeira, vejo com emoção um país bem mais pobre que a nossa rica Região a dizer: "100 mil contos para a Madeira!". Timor, um dos países mais pobres do mundo, desvia dos seus cidadãos 556 mil euros (ou 750 mil dólares) para ajudar a manter o bom nível de vida de uma Região que se apresenta com indicadores que a deixam como uma das mais ricas da União Europeia. E Timor não se limita a um tostão: oferece mais de dois euros a cada madeirense.Sei que este não é o momento para tricas políticas. Que a hora é de trabalhar pela reconstrução, chorar os mortos e proteger os vivos. E, sinceramente, acho que estamos a fazer bem o que é possível fazer nesta altura. O Governo, as Câmaras, as Juntas, os Voluntários. Mas é difícil ficar insensível perante os contributos vindos de fora. Além dos efeitos práticos na reconstrução, a solidariedade de anónimos e as visitas dos 'cubanos' Sócrates e Cavaco e ainda o dinheiro do patrão do 'Pingo Doce' obrigam-nos não apenas a ter mais cuidado com o planeamento urbanístico como também a ter mais tento na língua. Nas desgraças é assim: hoje eles, amanhã nós.
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A solidariedade silenciada Médicos de Cuba no Haiti "Os aproximadamente 400 cooperantes da Brigada médica cubana no Haiti foram a mais importante assistência sanitária ao povo haitiano durante as primeiras 72 horas após o recente terramoto”. No entanto os jornais, televisões e rádios do conhecido pela alcunha de «mundo livre» nada disseram e a importante cadeia norte-americana Fox News teve o desplante de afirmar que Cuba foi “dos poucos países vizinhos do Caribe que não prestaram ajuda”. “Essa informação foi censurada”, resta saber se o foi pelo poder se por servil acto de autocensura. José Manzaneda, jornalista basco - 03.03.10 Os aproximadamente 400 cooperantes da Brigada médica cubana no Haiti foram a mais importante assistência sanitária ao povo haitiano durante as primeiras 72 horas após o recente terramoto. Essa informação foi censurada pelos grandes meios de comunicação internacionais. A ajuda de Cuba ao povo haitiano não começou por ocasião do terramoto. Cuba atua no Haiti desde 1998 desenvolvendo um Plano Integral de Saúde (1), através do qual já passaram mais de 6.000 cooperantes cubanos da saúde. Horas depois da catástrofe, no dia 13 de janeiro, somavam-se à brigada cubana 60 especialistas em catástrofes, componentes do Contingente "Henry Reeve", que voaram de Cuba com medicamentos, soro, plasma e alimentos(2). Os médicos cubanos transformaram o local onde viviam em hospital de campanha, atendendo a milhares de pessoas por dia e realizando centenas de operações cirúrgicas em 5 pontos assistenciais de Porto Príncipe. Além disso, ao redor de 400 jovens do Haiti formados como médicos em Cuba se uniam como reforço à brigada cubana(3). Os grandes meios silenciaram tudo isso. O diário El País, em 15 de janeiro, publicava uma infografia sobre a "Ajuda financeira e equipamentos de assistência", na qual Cuba nem sequer aparecia dentre os 23 Estados que haviam colaborado (4). A cadeia estadunidense Fox News chegava a afirmar que Cuba é dos poucos países vizinhos do Caribe que não prestaram ajuda. Vozes críticas dos próprios Estados Unidos denunciaram esse tratamento informativo, apesar de que sempre em limitados espaços de difusão. Sarah Stevens, diretora do Center for Democracy in the Americas (5) dizia no blog The Huffington Post: Se Cuba está disposta a cooperar com os EUA deixando seu espaço aéreo liberado, não deveríamos cooperar com Cuba em iniciativas terrestres que atingem a ambas nações e os interesses comuns de ajudar ao povo haitiano? (6) Laurence Korb, ex-subsecretário de Defesa e agora vinculado ao Center for American Progress(7), pedia ao governo de Obama "aproveitar a experiência de um vizinho como Cuba" que "tem alguns dos melhores corpos médicos do mundo" e com quem "temos muito o que aprender"(8). Gary Maybarduk, ex-funcionário do Departamento de Estado propôs entregar às brigadas médicas equipamento duradouro médico com o uso de helicópteros militares dos EUA, para que possam deslocar-se para localidades pouco accessíveis do Haiti(9). E Steve Clemons, da New America Foudation(10) e editor do blog político The Washington Note(11), afirmava que a colaboração médica entre Cuba e EUA no Haiti poderia gerar a confiança necessária para romper, inclusive, o estancamento que existe nas relações entre Estados Unidos e Cuba durante décadas(12). Porém, a informação sobre o terramoto do Haiti, procedente de grandes agências de imprensa e de corporações midiáticas situadas nas grandes potências, parece mais a uma campanha de propaganda sobre os donativos dos países e cidadãos mais ricos do mundo. Apesar de que a vulnerabilidade diante da catástrofe por causa da miséria é repetida uma e outra vez pelos grandes meios, nenhum quis se debruçar para analisar o papel das economias da Europa ou dos EUA no empobrecimento do Haiti. O drama desse país está demonstrando uma vez mais a verdadeira natureza dos grandes meios de comunicação: ser o gabinete de imagem dos poderosos do mundo, convertidos em doadores salvadores do povo haitiano quando foram e são, sem paliativos, seus verdadeiros verdugos. *Quadro Informativo 1. Dados da cooperação de Cuba com o Haiti desde 1998:* • Desde dezembro de 1998, Cuba oferece cooperação médica ao povo haitiano através do Programa Integral de Saúde; • Até hoje trabalharam no setor saúde no Haiti 6.094 colaboradores que realizaram mais de 14 milhões de consultas médicas, mais de 225.000 cirurgias, tendo atendido a mais de 100.000 partos e salvado mais de 230.000 vidas. • Em 2004, após a passagem da tormenta tropical Jeanne pela cidade de Gonaives, Cuba ofereceu sua ajuda com uma brigada de 64 médicos e 12 toneladas de medicamentos. • 5 Centros de Diagnóstico Integral, construídos por Cuba e pela Venezuela, prestavam serviços ao povo haitiano antes do terramoto. • Desde 2004 é realizada a Operação Milagre no Haiti e até 31 de dezembro de 2009 haviam sido operados um total de 47.273 haitianos. • Atualmente, estudam em Cuba um total de 660 jovens haitianos; destes, 541 serão diplomados como médicos. • Em Cuba já foram formados 917 profissionais, dos quais 570 como médicos. Cuba coopera com o Haiti em setores tais como a agricultura, a energia, a pesca, em comunicações, além de saúde e educação. • Como resultado da cooperação de Cuba na esfera da educação, foram alfabetizados 160.030 haitianos. Dados das atuações do Contingente Internacional de Médicos Cubanos Especializados em Situações de Desastres e Graves Epidemias, Brigada "Henry Reeve", anteriores à cooperação no Haiti:* • Desde sua constituição, a Brigada Henry Reeve cumpriu missões em 7 países, com a presença de 4.156 colaboradores, dos quais 2.840 são médicos. • Guatemala (Furacão Stan): 8 de outubro de 2005, 687 colaboradores; destes 600 médicos. • Paquistão (Terramoto): 14 de outubro de 2005, 2 564 colaboradores; destes 1 463 médicos. • Bolívia (inundações): 3 de fevereiro de 2006-22 de maio, 602 colaboradores; destes, 601 médicos. • Indonésia (Terramoto): 16 de maio 2006, 135 colaboradores; destes, 78 médicos. • Peru (Terramoto): 15 de agosto 2007-25 de março 2008, 79 colaboradores; destes, 41 médicos. • México (inundações): 6 de novembro de 2007 - 26 de dezembro, 54 colaboradores; destes, 39 médicos. • China (terramoto): 23 de maio 2008-9 de junho, 35 colaboradores; destes, 18 médicos. • Foram salvas 4 619 pessoas. • Foram atendidos em consultas médicas 3.083.158 pacientes. • Operaram (cirurgia) a 18 898 pacientes. • Foram instalados 36 hospitais de campanha completamente equipados, que foram doados por Cuba (32 ao Paquistão, 2 a Indonésia e 2 ao Peru). • Foram beneficiados com próteses de membros em Cuba 30 pacientes atingidos pelo terramoto do Paquistão. Notas: (1) http://cubacoop.com 2) www.prensa-latina.cu/index.php?option=com_content&task=view&id=153705&Itemid=1 (3) www.ain.cu/2010/enero/19cv-cuba-haiti-terramoto.htm (4) www.pascualserrano.net/noticias/el-pais-oculta-344-sanitarios-cubanos-en-haiti (5) http://democracyinamericas.org (6) www.huffingtonpost.com/sarah-stephens/to-increase-help-for-hait_b_425224.html (7) www.americanprogress.org/ (8) www.csmonitor.com/USA/Military/2010/0114/Marines-to-aid-Haitian-earthquake-relief.-But-who-s-in-command (9) www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/01/14/AR2010011404417_2.html (10) www.newamerica.net/ (11) www.thewashingtonnote.com/ (12) www.thewashingtonnote.com/archives/2010/01/american_diplom/ Publicado em ODiario.info Revista electrónica
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Onda crescente de censura na Internet por James Corbett Os êxitos recentes nos combates contra o controle da Internet serão suficientes para impedir a tirania? O foco das atenções voltou-se para a censura da Internet esta semana, quando artigos foram publicados simultaneamente no Time Magazine e no The New York Times, defendendo a obrigatoriedade de licença para operar sítios na Internet. Esses artigos foram devidamente criticados por Paul Joseph Watson como uma tentativa coxa de apoiar o monopólio da mídia hoje em desintegração em face de uma blogosfera que está rapidamente a substituí-lo. Os artigos seguiram-se a apelos de Craig Mundie – chefe de pesquisas e estratégias da Microsoft – por um sistema de licenças para a Internet. Introduzindo a idéia ele disse "Precisamos de um tipo de Organização Mundial da Saúde para a Internet". Evidentemente sem saber da investigação em curso sobre o papel da OMS na fabricação do boato de pandemia da gripe H1N1 para encher os bolsos da grande indústria farmacêutica, Mundie acrescentou que uma autoridade internacional sobre a Internet poderia exercer o mesmo tipo de autoridade que a OMS tem para lidar com uma pandemia. " Quando existe uma pandemia, ela organiza os casos de quarentena. Não nos é permitido organizar a quarentena sistemática de máquinas que estão comprometidas ". Tais apelos são preocupantes porque representam simplesmente o exemplo mais recente de personalidades influentes a proporem com insistência controles tirânicos sobre a liberdade de expressão na Internet. A presidência Obama tem assistido um crescente alarde sobre ameaças à cibersegurança, com o influente think tank do CSIS (Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais) tendo redigido livros brancos a proporem a cibersegurança como questão-chave para a 44ª presidência. Como informamos em Julho passado , o CSIS argumenta por "um mínimo de padrões para a segurança do ciberespaço" porque "a ação voluntária não é suficiente". ROCKFELLER: "A INTERNET NÃO DEVIA TER SIDO INVENTADA" Pouco depois de Obama assumir a presidência, no ano passado, o senador Jay Rockefeller apresentou uma proposta de lei senatorial (S. 773) que daria ao presidente o poder de " declarar um estado de emergência cibernético " e encerrar a Internet. A lei também exigiria dos administradores de rede do setor privado que obtivessem uma licença junto ao governo federal depois de se inscreverem em um programa de certificação do governo. Durante as audiências do Comitê, Rockefeller chegou ao ponto de afirmar que teria sido melhor que a Internet nunca tivesse sido inventada . Em Novembro do ano passado foi noticiado que um acordo estava sendo negociado pelos líderes das economias mais poderosas do mundo (aproveitando as reuniões de Davos sobre a economia mundial) no sentido de forçar os provedores a cortar as assinaturas de quem fosse apanhado mais de duas vezes copiando conteúdos protegidos por direitos autorais. Reportagens recentes indicam que essa proposta não foi discutida na reunião de líderes das economias mais poderosas mês passado, mas já foi aprovada na França com o nome de lei das três faltas. No início desse ano, foi revelado que o czar das informações de Obama, Cass Sunstein, reclamou que a blogosfera espalha sentimentos anti-governamentais e defendeu que o governo atual empregue pessoas para se infiltrarem em comunidades na Internet e publicarem informações favoráveis ao governo num esforço para desestabilizar essas comunidades. É notável como essa proposta pode vir de um homem do alto escalão do governo, e é somente um aspecto da estratégia do Pentágono para combater a net como se ela fosse uma arma dos inimigos do sistema. Todas essas propostas e numerosas outras histórias que temos noticiado no passado (p.ex. aqui e aqui ) representam apenas as últimas tentativas de sufocar a liberdade de expressão na Internet. Apesar de grupos como a Fundação Fronteira Eletrônica ( Eletronic Frontier Foundation ) terem lutado contra essa onda por muito tempo, o poder explosivo da comunidade on-line em descarrilar a agenda carbônica-eugênica e desvendar o Federal Reserve tem despertado muitos para o potencial desse meio nascente... e esse é seu valor. O valor da Internet é diretamente ligado à liberdade de expressão, um princípio que é negado pelo monopólio da mídia que prosperou por décadas em uma era virtualmente de livre competição, antes do advento da Internet. Como um comentário no Time Magazine disparou sobre o licenciamento para Internet, "NÃO existe movimento popular em nenhum lugar reivindicando a intervenção do governo na Internet. A Internet não está com problemas. Ela funciona tão bem, que é um problema para os tiranos". Assim como acontece com tudo relacionado com a Internet, os esforços de colaboração de cidadãos preocupados em se opor à censura da Internet está sendo pago com desenvolvimentos positivos. A nascente consciência do poder e importância da Internet está sensibilizando as pessoas de que as liberdades on-line são de fato direitos fundamentais que não podem ser negados. Mesmo a China foi forçada a recuar de um regime de licenciamento da Internet (exatamente o mesmo que foi proposto em Davos) devido à pressão pública. Uma lei draconiana da Austrália que teria exigido em todos os comentários políticos o nome completo e o endereço dos comentadores provavelmente será revogada pelo Procurador Geral . Se esses êxitos individuais na luta para impedir a tirania on-line vão ou não finalmente descarrilar a agenda do establishment ainda veremos. Dependerá em grande medida de o clamor público contra a perda das liberdades on-line se transformar em um genuíno movimento popular de base. 05/Fevereiro/2010 O original encontra-se em http://globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=17433 e em The Corbett Report. Tradução de Alex Lombello Amaral.
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Público, 28-2-2010 http://jornal.publico.clix.pt/noticia/28-02-2010/comissao-de-socorro-aos-presos-politicos-lanca-peticao-18894867.htm Comissão de Socorro aos Presos Políticos lança petição No 40.º aniversário da sua criação, a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos (CNSPP) quer que o seu trabalho na luta contra a ditadura e em prol dos presos políticos detidos em Portugal e nas antigas colónias seja oficialmente reconhecido pela Assembleia da República. Neste âmbito, foi lançada uma petição (acessível no site www.cnspp.org) de apoio à homenagem pública às actividades realizadas pela CNSPP. Da lista de primeiros signatários constam os nomes de Levy Baptista, Frei Bento Domingues, Manuela Bernardino, Maria Eugénia Varela Gomes, Maria Lucília Miranda Santos, Mário Brochado Coelho e Nuno Teotónio Pereira. A petição reúne já mais de 150 assinaturas e deverá ser entregue ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama. Criada em finais de 1969, a CNSPP desenvolveu as suas acções até ao 25 de Abril. Coube-lhe denunciar publicamente a violação dos direitos e das liberdades dos presos políticos, tendo também prestado apoio às famílias dos prisioneiros. A petição reivindica o reconhecimento "público e oficial" da "relevante intervenção cívica" da CNSPP.
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Alteração à forma como a autarquia dará os apoios logísticos motiva críticas duras COMPANHIAS DE TEATRO DE VILA FRANCA EM ROTA DE COLISÃO COM CÂMARA MUNICIPAL As companhias de teatro amador do concelho de Vila Franca de Xira estão em rota de colisão com a câmara municipal. A autarquia prepara-se para mudar a forma de atribuição dos apoios que são vitais para a sobrevivência de alguns grupos, que se juntam em reunião no dia 20 para debater o futuro. A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira decidiu mudar as regras do apoio logístico aos grupos amadores de teatro do concelho em 2010, o que está a gerar uma onda de críticas. Os grupos decidiram por isso realizar uma reunião, que está agendada para sábado, 20 de Fevereiro, em Alverca, para debater soluções e, se for caso disso, formas de luta. O município prepara-se para introduzir uma alteração no protocolo anual a estabelecer entre a câmara municipal e os grupos de teatro que inclui a alteração da prestação dos apoios logísticos. A partir de agora, quando uma companhia de teatro for actuar fora da sua localidade, quem ficará encarregue de suportar o transporte dos artistas e dos cenários serão os promotores dos espectáculos, sejam eles associações do concelho, juntas de freguesia ou empresas. O problema, segundo as companhias de teatro, é que estes transportes são caros e muitas das associações que os recebem não têm meios para suportar essas despesas adicionais. Em caso de necessidade a câmara municipal promete ajudar, mas apenas no horário de expediente. Como a maioria dos responsáveis dos grupos de teatro têm os seus empregos durante o dia, poucos são os que poderão recorrer a esse serviço. O clima tenso entre os grupos de teatro e autarquia já existe há vários anos, desde que o município deixou de comparticipar as deslocações ao exterior do concelho. O problema agravou-se na última semana, durante uma reunião entre o Cegada Grupo de Teatro (de Alverca) e o vereador Fernando Paulo (PS), durante a preparação da quarta mostra de teatro de Alverca. “A informação que nos deram é que, a partir deste ano, quem organiza os eventos é que tem de suportar os transportes. Para a nossa quarta mostra de teatro todos os grupos vêm do concelho e ao abrigo do protocolo existente, mas teremos de ser nós a suportar isso, ainda nem sabemos como”, lamenta José Telles, vice-presidente da direcção do Cegada Grupo de Teatro a O MIRANTE. “Isto é um grande corte no teatro do concelho. Vai levar a que cada vez menos associações nos queiram receber, porque além de nos pagarem têm de pagar o transporte também. A maioria dos nossos espectáculos são feitos no interior do concelho, em A-dos-Loucos ou na Calhandriz, em associações que já têm pouco dinheiro. Isto visa estrangular as actividades dos grupos de teatro do concelho”, acusa José Telles, acrescentando que “não são as associações culturais que têm de andar de joelhos junto da Câmara Municipal a pedir apoios mas sim o contrário”. Para João Santos Lopes, encenador do Grupo de Teatro Esteiros, de Alhandra, esta nova medida é mais uma “machadada brutal” na cultura do concelho e é, em sua opinião, “um esquema concertado e bem planeado da câmara municipal de Vila Franca de Xira para destruir o teatro amador e canalizar todos os fundos para um único projecto teatral profissional em todo o concelho”. João Lopes admite ser um privilegiado pelo seu grupo estar inserido na Sociedade Euterpe Alhandrense, que lhe permite ter acesso a um autocarro e uma carrinha. “O novo vereador da cultura, João de Carvalho (Coligação Novo Rumo) tem neste problema uma hipótese de mostrar a sua raça e mudar alguma coisa senão será igual aos que já lá estão a chefiar a câmara”, desafia. Olga Costa, directora do Grupo Cénico a Forja, de São João dos Montes, consideram que o grupo foi barrado a um apoio importante que poderá pôr em risco a sobrevivência do trabalho que desenvolvem. A responsável lamenta que “desde que o partido socialista conquistou a câmara o apoio à cultura tenha diminuído” e lamenta que “se querem matar o teatro amador, feito por gente humilde depois do trabalho diário, estão a conseguir”, refere. O vereador Fernando Paulo esclarece que o protocolo de 2010 ainda não foi aprovado em reunião de câmara, mas adianta que “o princípio que está determinado para este ano é que quem pede a actuação do grupo teatral deve assegurar esse apoio logístico, que pode ser assegurado via promotor ou com o apoio da câmara”. O vereador socialista acrescenta ainda que “pode acontecer, porque as solicitações das associações culturais são muitas e os meios limitados, não ser possível dar apoio a todas ao mesmo tempo. Essa gestão é muito criteriosa e é feita em articulação entre o gabinete de apoio ao movimento associativo e a divisão que trata dos transportes (autocarros, camiões e carrinhas)”. Para Fernando Paulo “não é verdade que esta tenha sido uma machadada às associações culturais porque para este ano foi deliberado um aumento do apoio financeiro destinado ao funcionamento destas associações”. João de Carvalho admitiu o problema e deu como exemplo uma recente deslocação do Grémio da Póvoa de Santa Iria a Évora, que “ao abrigo do protocolo teve o cuidado de avisar da necessidade de transporte porque não tínhamos capacidade para os levar”. Mostra de teatro de Alverca não está em risco O vice-presidente do Cegada Grupo de Teatro afirmou a O MIRANTE que a realização da quarta mostra de teatro de Alverca não está em risco com as novas regras que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira decidiu implementar. A mostra vai realizar-se entre os dias 1 e 30 de Março com a presença de 17 grupos de teatro. Em três edições mais de 6 200 espectadores assistiram à mostra e às actividades paralelas, como debates, tertúlias, noites de poesia, desfiles de rua e workshops. A quarta mostra de teatro de Alverca arranca no dia 5 de Março com a peça «Yerma», de Federico García Lorca, às 21h00, no grande auditório da Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense, pelo grupo Axpress-Arte de Campo Maior. No sábado, 6 de Março, a peça de Luís de Sttau Monteiro «Felizmente há Luar» é levada à cena do palco do Cegada às 21h30 pelo Teatro Meia Via de Torres Novas, seguindo-se uma tertúlia às 23h30. No dia 7 é a vez de «Joanico de Volta ao Mundo» às 16h00 pelo grupo Ultimacto de Tomar. A 9 de Março, data em que se assinala o 24º aniversário do Cegada Grupo de Teatro, sobe ao palco às 21h30 a peça «A Fan...Farra», baseado num texto de Karl Valentin. Na sexta-feira, dia 12, «O Pai» de August Strindberg é encenado pelo grupo de teatro Esteiros, de Alhandra. Depois, a peça de Robert Thomas, «A Armadilha para um homem só» é interpretada a 13 de Março às 21h30 pelo grupo Contacto de Ovar. Às 23h30 realiza-se uma tertúlia sobre o aniversário do Cegada. No domingo, dia 14, realiza-se na mostra de teatro, às 16h00, uma performance musical pelo grupo da CerciPóvoa da Póvoa de Santa Iria e às 16h20 a adaptação do conto popular «João e o pé de feijão» pelos Periactos de Alverca. Como uma mostra de teatro não pode viver sem um grande texto, «O Pecado de João Agonia», de Bernardo Santareno, sobe ao palco a 19 de Março, também às 21h30, pelo Grupo Dramático Povoense. No dia 20 a partir das 15h00 realiza-se o encontro concelhio de teatro de amadores e às 21h30 «O Dia Seguinte», peça de Luiz Francisco Rebello, pelo Grupo de Teatro Renascer de Esmoriz. O dia encerra às 23h30 com a tertúlia “Venham Mais Cinco”. O dia mundial da poesia e dia nacional do teatro de amadores é assinalado em Alverca com «A Poesia passeia na rua» às 15h00 (pelo grupo Cegada), às 16h00 com o «Feiticeiro de Ovoz» (do grupo Cénico Incrível Almadense), às 17h00 com «Fábula era uma vez» (do teatro Ensaio Raul Brandão de Guimarães) e às 21h30 com as «Memórias da Avó Rosete» pelo grupo cénico “A Forja”, de A-dos-Loucos. (Publicado no site do jornal O Mirante em 18-02-2010)
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O artigo de hoje de Arun Gupta no Indypendent analisa a influência e domínio que os EUA têm tentado estabelecer no Haiti, desde a invasão em 1915 até à nova invasão em 2010 a pretexto da insegurança naquele país após a devastação causada pelo sismo. Um óptimo documento que faz luz sobre muitas questões mal esclarecidas e que vem colmatar uma falha gigantesca nos media portugueses, que, manobrados pelo status quo dominante, se limitam a fazer eco das informações veiculadas pelas agências internacionais do bloco capitalista ocidental. Extraímos deste artigo uma citação de Noam Chomsky, que tem vindo a registar e analisar o comportamento imperialista dos EUA, e que contextualiza a actuação daquele país em muitos pontos do mundo onde a escassez de recursos não explica o bullying a que são sujeitos por parte da superpotência bélica norte-americana: “Why was the U.S. so intent on destroying northern Laos, so poor that peasants hardly even knew they were in Laos? Or Indochina? Or Guatemala? Or Maurice Bishop in Grenada, the nutmeg capital of the world? The reasons are about the same, and are explained in the internal record. These are ‘viruses’ that might ‘infect others’ with the dangerous idea of pursuing similar paths to independent development. The smaller and weaker they are, the more dangerous they tend to be. If they can do it, why can’t we? Does the Godfather allow a small storekeeper to get away with not paying protection money?”
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dia 01 . segunda
APRESENTAÇÃO DA IV AMOSTRA DE TEATRO DE ALVERCA
21h30: conversa sobre teatro com convidados muito especiais *1
dia 05 . sexta
ABERTURA SOLENE
21h00: Yerma |
de Federico García Lorca |
Axpress-Arte Associação Cultural (Campo Maior)
@ Grande Auditório da SFRA
dia 06 . sábado
21h30: Felizmente há Luar! | de Luís de Sttau Monteiro | Teatro Meia
Via (Torres Novas)
23h30: TERTÚLIA Viva a Amostra
dia 07 . domingo
16h00: As Aventuras de Joanico Viageiro *3 |
de António José Clemente |
ULTIMAcTO! (Cem Soldos . Madalena . Tomar)
dia 09 . terça
24.º ANIVERSÁRIO DO CEGADA
21h30: A Fan... Farra *1
baseado em Karl Valentin | CEGADA Grupo de Teatro (Alverca)
dia 12 . sexta
21h30: O Pai
de August Strindberg |
Grupo de Teatro "Esteiros" (Alhandra)
dia 13 . sábado
21h30: A Armadilha para um Homem Só | de Robert Thomas | CONTACTO .
Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar
23h30: TERTÚLIA Aniversário do Cegada
dia 14 . domingo
16h00: performance musical |
Grupo da Cercipóvoa (Póvoa de Santa Íria)
16h30: João e o Pé de Feijão *3 |
adaptação de conto popular |
PERIACTOS (Alverca)
dia 19 . sexta
21h30: O Pecado de João Agonia | de Bernardo Santareno | Grupo
Dramático Povoense (Póvoa de Santa Íria)
dia 20 . sábado
15h00: ENCONTRO CONCELHIO DE TEATRO DE AMADORES *1 (local a definir)
21h30: O Dia Seguinte |
de Luiz Francisco Rebello |
Grupo de Teatro RENASCER (Esmoriz)
23h30: TERTÚLIA Venham Mais Cinco
dia 21 . domingo
DIA MUNDIAL DA POESIA
DIA NACIONAL DO TEATRO DE AMADORES
15h00: A Poesia Passeia na Rua *1 *2 | CEGADA Grupo de Teatro (Alverca)
16h00: O Feiticeiro de Ovoz *1 *2 *3 | criação colectiva | Cénico
Incrível Almadense (Almada)
17h00: Fábula – Era uma Vez *3 | de Nery Paiva | Teatro Ensaio Raul
Brandão (Guimarães)
21h30: As Memórias da Avó Rosete | de João Henriques | Grupo Cénico "A
FORJA" (Á-dos-Loucos)
dia 24 . quarta
DIA DO ESTUDANTE
21h30: A Viagem da Violeta |
criação colectiva |
Turma do 2.º ano do Curso de Formação de Actores . ESPAÇO EVOÉ (Lisboa)
dia 26 . sexta
21h30: Peças curtas, curtinhas e encurtadas | de Jaime Salazar Sampaio
| TIL . Teatro Independente de Loures
dia 27 . sábado
DIA MUNDIAL DO TEATRO
21h30: Maiko Express *1 |
de Alexandre Lyra Leite |
INESTÉTICA Companhia Teatral (Vila Franca de Xira)
23h30: TERTÚLIA Café-Teatro "INUMANO" |
GRUTAFORTE . Gruta de Teatro Amador do Forte da Casa
dia 28 . domingo
DIA MUNDIAL DA JUVENTUDE
16h00: O Beco dos Vira Latas *3 | de Céu Campos | Grupo de Animação e
Teatro ESPELHO MÁGICO (Setúbal)
dia 31 . quarta
21h30: trabalho sobre texto (ensaio aberto) *1
ENCERRAMENTO DA IV AMOSTRA DE TEATRO DE ALVERCA
_______________________________________
*1 Entrada Gratuita | *2 Espectáculo de Rua | *3 Teatro para a Infância
-
BILHETEIRA:
Público em Geral: 4€
Crianças até 5 anos: entrada gratuita
Crianças de 5 a 12 anos: 2,5€
Estudantes, Idosos e acompanhantes de crianças nas peças de teatro
para a infância: 3€
Associados do Cegada Grupo de Teatro: 2,5€
Passe Amostra (acesso a todos os espectáculos mediante reserva): 25€
Tertúlias: 3€ (ou apresentação do bilhete do espectáculo anterior)
-
CONTACTO PARA RESERVAS:
964 322 890 / cegada.info@gmail.com
(as reservas são válidas até 30m antes do início do espectáculo)
-
LOCAL DOS ESPECTÁCULOS (salvo indicação do contrário):
Espaço CEGADA
Praceta 25 de Abril, Sala 4
(em frente ao C.C.Parque)
Alverca
http://cegada.blogspot.com
http://feedproxy.google.com/~r/Abruzolhos/~3/eCtX9w6IHO4/4-amostra-de-teatro-de-alverca-programa.html
Quarta-feira, 17 de Fevereiro, 19 horas - Clube Estefânia (Rua Alexandre Braga, 24 A, Lisboa) - Com: Rui Pereira, jornalista e autor de Euskadi, A guerra (des)conhecida dos bascos, Edurne Iriondo, advogada basca, e um ex-preso político basco. Várias entidades e organizações, entre as quais o Relator da Comissão da ONU contra a Tortura e a Amnistia Internacional, têm denunciado, ao longo dos anos, as sucessivas denúncias de tortura por parte de presos políticos bascos. Simulação de afogamento, asfixia através de saco, choques eléctricos nos genitais, tortura do sono e espancamentos são alguns dos métodos utilizados. Entre os milhares de casos destacamos alguns. Em 2001, Unai Romano saía com a cara irreconhecível de um interrogatório policial. Em 2004, foi publicado o relato chocante de Amaia Urizar, que num interrogatório viu o seu corpo ser violado com uma pistola. Em 2008, após ser detido, Igor Portu dava entrada no Hospital de Donostia com uma perfuração num pulmão. Um Estado que tortura, proíbe partidos políticos e manifestações, fecha jornais e rádios e ilegaliza organizações juvenis e populares e que mantém os seus detidos durante mais de uma semana sem qualquer acesso a advogados, familiares ou cuidados médicos não pode ser considerado um Estado de Direito. - Associação de Solidariedade com Euskal Herria
http://feedproxy.google.com/~r/Abruzolhos/~3/3R1R24d8Lvg/debate-violacao-dos-direitos-humanos-no.html
Em 2004, o mundo assiste à «Revolução Laranja» na Ucrânia. Um movimento largamente apoiado e instigado pelo ocidente, com especial destaque para as «ONG» norte americanas, que financiaram com milhões de dólares a oposição ao Governo ucraniano da altura, dirigido por Ianukovitch. Após 6 anos, e com os dólares a serem enviados para outra revolução colorida (verde?), os ucranianos votaram e decidiram que antes de 2004 a vida lhes corria melhor. O vencedor da tal revolução de 2004, Victor Iuschenko, teve agora um resultado de 5,5%(!), o que diz bem do sentimento gerado nos ucranianos pela sua actuação pró-ocidental e claramente anti-russa, principal vizinho da Ucrânia. O resultado destas eleições na Ucrânia, constitui uma derrota dos interesses expansionistas do bloco ocidental, especialmente do seu braço militar, a NATO, que já tinha encetado o processo de adesão daquele país, numa clara provocação territorial à Rússia. Agora a NATO terá que se virar para outro quintal russo, e as apostas estão abertas: Bielorússia ou Geórgia? Leia a notícia da RTP
http://feedproxy.google.com/~r/Abruzolhos/~3/D0yc6IDCyb0/o-fim-da-revolucao-laranja.html
Informa-se que foi posto on line mais um documento que tem o título "História do Partido Comunista da URSS (bolchevique) - Capítulo II": http://hist-socialismo.blogs.sapo.pt/12466.html no blog "Para a História do Socialismo" - "Documentos", blog cujo objectivo é a divulgação de todos os documentos acessíveis que possam contribuir para o conhecimento científico do que foi a construção do Socialismo na União Soviética e das causas que levaram à derrota do Socialismo na URSS pela classe que hoje detém o poder na Rússia.
http://feedproxy.google.com/~r/Abruzolhos/~3/TTZU10wPru4/historia-do-partido-comunista-da-urss.html
RUBRO'S - Dia 30, às 16:00 horas, enquadrado no ciclo de debates Janeiro ao Rubro, levaremos à discussão os “Processos Revolucionários Sul-Americanos” ao centro de trabalho do PCP da Amadora, num debate com a intervenção e participação do Camarada Miguel Urbano Rodrigues. Aparece, divulga e traz um amigo também. De seguida temos jantar tipico com feijoada à brasileira (confirma a tua presença) e depois Rubro`s Bar. Contacto: Hugo Freire - 927 774 457
http://feedproxy.google.com/~r/Abruzolhos/~3/CG1Lqp1hrX0/debate-sobre-os-processo.html
RUBRO'S Dia 23, às 16 horas, enquadrado no ciclo de debates Janeiro ao Rubro, levaremos à discussão a Republica Democrática Alemã no Centro de Trabalho do PCP da Amadora, num debate com a intervenção e participação do Camarada João Ferro. Aparece, divulga e traz amigos!
http://feedproxy.google.com/~r/Abruzolhos/~3/Hdw81SGriVo/amadora-rubros-dia-23-16h-do-outro-lado.html
"O porta-voz do Departamento de Estado, Ian Kelly, disse que a administração Obama acabou recentemente de reapreciar a questão e decidiu não mudar a política da administração Bush. Mais de 150 países concordaram nas cláusulas do Tratado que proíbe as minas para terminar com a sua produção, uso, armazenamento e comércio. Além dos Estados Unidos, China, Rússia, Índia, Paquistão e Birmânia excluem assinar esta convenção. Kelly disse que os Estados Unidos vão enviar um grupo de observadores constituído por peritos em minas a uma conferência para rever o tratado em Cartagena, Colômbia, na próxima semana. Alguns activistas ainda esperavam que a administração Obama assinasse o tratado. 'Decidimos que a nossa política para as minas terrestres continue em vigor', disse Kelly." Ver artigo...
http://feedproxy.google.com/~r/Abruzolhos/~3/YY2HdYnxXTk/administracao-obama-exclui-assinar.html
Eis a luta pela «autonomia» da CGTP que os infiltrados do PS têm vindo a efectuar e que agora é mais óbvia e assumida que nunca, repare-se que na mesa estão o Secretário-Geral da UGT, João Proença, que também pertence à Comissão Política do PS, a actual Ministra do Trabalho, também ela dirigente da UGT, e o senhor que está a falar ficou famoso à conta do seu fabuloso discurso na campanha eleitoral do PS, tão bem satirizado pelos Gatos Fedorentos. Está na cara o que eles querem dizer com «autonomia»!!! http://www.accaosocialista.net/?galeria&id_revista=REV4af973ef641a8&gid=ART4af98db3a605d&iid=GAL4af993a67bacb Esta fotografia (carregar na ligação) está na revista do PS. A fotografia diz tudo sobre quem acusa o PCP de instrumentalizar a CGTP.
http://feedproxy.google.com/~r/Abruzolhos/~3/8K90o5kpPJo/autonomia-que-eles-querem-para-cgtp.html
Sexta-feira, dia 30 de Outubro, na Caixa Económica Operária, em Lisboa, às 21h30 Festa/concerto de homenagem a José Carvalho, com as bandas Albert Fish, Ex-Votos, Dalailume, Revolta, Gazua e Peste & Sida. No dia 28 de Outubro de 1989, um bando nazi de cabeças‑rapadas assassinava José Carvalho à porta da sede do PSR, onde decorria um concerto antimilitarista. José Carvalho - o "Zé da Messa", como era conhecido por todos - fez parte da Comissão de Trabalhadores da Messa, a empresa de máquinas de escrever que em tempos foi o maior empregador no concelho de Sintra, com mais de mil trabalhadores. Em 1985 fechou portas, deixando centenas de pessoas com salários em atraso. Nos anos seguintes, o Zé da Messa foi um dos activistas que continuaram a luta pelos direitos destes trabalhadores. Dirigente do PSR desde o fim dos anos 70, José Carvalho foi um dos impulsionadores do trabalho antimilitarista do partido, após ter participado nos SUV - Soldados Unidos Vencerão, um movimento de militares pela democracia nos quartéis constituído em 1975. Doze anos mais tarde, foi um dos responsáveis pela organização dos concertos do bar das Palmeiras, que envolveu dezenas de bandas rock contra o serviço militar obrigatório. Foi num destes concertos que viria a ser assassinado pela extrema-direita. Vinte anos depois, a Associação Política Socialista Revolucionária organiza uma festa/concerto de homenagem a José Carvalho, com seis bandas rock e um vídeo evocativo do Zé da Messa.
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"Caim", livro mais recente do português José Saramago, gerou polémica ao chegar às livrarias nesta segunda-feira (19), depois que o episcopado lusitano afirmou que se trata de uma mera "operação publicitária" do Prémio Nobel de Literatura de 1998. A declaração foi uma resposta às declarações de Saramago neste domingo, durante o lançamento mundial do livro, de que "a Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana".
"Sobre o livro sagrado, eu costumo dizer: lê a Bíblia e perde a fé!", disse o escritor, numa entrevista concedida à Lusa, a propósito do lançamento mundial de "Caim", livro que narra em tom irónico a história bíblica de Caim, filho de Adão e Eva que matou o irmão Abel.
"A Bíblia passou mil anos, dezenas de gerações, a ser escrita, mas sempre sob a dominante de um Deus cruel, invejoso e insuportável. É uma loucura!", afirma o Nobel da Literatura de 1998, para quem não existe nada de divino na Bíblia, nem no Corão.
"O Corão, que foi escrito só em 30 anos, é a mesma coisa. Imaginar que o Corão e a Bíblia são de inspiração divina? Francamente! Como? Que canal de comunicação tinham Maomé ou os redactores da Bíblia com Deus, que lhes dizia ao ouvido o que deviam escrever? É absurdo. Nós somos manipulados e enganados desde que nascemos!" afirmou.
Saramago sublinhou que "as guerras de religião estão na História, sabemos a tragédia que foram". Considerou que as Cruzadas são um crime do Cristianismo, morreram milhares e milhares de pessoas, culpados e inocentes, ao abrigo da palavra de ordem 'Deus o quer', tal como acontece hoje com a Jihad (Guerra Santa).
Saramago lamenta que todo esse "horror" tenha sido feito em nome de "um Deus que não existe, nunca ninguém o viu". "O teólogo Hans Kung disse sobre isto uma frase que considero definitiva, que as religiões nunca serviram para aproximar os seres humanos uns dos outros. Só isto basta para acabar com isso de Deus", afirmou.
Salientou ainda que "no Catolicismo os pecados são castigados com o Inferno eterno. Isto é completamente idiota!". "Nós, os humanos somos muito mais misericordiosos. Quando alguém comete um delito vai cinco, dez ou 15 anos para a prisão e depois é reintegrado na sociedade, se quer", disse.
"Mas há coisas muito mais idiotas, por exemplo: antes, na criação do Universo, Deus não fez nada. Depois, decidiu criar o Universo, não se sabe porquê, nem para quê. Fê-lo em seis dias, apenas seis dias. Descansou ao sétimo. Até hoje! Nunca mais fez nada! Isto tem algum sentido?", perguntou.
Para José Saramago, "Deus só existe na nossa cabeça, e é o único lugar em que nós podemos confrontar-nos com a ideia de Deus. É isso que tenho feito, na parte que me toca". O escritor português avaliou que a sua obra não causaria problemas com a Igreja Católica "porque os católicos não lêem a Bíblia". "Admito que o livro pode irritar os judeus, mas pouco me importa".
O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, Manuel Marujão, chamou o livro de "operação publicitária". "Um escritor da dimensão de José Saramago deveria tomar um caminho mais sério. Pode fazer críticas, mas entrar em um género de ofensas não fica bem a ninguém, e muito menos a um Prêmio Nobel", afirmou.
Questionado sobre se tenciona ler "Caim", o porta-voz disse que a nova obra de José Saramago não está entre as suas "prioridades". "Não está nas minhas prioridades a leitura desse livro, porque pela apresentação que aparece na Comunicação Social acho que é de alguém que não entende os géneros literários da bíblia", justificou.
O rabino Elieze du Martino, representante da comunidade judaica de Lisboa, afirmou que "o mundou judeu não vai se escandalizar com os escritos de Saramago nem de ninguém". "Saramago desconhece a Bíblia e sua exegese. Faz leituras superficiais da Bíblia", disse.
Márcia Cristina Hungerbühler, grupo ARTILLERIA DEL PENSAMIENTO no Facebook.
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Os presidentes da Bolívia, Evo Morales, e da Venezuela, Hugo Chávez, desafiaram neste sábado (17) o chefe de Estado americano, Barack Obama, a fazer por merecer o Nobel da Paz recém-conquistado. Como? Suspendendo o criminoso bloqueio económico imposto a Cuba.
Tanto Evo como Chávez — que participam da 7ª Cúpula da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba) — disseram que os Estados Unidos deveriam suspender o bloqueio, imposto em 1962. "Obama não merece (o Nobel). É preciso ver o que acontece nos próximos anos. Veremos se ele o merece", afirmou Chávez.
Já Evo Morales desafiou Obama a suspender o bloqueio contra Cuba e lembrou que, em 28 de outubro, as Nações Unidas votarão a favor ou contra da continuidade da medida. "Só dois países rejeitam a suspensão do bloqueio económico: Israel e Estados Unidos. Obama tem que cumprir este mandato do mundo e suspender o embargo económico. Ele tem dois caminhos: submeter-se ao mundo ou submeter-se a Israel", afirmou Evo.
Os países da Alba aprovaram neste sábado uma declaração contra o bloqueio económico e comercial dos Estados Unidos a Cuba durante a cúpula que acontece na cidade de Cochabamba, no centro da Bolívia. Chávez foi mais além e acusou a Casa Branca de querer transformar a Colômbia "na Israel da América Latina", por utilizar bases colombianas para uso militar.
"Pretendem transformar a irmã Colômbia na Israel da América Latina. É a pretensão do império. Sete bases, nada mais. É uma ameaça para todos nós", disse Chávez, em discurso na Cúpula da Alba. O líder bolivariano é um dos críticos mais veementes do uso de bases militares por parte dos Estados Unidos.
Crítico também da política militar de Israel em relação aos palestinos — que conta com o apoio de Washington —, Chávez aproveitou o tema das bases colombianas para questionar a inusitada premiação a Obama. "É preciso lembrar que o Prémio Nobel da Paz está abrindo sete bases na Colômbia", afirmou o mandatário venezuelano, mencionando ainda o reforço das tropas americanas no Afeganistão, com o envio de 13 mil homens.
Márcia Cristina Hungerbühler, grupo ARTILLERIA DEL PENSAMIENTO no Facebook.
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ESPAÇO CEGADA - Apresenta: "O MONTA-CARGAS" de Harold Pinter pelo Grupo Cénico Incrível Almadense Próximo, Sábado dia 24 de Outubro, às 21h30 no Espaço CEGADA Parque Desportivo 25 de Abril (em frente ao C.C.Parque) Alverca http://cegada.blogspot.com
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(via email) Hoje de manhã [ontem, 08/10/2009] os actuais vereadores, deputados municipais e candidatos da CDU às próximas eleições autárquicas foram impedidos de entrar em algumas instalações da Câmara Municipal de Évora. A visita foi comunicada em tempo útil ao ainda Presidente da Câmara. Em 34 anos de democracia, em todas as eleições autárquicas, as visitas de candidatos aos serviços municipais foram autorizadas com todos os executivos. A CDU garante que os seus eleitos irão autorizar, nas próximas eleições autárquicas e à semelhança do que sempre fizeram, todas as candidaturas a visitar os serviços municipais. Video (Paços do Concelho) aqui. www.ganharevora.cdu.pt
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(in http://radiomoscovo.blogspot.com/2009/09/radio-moscovo-apoia-cdu.html) A Coligação Democrática Unitária (CDU), composta pelo Partido Comunista Português (PCP), pelo Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV), pela Intervenção Democrática (ID) e por milhares de cidadãos independentes, representa uma força que defende os interesses do povo português, com destaque para a classe trabalhadora. Nela, podemos encontrar todo o tipo de gente. Como no metro ou autocarro na hora-de-ponta. Operários, trolhas, carpinteiros, mecânicos, serralheiros, enfermeiros, médicos, psicólogos, professores, estudantes, jornalistas, motoristas, empregados-de-mesa, reformados, actores, escritores, músicos. Cada um deles, para romper a censura mediática, dedica-se, nas horas livres, a colar cartazes, a levantar pendões, a pôr faixas, a conduzir carros-de-som, a distribuir panfletos e a contactar com outros. É gente que encara a política com as mangas arregaçadas. Gente que não paga a outros para que façam o trabalho duro. Gente que não serve os interesses de outros que não os seus iguais. Gente que vive do seu trabalho e que luta contra a exploração. Gente que vive como a maioria do povo português. Gente com as mesmas dificuldades, com os mesmos problemas, com os mesmos dilemas. Gente que não quer nada para si senão for para todos. É esse o motivo que leva a comunicação social a censurar a CDU. Servindo os interesses de quem manda, serve também os interesses dos nossos patrões. Por isso, há que calar a voz destes trabalhadores. Antes que ela se espalhe. É também por isso que surgem oportunistas que tentam confundir o povo português. Quem se esquece de José Sá Fernandes, o Zé que fazia falta aos cidadãos de Lisboa, segundo o Bloco de Esquerda (BE), e que, depois, veio apoiar as políticas de direita de António Costa? Quem se esquece de António Chora, coordenador da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa, protagonista do "sindicalismo moderno"? António Chora, membro da Comissão Política do BE e deputado à Assembleia da República, serviu os interesses do patronato. Abriu caminho à perda de direitos dentro da Autoeuropa, com grande apoio da comunicação social, até que os trabalhadores decidiram resistir. Pouco depois, foi visto no jantar de despedida de Manuel Pinho, o ministro da Economia que insultou o PCP. Sobre ele, viria a afirmar que se tratara de um dos melhores ministros. O mesmo que na China havia apelado ao investimento em Portugal por termos dos salários mais baixos da Europa. Também não podemos esquecer Manuel Alegre. Ele que sempre, e principalmente durante este mandato, tentou mostrar-se de esquerda. Quem esquece o semblante carregado, qual socialista furioso com o rumo de direita do Partido Socialista (PS)? Seria o mesmo que esteve, ontem, em Coimbra a apoiar o amigo José Sócrates e a defender o carácter de esquerda do PS e das políticas do governo? Seria o mesmo que esteve em fóruns com o BE? Nós sabemos quem é o verdadeiro Manuel Alegre. Como o sabe Francisco Louçã. Por isso, ontem, apesar do apoio de Manuel Alegre a José Sócrates, o líder do BE não teve qualquer problema em o defender. Porque aos oportunistas não importa quem se apoie desde que isso lhes traga algum benefício. Contra a direita e o oportunismo, leva a luta através do voto na CDU!
http://feedproxy.google.com/~r/Abruzolhos/~3/QILGTTMQS_g/contra-os-alegres-e-os-choras-radio.html
Em 16 de Setembro os trabalhadores das autarquias locais, empresas municipais e privadas que operam no sector, bombeiros profissionais, trabalhadores da educação e outros estão em greve para combater o aumento da precariedade laboral no sector e a mobilidade especial, para lutar por melhores salários e pela aplicação das medidas de «opção gestionária» que permitam minorar os impactos negativos das medidas legislativas aprovadas pelo governo. Para saber mais informações, visite www.stal.pt . -- Rexuslândia Webzine: Agência para a Informação na Blogosfera "Somos muitos, muitos mil para continuar Abril!" [http://momentosydocumentos.wordpress.com/]
http://feedproxy.google.com/~r/Abruzolhos/~3/Vs3LxBTS4b0/administracao-local-greve-nacional-dia.html
A comunicação social vive dias difíceis. Os despedimentos, aprecariedade, o Estatuto do Jornalista e a concentração dos meios decomunicação, contribuem não só para piores condições laborais mastambém para um jornalismo menos democrático e de pior qualidade. Nestecontexto, a CDU convida-o a debater a realidade do sector na próximaquinta-feira, 17 de Setembro, às 18h30, na Casa da Imprensa. Participee divulgue.Participação:Rosário Rato, Vice-Presidente do Sindicato dos JornalistasAlferes Gonçalves, JornalistaBruno Dias, Deputado do PCP à Assembleia da República
http://feedproxy.google.com/~r/Abruzolhos/~3/GfvCPIOJTtU/cdu-organiza-debate-para-discutir.html
No comício de encerramento da Festa do “Avante!”, O Secretário-Geral do PCP afirmou que «seremos governo, se e quando o povo português quiser e quando a ruptura e a mudança de políticas forem impostas pela vontade popular», e sublinhou a disponibilidade do PCP «para a cooperação com todos os que de forma séria e convicta estejam empenhados numa ruptura com a política de direita». Jerónimo de Sousa destacou o PCP como a grande força de oposição, capaz de impulsionar a luta e indissociável das acções e protestos de centenas de milhar de pessoas em todo o país. Jerónimo de Sousa* - 07.09.09 Belo e extraordinário comício este! Belo e extraordinário num contexto de uma festa que pelas características multifacetadas ainda é capaz de dar uma dimensão política ímpar de participação, alegria, combatividade, encontro de gerações e confiança para olhar para a frente e assumir a ideia de que connosco nada está perdido, que a luta não está vencida e pode vencer, que sim é possível uma vida melhor para o país e para o povo português! Belo e extraordinário comício, num ano extraordinário pela intensidade da intervenção e acção política, pela gravidade da situação económica e social, pela exigente resposta que tivemos e temos que dar às sucessivas batalhas eleitorais. Só construir esta Festa era já em si mesmo uma tarefa de grande exigência a envolver um significativo empenhamento das nossas organizações e do nosso colectivo partidário. Construir e realizar esta Festa com mais mil e uma coisas para fazer e em andamento é obra! Verdade camaradas! Trabalhámos acima dos nossos meios, acima das nossas forças, mas a chave do segredo reside no facto de superarmos o que nos falta em meios e forças, com o nosso ideal, as nossas convicções e determinação que vão para além do naturalmente lógico e do normalmente possível. Saudamos todos os construtores, participantes, visitantes e em particular a força imensa juvenil que marca esta Festa como sendo a Festa também da juventude! E é também a Festa de Abril, cujos trinta e cinco anos aqui comemoramos. Esta Festa que é e será sempre a Festa da cultura, da amizade, da fraternidade e da solidariedade internacionalista, como ficou mais uma vez bem patente este ano de forma bem marcada. Uma festa que é um enorme abraço solidário entre todos aqueles que por esse mundo fora travam, nas mais diversas condições, importantes lutas pelo presente e o futuro dos trabalhadores e dos povos, e da própria Humanidade. Também neste campo a nossa Festa é única. Única porque aqui, nestes três dias, nesta bela cidade da luta, das culturas, da amizade, da democracia, da força e da esperança, a solidariedade internacionalista foi uma constante. Fosse no espaço internacional; fosse nos debates e exposições realizados; fosse nos momentos de solidariedade que ecoaram nos mais diversos pontos da nossa Festa; fosse na presença de mais de 40 delegações estrangeiras que de forma generosa, amiga e solidária, e em alguns casos com grande esforço e enfrentando obstáculos postos à sua vinda a Portugal, foram parte desta grande e bela obra colectiva – que é também sua - a Festa do “Avante!”. A todos eles, aos Partidos comunistas e progressistas aqui hoje presentes neste comício, queremos, expressar a firme solidariedade dos comunistas portugueses. Queremos garantir-vos que este Partido Comunista não deixará de estar ao vosso lado nas grandes e pequenas lutas contra a exploração, a opressão e a guerra imperialista e não deixará de convosco partilhar a luta pela construção da alternativa necessária e possível ao capitalismo e à sua crise - o socialismo! Daqui vos afirmamos que este Partido Comunista Português, com a sua ideologia, a sua identidade, a sua organização, a sua luta e intervenção continuará a contribuir para o reforço da nossa luta comum e para o reforço da nossa solidariedade e cooperação. Esta não é uma mera saudação de circunstância. Nunca o é! É que neste grandioso comício da Festa do “Avante!”, aqui neste palco, e aí nesse relvado da nossa Quinta da Atalaia, estão as forças, e reside a força, que pode fazer avançar o Mundo. É que aqui neste comício da nossa Festa estão representados muitos daqueles que, corajosamente, dando por vezes a própria vida, lutam e não desistem e dão à vida e à política aquele sentido tão nobre que ela deveria sempre ter e pelo qual lutamos. É que aqui neste comício estão muitos daqueles que das mais variadas formas resistem à guerra e à ocupação imperialistas e não abdicam de batalhar pela sua independência, soberania e direito ao desenvolvimento. Aqui estão muitos daqueles que no Médio Oriente e Ásia Central - onde a mudança de caras da administração norte americana não significou qualquer alteração na sua política militarista e de guerra para a região – transformam o sonho em luta e batalham contra a ocupação e a guerra. Aqui estão aqueles que há décadas lutam para ter direito à sua pátria como o povo Palestiniano ou como o povo do Sahara Ocidental. Aqui estão aqueles que prosseguem a luta pela reunificação da sua pátria independente e desmilitarizada, como o povo Cipriota. Aqui estão aquele que não desistem do seu direito à plena independência, soberania e desenvolvimento, como o povo de Timor Leste. Aqui estão alguns daqueles que no continente africano prosseguem a luta pelo direito ao seu desenvolvimento económico e social e estão de novo confrontados com intentos neocolonialistas. Aqui estão aqueles que, à semelhança do PCP e da CDU, lutam por uma outra Europa dos Trabalhadores e dos povos e que se preparam para prestar toda a solidariedade ao povo irlandês na sua luta contra o tratado de Lisboa que, por imposição antidemocrática dos círculos dirigentes da União Europeia, terão novamente de referendar. E aqui estão também aqueles que, aqui bem perto de nós, no continente europeu, são novamente alvo da perseguição antidemocrática e anticomunista e a quem queremos expressar a nossa firme solidariedade e compromisso de luta já tantas vezes demonstrado. Aqui estão de facto os imprescindíveis. Aqueles que resistem aos grandes perigos que caracterizam a situação internacional, mas também aqueles que resistindo protagonizam já avanços progressistas e abrem alamedas de esperança na luta pela transformação social. Esses são a prova da justeza da tese que aprovámos no nosso XVIII Congresso de que na actual situação internacional grandes perigos coexistem com potencialidades de avanço progressista e mesmo revolucionário. Saudamos, com profunda amizade e solidariedade, as forças e os povos da América Latina aqui representados. Protagonistas da onda progressista que varre o continente, de intensas e apaixonantes lutas, de processos novos que desbravam novos caminhos na construção de sociedades mais justas, solidárias e fraternas. São processos que, assentes nessa tão simples ideia de que um povo tem direito a decidir dos seus destinos e a construir o seu futuro, seguindo exemplos de coragem e determinação como o de Cuba Socialista, estão a devolver aos seus povos a sua soberania, os seus direitos e sobretudo a capacidade de acreditar que sim é possível um outro mundo melhor. Processos que assustam aqueles que sempre se habituaram a olhar para a América Latina como o seu pátio das traseiras e que agora, recorrendo aos velhos e bafientos métodos da CIA, tentam travar a marcha de esperança neste continente, como é bem patente no criminoso golpe de Estado nas Honduras. A esses que tentam amordaçar e travar aquela que será inevitavelmente a marcha da Humanidade afirmamos, hoje aqui, perante esta força imensa que pulsa neste comício, que não terão sucesso. Não o terão, porque como nos dizia uma frase de uma parede do Espaço Internacional: A solidariedade é a nossa Força! E a essa ninguém poderá derrotar! Realizamos a nossa Festa do Avante de 2009 num momento excepcional da vida do país. Excepcional porque vivemos uma situação de grave crise e de grandes dificuldades para o nosso povo e excepcional porque temos pela frente duas importantes batalhas eleitorais – para a Assembleia da República e para as Autarquias Locais – que são uma oportunidade para mudar o rumo do país e a vida de muitas das nossas terras, dos nossos concelhos e freguesias. Duas batalhas eleitorais que são a prioridade imediata da nossa intervenção e que exigem, de todos e de cada um nós, a imperiosa necessidade de convocar todas as energias e capacidades para dinamizar uma forte campanha eleitoral de massas que se prolongará até 11 de Outubro. Precisamos absolutamente de, em toda a parte, agir com uma nítida convicção e com a forte consciência de que o reforço eleitoral da CDU que ambicionamos só pode ser construído pela intensa convergência de muitos milhares de acções e de esforços colectivos e individuais para ganhar mais portugueses para a justeza das nossas propostas, para a compreensão do que verdadeiramente está em jogo e para o voto na CDU como o voto pela mudança a sério. É muito o trabalho que temos pela frente, mas é muita a nossa confiança. Confiança nessa força imensa, activa e criadora dos muitos milhares de homens, mulheres e jovens, que se expressou nessa grandiosa marcha Protesto, Confiança e Luta que juntou mais de 85 mil participantes no centro de Lisboa. Essa Marcha que mostrou a CDU como uma força indispensável ao país. Essa grande força nacional que estará presente com as suas candidaturas em todos os círculos eleitorais nas eleições para a Assembleia da República e em praticamente todos os concelhos do país para as Autarquias Locais, onde apresentamos o maior número de listas dos últimos vinte anos. Confiança nesta grande e vigorosa força que aqui está presente neste comício e na nossa Festa, cujo entusiasmo, profundas convicções e querer, faz mover montanhas de determinação, trabalho, dedicação e luta. Confiança na capacidade de realização, intervenção e mobilização do nosso Partido e dos nossos aliados. Confiança de que é possível eleger mais deputados da CDU para a Assembleia da República e reforçar a nossa presença com mais eleitos e em novas autarquias da CDU. Estamos a escassos vinte dias das eleições legislativas. Eleição cujos resultados vão, em grande medida, determinar a evolução da situação política nacional dos próximos anos. Vamos para a próxima batalha eleitoral para a Assembleia da República com a firme convicção que muitos mais portugueses compreendem a importância do reforço da CDU, depois do excelente resultado das eleições para o Parlamento Europeu que se traduziu num novo avanço, num novo crescimento da CDU com dezenas de milhar de novos votos de novos eleitores. Nas últimas eleições para o Parlamento Europeu o povo derrotou o PS e o seu governo. O PS sofreu uma estrondosa derrota e foi bem derrotado. Um desfecho que traduz a uma clara condenação da sua política. Derrota que se impõe novamente confirmar nas eleições para a Assembleia da República. Mas se é justo, necessário e condição para a ruptura e a para mudança aspirar à condenação pelo nosso povo, através do voto, de um governo e de uma política que levou muito longe o ataque às condições de vida dos trabalhadores e do povo, o nosso grande objectivo, a grande e decisiva batalha que temos pela frente é garantir a derrota da política de direita. Essa política que tem sido protagonizada não apenas pelo PS, mas também pelo PSD, pelo CDS e seus governos que nestas últimas três décadas conduziram ao afundamento do país e à crise. Crise que não é de hoje, nem veio apenas de fora, mas que tem causas internas que se têm manifestado com cada vez mais virulência na vida da maioria dos portugueses, como o demonstram o sistemático e galopante agravamento de todos os problemas nacionais. O país tem vindo a deteriorar-se drasticamente com a acelerada tendência destrutiva da capacidade produtiva nacional e do emprego, com o empobrecimento geral dos portugueses. Muito evidente e exposta com consequências cada vez mais dramáticas em todos os anos desta primeira década do século. Chegámos ao fim de mais um ciclo governativo. O governo do PS termina o mandato deixando o país em profunda crise e com todos os seus principais compromissos por cumprir. Nestes quase cinco anos de Governo PS de José Sócrates o balanço da sua governação não podia ser pior e as consequências mais desastrosas para a vida dos portugueses. Prolongou a situação de estagnação e levou o país até à recessão, ao agravamento dos nossos défices crónicos, ao crescimento avassalador da dívida externa e ao endividamento geral das famílias e empresas. A política económica do Governo, não só continuou a comprometer o desenvolvimento do país como fez o país recuar para um nível ainda mais baixo de resposta aos seus três problemas centrais: o alto défice de produção, o elevadíssimo desemprego e a injusta distribuição do rendimento nacional que se tornou a agravar. Nestes anos de governo do PS todas as actividades produtivas continuaram a definhar, enquanto cresce a especulação imobiliária e a financeirização da economia. A desindustrialização prosseguiu. A ruína da agricultura continuou. Nas pescas prosseguiram os abates da frota. A crise tomou também conta das outras actividades económicas onde predominam os micro, pequenos e médios empresários. O país está agora ainda mais frágil e mais debilitado do que estava em 2005. José Sócrates anda por aí a anunciar o princípio do fim da crise. Quer que os portugueses confundam o cisco com o elefante até às eleições. Que vivam na ilusão. Que esqueçam que Portugal continua em profunda recessão e com dramáticos problemas sociais. Que Portugal recuou, com o seu governo. Que esqueçam que o desemprego continua a aumentar, gerando mais pobreza, atingindo em termos reais mais de 625 mil desempregados. Que esqueçam que restringiu o acesso ao subsídio de desemprego. Que esqueçam que fez aumentar a precariedade que atinge hoje 1 200 000 trabalhadores. Problemas que penalizam particularmente a juventude. Juventude que este governo esteve apostado em transformar numa geração sem direitos no trabalho, na educação, na habitação. Branqueando a realidade, José Sócrates, quer fazer crer que os mais graves problemas que enfrentamos se resolvem apenas com a alteração da conjuntura internacional. Quer neste momento de prestação de contas ao nosso povo fazer esquecer que as causas do nosso atraso e das nossas dificuldades estão aqui no país e que são o resultado de uma política que em vez de defender a economia do país, a produção, o emprego e as condições de vida do povo, alimentam o monstro da acumulação e da centralização da riqueza nacional nas mãos dos grandes grupos nacionais e estrangeiros. Retomando o eterno argumento do combate ao défice orçamental, continuou a cortar nos salários e nas reformas, a aumentar os impostos, nomeadamente dos trabalhadores, reformados e camadas populares, a cortar nos serviços públicos essenciais, a cortar no investimento e com tal política a fazer aumentar o desemprego e alimentar a recessão. Sacrifícios e mais sacrifícios para o povo para terminar o mandato com o défice superior ao que encontrou e deixar um país ainda mais injusto e desigual. Dizem-se agora campeões do investimento. Mas o que estão a pensar e não o dizem é retomar o mesmo caminho de sacrifícios para os trabalhadores e para o povo se porventura o povo lhes desse o voto. Juntando agora também o pretexto da crise. Não estranham, camaradas, que aqueles que tanto empolaram o combate ao défice – o PS e o PSD - que fizeram disso a questão central da sua política para cortar nos direitos sociais e nos rendimentos do trabalho, agora estejam tão silenciosos? Não acreditem neste silêncio! Não acredite o nosso povo, para não se sentir enganado outra vez! Eles, uns e outros, têm uma agenda escondida e um segredo bem guardado: prosseguir a ofensiva contra os salários, as pensões e os serviços públicos e impôr novos e mais agravados sacrifícios. É por isso que no próximo dia 27 é preciso dizer Basta!, colocando o voto no sítio certo, o voto na CDU. Basta de injustiças! Basta de uma política que sacrifica sempre os mesmos. Basta de uma política que promoveu acintosamente novos e inaceitáveis retrocessos nos domínios dos direitos laborais e sociais a coberto das chamadas reformas de modernidade. Reformas que são retrocessos civilizacionais que se traduziram em significativos passos atrás nos domínios dos direitos laborais com as alterações ao Código de Trabalho, bem como na Segurança Social com a imposição de critérios de actualização e formação das reformas que vão eternizar as situações de pobreza na velhice e obrigar os trabalhadores a trabalhar mais tempo para receber uma pensão ainda mais baixa no futuro. Foi o Primeiro-Ministro concreto de um governo concreto que fez tudo isto. O Primeiro-Ministro que tomou a cartilha neoliberal de destruição dos direitos individuais e colectivos dos trabalhadores como o manual de instruções da sua governação que vem dizer que nunca o PSD esteve tão à direita. O PS esse não! Governou tão à esquerda que no Código de Trabalho ultrapassou Bagão Félix pela direita! O problema não é o da direita ser coerente e ter propostas de direita. O problema é o PS afirmar-se de esquerda e praticar uma política de direita. O descaramento é grande e a farsa ainda maior! Reformas ditas de modernidade que deram cobertura a uma ofensiva brutal contra o direito das populações à saúde e à educação e que serviram para o PS atacar injustamente os legítimos interesses dos trabalhadores. Foi assim com a ofensiva sem precedentes para debilitar o Serviço Nacional de Saúde e promover a privatização e o encarecimento da saúde. José Sócrates, sempre tão arrogante, anda agora a distribuir sorrisos e simpatias em inaugurações programadas ao jeito dos seus interesses eleitorais. Mas nós estamos convictos que o povo português não vai esquecer esse balão de ensaio de uma ofensiva maior que foi a dos encerramentos de serviços para acelerar privatização e que só foi travado pela luta das populações e pelo receio das consequências eleitorais. Um projecto que continua em carteira à espera de melhor oportunidade. Um projecto que também é preciso derrotar no próximo dia 27. Mas foi assim, igualmente, com a ofensiva que desencadeou contra a Escola Pública e a dignidade social e profissional dos professores que desestabilizou a escola. José Sócrates vem também agora, afivelando uma falsa máscara de humildade fazer uma espécie de acto de contrição em relação aos professores sem reconhecer o mal que fez com as medidas que tomou. O que os professores querem não são actos de delicadeza fingida e interesseira. É a revogação das medidas injustas contra os professores. Ao mesmo aspiram os trabalhadores da Administração Pública. E isso passa por derrotar o governo do PS e a política de direita! Não fossem as grandes lutas, como a grande acção promovida pela CGTP-IN a 13 de Março, as acções dos professores, dos enfermeiros, dos trabalhadores da Administração Pública, dos militares e das forças de segurança, da juventude trabalhadora e dos estudantes, dos agricultores, entre tantos outros, e este governo do PS teria ido ainda mais longe na ofensiva global que desencadeou contra os interesses dos trabalhadores e de todas as camadas e classes antimonopolistas. Um governo que levou a um novo agravamento das condições de segurança das populações e ao adiar do combate à criminalidade económica e financeira, à corrupção, à promiscuidade e ao compadrio político. Os portugueses assistiram neste período à escandalosa passividade do Banco de Portugal e do Governo perante as fraudes de milhares de milhões de euros no BCP, no BPN e no BPP. Um governo que intensificou o ataque à democracia e prosseguiu, de forma concertada com o PSD, o ataque à independência do Poder Judicial, degradando as condições do seu exercício e de acesso à justiça. Um governo que promoveu uma política externa que poderia ser resumida em dois adjectivos: subserviência e conivência. Subserviência face ao grande capital transnacional e às grandes potências. Subserviência na progressiva abdicação de parcelas da soberania nacional que hoje se revelam fundamentais para fazer face à profunda crise que o país atravessa. Conivência na defesa do neoliberalismo, do federalismo e do militarismo na Europa, bem patente na Presidência portuguesa da UE em 2007 e agora na defesa do Tratado de Lisboa e na eleição, de braço dado com PSD e CDS, de Durão Barroso para a presidência da Comissão Europeia. Subserviência e conivência com as políticas militaristas e de guerra, bem demonstradas com o recente reforço do contingente militar português na guerra do Afeganistão. Uma política externa que atrela Portugal às estratégias de dominação dos EUA e das grandes potências europeias fazendo dele mais um peão no tabuleiro de xadrez do imperialismo. A trajectória da governação do país em todos estes anos mostra a identidade, no essencial, dos objectivos e políticas entre os governos do PS e do PSD. Os propagandistas do PS e do PSD tudo fazem para iludir essa identidade de políticas e objectivos e, com a valorização de diferenças secundárias, pessoais ou de estilo, dar um ar de novo e de novidade ao que é velho e fracassou, continuando a dar vida ao rotativismo. Mas a verdade, o que as suas práticas têm revelado é uma concordância e convergência nas políticas orçamentais, de privatização e liberalização, na política fiscal, nas políticas de emprego, de rendimentos, nas políticas de investimento. Se há coisa que não muda nas práticas governativas em Portugal destes anos é o núcleo central das políticas do PS e do PSD. É isso que vemos nos seus programas eleitorais, apesar dos disfarces e das propositadas manobras de ocultação, nos quais continuam assumir todo o legado de orientações fundamentais – nacionais e comunitárias – que conduziram ao atraso e à crise. Não têm nenhuma resposta nova e diferente para os problemas do país e para a crise. É por isso que o que verdadeiramente está em causa nas próximas eleições não é escolher entre quem vai aplicar a receita do costume, se Sócrates ou Ferreira Leite, mas saber se vamos ter mais do mesmo ou se o país caminha no sentido da ruptura e da concretização de uma nova política como a aquela que nós propomos com o reforço da CDU. Vivemos um tempo de grandes opções. Um tempo que exige corajosas decisões. Um tempo de virar de página na situação do país. O país não pode prosseguir o caminho que está a conduzir ao declínio nacional, ao acumular de défices estruturais que nos afundam como povo soberano. Os graves problemas do país têm solução. Existe uma política e um modelo de desenvolvimento verdadeiramente alternativo e uma força disponível para encontrar os caminhos da sua concretização – o PCP e todos os que convergem nessa grande força de esquerda e da democracia que é a CDU. Essa política e esse modelo de desenvolvimento alternativo estão no Programa de Ruptura, Patriótico e de Esquerda que o PCP apresentou ao país. Um programa que perspectiva um novo rumo para Portugal, baseado nos princípios e valores da Constituição da República e que integra como principais objectivos o desenvolvimento económico e a criação de emprego, a redistribuição do rendimento e a justiça social, o aprofundamento da democracia e a afirmação da independência e soberania nacionais. Um programa de Ruptura, Patriótico e de Esquerda que contrapõe às políticas económicas ao serviço do grande capital, uma nova política de desenvolvimento económico ao serviço do país e que trm como objectivos centrais: o pleno emprego como a grande prioridade; o crescimento económico, pelo aumento significativo do investimento público e da eficácia e eficiência na utilização dos fundos comunitários, pela ampliação e dinamização do mercado interno, acréscimo das exportações, aumento da competitividade e produtividade das empresas portuguesas e a defesa e afirmação do aparelho produtivo nacional como motor do crescimento económico. Um programa de Ruptura, Patriótico e de Esquerda que contrapõe às receitas do capitalismo neoliberal dominante, a recuperação pelo Estado do comando político e democrático do processo de desenvolvimento através de um Sector Empresarial do Estado com um papel produtivo nos sectores estratégicos, condição chave para a manutenção em mãos nacionais de alavancas económicas decisivas para a promoção do desenvolvimento e garantir um apoio prioritário e preferencial a micro, pequenas e médias empresas. Um Programa de Ruptura, Patriótico e de Esquerda que assume como um dos eixos essenciais de uma política alternativa a valorização do trabalho e dos trabalhadores, através de uma justa repartição da riqueza com a valorização dos salários e do seu poder de compra e o aumento do salário mínimo nacional, da defesa do trabalho com direitos. Um programa de Ruptura, Patriótico e de Esquerda com uma nova política fiscal para aliviar a carga sobre as classes laboriosas e pequenas empresas, através do alargamento da base e do aumento da fiscalização tributárias, da significativa redução dos benefícios fiscais, nomeadamente ao sector financeiro, da diminuição do IVA e da imposição fiscal sobre o património mobiliário e ganhos bolsistas. Um Programa de Ruptura, Patriótico e de Esquerda que contrapõe à política de fragilização, privatização e encerramento de serviços de públicos, uma política social dirigida para a igualdade, dignidade e bem-estar dos portugueses. Uma política de promoção de serviços públicos, nomeadamente um Serviço Nacional de Saúde de qualidade e de uma Escola Pública que garanta a gratuitidade de todo o ensino e um sistema público e universal de Segurança Social fortalecido, na base de um novo sistema de financiamento que garanta a elevação das prestações sociais e das reformas. Uma nova política ao serviço do desenvolvimento regional que, rompendo com a política centralista de sucessivos governos, adopte uma verdadeira reforma democrática da administração pública, procedendo à criação e instituição das Regiões Administrativas e que garanta um decisivo combate às assimetrias regionais. Uma nova política de defesa efectiva do regime democrático de Abril, com o aprofundamento dos direitos, liberdades e garantias fundamentais, uma justiça independente, democrática e acessível a todos e uma política de segurança que defenda os direitos dos cidadãos e a tranquilidade pública. Uma nova política que garanta: a efectiva subordinação do poder económico ao poder político: o combate e punição da corrupção, crime económico e tráfico de influências; o fim dos privilégios no exercício de altos cargos na Administração e Empresas Públicas. Um programa que propõe 26 medidas imediatas que respondem a importantes necessidades das populações e do País. Medidas como as da alteração dos aspectos negativos do Código do Trabalho, da legislação da Administração Pública, da Carreira Docente, do direito à reforma aos 65 anos e do direito à reforma sem penalizações para carreiras contributivas de 40 anos; o acesso à consulta no próprio dia nos Cuidados Primários de Saúde, eliminação do Pagamento Especial por Conta, estabelecimento de valores referência das taxas de juro. Ao contrário do que afirmam os que pensam que estão mandatos, certamente, por direito divino ao monopólio da governação, este não é um programa de uma força que se limita ao protesto e à contestação. É um programa de uma força que tem uma proposta verdadeiramente alternativa para promover o desenvolvimento do país, de uma força que não só está apta ao exercício do poder, como está pronta para assumir as mais elevadas responsabilidades no país. O país precisa na verdade e com urgência de uma outra política e de um governo que, em coerência, a concretize. Temos dito que seremos governo, se e quando o povo português quiser e quando a ruptura e a mudança de políticas forem impostas pela vontade popular. Isso não significa qualquer pretensão ao exercício exclusivo da governação ou a negação da disponibilidade de sempre do PCP para a convergência e cooperação com outras forças políticas democráticas e sociais na procura de soluções na construção de uma alternativa de esquerda, que tenha como base uma outra política e que rompa com o ciclo das políticas protagonizadas pelo PS, o PSD e o CDS-PP. Continua intacta não apenas a nossa disponibilidade, como o nosso empenhamento para a cooperação com todos os que de forma séria e convictamente estejam empenhados numa ruptura com a política de direita. Significa que não seremos governo a qualquer preço, por meros arranjos e acordos artificiais a pensar mais nas postas e nas pastas que na política a concretizar e à margem dos compromissos assumidos com o povo e com as forças sociais que aspiram, lutam e votam pela mudança e pela ruptura com a política de direita. Significa que não podem contar com este Partido Comunista Português para concretizar a mesma política que tem sido seguida nestes anos. Mas significa mais. Significa reconhecer que está nas mãos do povo, na sua luta e no seu voto e não na boa vontade de nenhum directório partidário dos partidos que têm governado o país, criar as condições para o surgimento de uma alternativa de esquerda verdadeiramente digna desse nome. Significa dizer que não há mudança sem o reforço daqueles que convictamente lutam por tal alternativa, como o PCP e a CDU. É por isso que nós dizemos aos trabalhadores e ao povo, incluindo àqueles também que votaram no PS e foram defraudados nas suas aspirações e interesses por um governo que fez o contrário do que anunciou que dêem força a este Partido, reforcem a CDU e a alternativa chegará, num tempo tão mais próximo quanto maior for esse reforço e esse apoio. Vivemos num tempo de grandes mistificações. O PS que tem governado à direita e com a direita ou o seu apoio em todos estes últimos anos e que até hoje não descartou a possibilidade de renovar e experiência de um governo do bloco central com o PSD, vem novamente dramatizar com o perigo do retorno da direita ao governo. Acusa todos os que, como o PCP, muito justamente criticam a sua governação e lhes pedem responsabilidades de quererem a direita no poder. Insinuam quando não o dizem que quem não está com o PS está com a direita. Não é nova esta espécie de chantagem. Ela faz parte do arsenal de recursos utilizados em todos estes anos para perpetuar a bipolarização política de vida portuguesa e atrair o chamado voto útil. Esse voto que o PS torna inútil logo que se apanha no poder, como o fez neste mandato que vai terminar. Mas quem derrota o PS, quem abre as portas à direita para regr
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Imunização contra a pandemia de burrice Morrem todos os anos milhões de pessoas vítimas de Malária que se podia prevenir com um simples mosquiteiro. Morrem todos os anos 2 milhões de crianças com diarreia que se poderia evitar com um simples soro que custa 25 cêntimos. Morrem todos os anos 10 milhões de pessoas com sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas. Mas raramente os noticiários falam disto. Porém, há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves, os noticiários mundiais inundaram-se de notícias... Uma epidemia, a mais perigosa de todas... Uma Pandemia! Não obstante, a terrífica gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas - 25 mortos por ano. Ora a gripe comum mata anualmente meio milhão de pessoas. Porquê, então, tanto escândalo com a gripe das aves?! Porque atrás desses frangos havia um “galo” de crista grande. Com a gripe das aves, a Roche e a Relenza, as duas maiores empresas farmacêuticas que vendem os antivirais – panaceias que apenas aliviam sintomas, mas nada curam – obtiveram milhões de dólares de lucro. Primeiro foi a gripe das aves, agora é a dos porcos. E todos os noticiários do mundo só falam disto... Já não se fala da crise económica nem das políticas educacionais nem dos problemas ambientais... Só a gripe A, a gripe dos porcos... Na gripe dos suínos há um fenómeno novo: a Vacina! Pois é!... Tantos anos e ainda não se conseguiu inventar uma vacina eficaz para a gripe comum e em 2 meses criaram a salvação da gripe A! – Uma vacina que obviamente não funciona – mas se vende aos milhares. E já estão encomendadas vacinas para 30% da população portuguesa. Sem comentários. Se atrás dos frangos havia um “galo”, não haverá também um “grande porco” atrás da gripe suína? A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflú. O principal accionista desta empresa é nada menos que um personagem sinistro, Donald Rumsfeld, secretário da defesa de George Bush, artífice da guerra contra Iraque. Os accionistas da Roche e da Relenza esfregam as mãos, felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o duvidoso Tamiflú. A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários da saúde. Não devem descurar-se as necessárias medidas de precaução que estão a ser tomadas pelos países. Mas se a gripe porcina é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação e se a Organização Mundial de Saúde se preocupa tanto com esta enfermidade, porque não a declara como um problema de saúde pública mundial e autoriza o fabrico de medicamentos genéricos para combatê-la? Por que não prescindir das patentes da Roche e da Relenza e distribuir medicamentos genéricos gratuitos a todos os países, especialmente os pobres?
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No Sábado, 5 de Setembro, às 20h, no Pavilhão da Emigração da Festa do Avante!, comemoração do 1º aniversário do blog Cheira-me a Revolução, colectivo comunista informal na net. Após um ano de publicação, o blog Cheira-me a Revolução fez convergir um número bastante alargado de simpatizantes e militantes comunistas, criando um espaço alargado de intervenção informal e divulgando quer o ideal comunista quer as acções e propostas do PCP e da CDU. Para além de agregar um grande número de bloggers comunistas, o Cheira-me a Revolução está também presente nas redes sociais Twitter e Facebook, completando uma rede bastante sólida de intervenientes e activistas, e tendo-se tornado uma plataforma informal de distribuição de informação comunista.
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Exmos Senhores e Senhoras Amigos Cegadenses... É com todo o prazer que o CEGADA, vos convida a assistir ao espectáculo "A FAN...FARRA" - o musical nunca visto! Será este o mote para a 28ª produção do Cegada Grupo de Teatro, a partir de textos de Karl Valentim, autor e actor alemão que parodiou a vida desde o início do século 20 até finais dos anos 40. No próximo fim de semana dias 10, 11 e 12 de Julho pelas 21H30, em ALVERCA no ESPAÇO CEGADA, Pct. 25 de Abril, em frente ao Centro Comercial Parque. Mais Informações e reservas 964322890. CEGADA GRUPO DE TEATRO
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O Conselho Português para a Paz e Cooperação realizou mais uma vez, por altura da Páscoa de 2009, uma Caravana de Solidariedade à República Árabe Saharaui Democrática, com o objectivo de visitar os campos de refugiados localizados em Tinduf e avaliar as condições actuais em que resiste o povo do Sahara Ocidental, por forma a reforçar a divulgação e sensibilização da opinião pública portuguesa face a este flagelo.Os participantes levaram consigo algumas doações de materiais, recolhidas de entre amigos, familiares e simpatizantes/activistas do CPPC, essencialmente medicamentos e material escolar.A recepção que tiveram foi calorosa e os materiais, mesmo em pequena quantidade foram recebidos com enorme satisfação por todos.Um dos participantes enviou-me as fotos que tirou e deu-me autorização para as divulgar: Podem ser vistas mais fotos da viagem e testemunhos em http://cppcsaharaui.blogspot.com/ .Este post foi também publicado no blog Cheira-me a Revolução!
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Dias 10 e 11 de Julho, FESTA DA FRATERNIDADE, nas Caldas das Taipas!Aparece! Trás um amigo! DIVULGA!!!http://bandeira-vermelha.blogs.sapo.pt/por uma sociedade mais justa e mais solidária!
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O que fazem Francisco Pinto Balsemão, Manuel Pinho e Manuela Ferreira Leite, numa reunião no hotel Astor Palace Vouliagméni, perto de Atenas, com mais uma centena de figuras ocidentais defensores da Aliança Atlântica, onde participa a NSA norte-americana, corporações económicas, grupos financeiros e militares, industriais e dos media? PS e PSD são fruta da mesma árvore, têm o mesmo tronco neo-liberal, com tendências autoritárias assim que têm espaço para tal, e andam juntos a conduzir Portugal há décadas para o estado em que se encontra hoje. Vê-los juntos no Clube Bilderberg, à mesma mesa com a nata do capitalismo ocidental, causa-me alguma náusea e reforça a minha convicção que só a CDU pode interferir neste «pas-de-deux» do PS e do PSD, através da intransigência na luta e, se possível, do crescimento eleitoral. Nenhum dos dois será um governo que siga políticas de justiça social, e ambos serão ferozes quanto à redução do Estado Social assim que chegarem ao Governo.
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