Movimentos Artísticos ao longo do tempo
Created by martinsgouveia on 19/05/2011
Last updated: 13/07/11 at 21:01
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Pós-modernismo - Movimento e artistas
Movimento de design, arquitetura e artes plásticas que rejeitou a preocupação de guerra pós-modernismo com a pureza da forma e da técnica . Os pós-modernistas usam uma combinação de elementos de estilo do passado, como o clássico eo barroco, mas também popular FIMS e revistas, e aplicá-los a poupar formas modernas, muitas vezes com efeito irónico.
Bidlo, Mike
Chicago, Judy
Flahiff, Daniel
Haacke, Hans
Hollein, Hans
Holzer, Jenny
Kelly, Mary
Koslov Mayr, Anton
Kruger, Barbara
Lawler, Louise
Levine, Sherrie
Mariscal, Javier
Mendini, Alessandro
Moore, Charles Willard
Prince, Richard
Rossi, Aldo
Salle, David
Schnabel, Julian
Sherman, Cindy
Sottsass, Ettore
Starck, Philippe
Venturi, Robert
Wall, Jeff
Webb, Andrew
Weingart, Wolfgang
Yoran, Varda
http://www.smarthistory.org/colescott.html
A influência do Minimalismo e da Arte Conceptual fez-se sentir numa série de novas experiências artísticas que marcaram os finais dos anos 60 e toda a década de 70. Experiências essas que rejeitaram, não só a impetuosidade do Informalismo, como também o vínculo ao kitsch legitimado pela Pop Art, e quaisquer outras formas ou melos de expressão tradicionalistas. Animados por um forte espírito de renovação e de transgressão de todas as normas e conceitos estabelecidos, estes artistas vão alargar a actividade artística a campos e universos até então inexplorados. Se a Arte Conceptual havia ultrapassado os conceitos redutores de “pintura" e "escultura", desprezando a matéria, a técnica e a plástica para valorizar a "ideia", a palavra e a comunicação, estas novas expressões vão aspirar a uma liberdade total e expandir a sua acção a operações de todo o género; para tal, apropriam-se das paisagens, dos ambientes, das tecnologias, dos materiais e de todas as linguagens que concorram para o seu objectivo: instaurar a presença do homem no mundo através do puro acto estético. Fosse qual fosse a direcção tomada, caminhávamos para a total desmaterialização do objecto artístico.
Land Art - ”artes da terra"
O primeiro passo para o abandono do atelier e para a reformulação das linguagens foi dado pelos artistas das "artes da terra", a Land Art, protagonizada por artistas como Robert Smithson (1938--1970), Michael Helzer, Richard Long (1945-) ou Walter de Maria (1935-). Os seus earthworks ("trabalhos da terra"), caracterizaram-se por intervenções de carácter efémero na paisagem, rural ou urbana, reelaborando a natureza e inscrevendo a sua presença física no terrltórlo.
Robert Smithson (1938-1973)
Sol LeWitt (1928)
Robert Morris (1931)
Carl Andre (1935)
Christo & Jeanne-Claude (ambos nascidos em 1935)
Walter de Maria (1935)
Dennis Oppenheim (1938)
Richard Long (1945).
http://pt.wikipedia.org/wiki/Land_Art
Arte Conceptual
Arte Conceptual - Movimento e Artistas
Na arte Conceptual, a ideia - ou seja a mensagem sobrepõe-se à estética - é mais importante que a obra de arte.
Foi Sol Lewitt que, em 1968, fixou o termo Arte Conceptual para se referir a um projecto artístico no qual a "ideia" era mais importante do que a "obra" em si.
A Arte Conceptual tornou-se um fenómeno internacional a partir de 1965, abolindo radicalmente o "objecto artístico" e desviando a atenção do espectador para a documentação inerente ao processo criativo, como textos, mapas, diagramas, vídeos, fotografias e performances exibidos numa galeria ou concebidos para lugares específicos. Este entendimento do "artista conceptual" como um fazedor de ideias mais do que objectos, tal como definido por joseph Kosuth (1945-), Lawrence Weiner (1940-) ou Victor Burgin (1941-), veio fragilizar as noções tradicionais de artista e do objecto artístico, e questionar a própria linguagem da arte, os conceitos, as técnicas e os métodos tradicionais da produção artística.
A influência do Minimalismo e da Arte Conceptual fez-se sentir numa série de novas experiências artísticas que marcaram os finais dos anos 60 e toda a década de 70. Experiências essas que rejeitaram, não só a impetuosidade do Informalismo, como também o vínculo ao kitsch legitimado pela Pop Art, e quaisquer outras formas ou melos de expressão tradicionalistas. Animados por um forte espírito de renovação e de transgressão de todas as normas e conceitos estabelecidos, estes artistas vão alargar a actividade artística a campos e universos até então inexplorados. Se a Arte Conceptual havia ultrapassado os conceitos redutores de “pintura" e "escultura", desprezando a matéria, a técnica e a plástica para valorizar a "ideia", a palavra e a comunicação, estas novas expressões vão aspirar a uma liberdade total e expandir a sua acção a operações de todo o género; para tal, apropriam-se das paisagens, dos ambientes, das tecnologias, dos materiais e de todas as linguagens que concorram para o seu objectivo: instaurar a presença do homem no mundo através do puro acto estético. Fosse qual fosse a direcção tomada, caminhávamos para a total desmaterialização do objecto artístico.
Com fortes raízes no movimento Dada este movimento foi igualmente influenciado por filósofos como Wittgenstein.
Artistas mais relevantes:
Duchamp, Marcel
Acconci, Vito
Baldessari, John
Beuys, Joseph
Kaprow, Allan
Klein, Yves
Kosuth, Joseph
LeWitt, Solf
Nauman, Bruce
Ono, Yoko
Outros aristas:
Aber, Richard
Ader, Bas Jan
Alptekin, Huseyin
Altindere, Halil
Amiran, Keren
Anastasi, William
Goldberg e Faivovich
Antin, David
Antin, Eleanor
Arakawa, Shusaku
Asher, Michael
Autogena, Lise
Bain, Mark
Barry, Robert
Baxter, Ian
Beltran, Erick
Berchem, Otto
Mabe Bethonico
Biava, Maura
Bijl, Guillaume
Bijl, Marc
Blanchon, Robert
Bochner, Mel
Boezem, Marinus
Bony, Oscar
Boshoff, Willem
Bown, Dave
Bown, Ryan
Bozhkov, Daniel
Broodthaers, Marcel
Brouwn, Stanley
Buchler, Pavel
Bunn, Geoff
Burgin, Victor
Andre cadere
Calle, Sophie
Camnitzer, Luis
Campbell, Andrew
Caramelle, Ernst
Carnevale, Graciela
Castillo Deball, Mariana
Center, Hi-vermelho
Chalayan, Hussein
Chávez, Lia
Cherkassky, Zoya
Chicago, Judy
Clark, Lygia
Craig-Martin, Michael
Cupere, Pedro de
d'O, Honoré
Da Beatriz Costa
Darboven, Hanne
Darmawan, Ade
Debord, Guy
Declercq, Alain
Deutschbauer, Julius
Dibbets, Jan
Dimitrijevic, Braco
Dodge, Jason
Doherty, Willie
Dona, Lydia
Downsbrough, Peter
Duman Alberto
Jean Dupuy
Duyckaerts, Erick
Eielson, Jorge
Einarsson, Gardar Eide
Eyfjord, Steingrimur
Ferreira, Angela
Fiks, Yevgeniy
Fink, Christoph
Flahiff, Daniel
Fontaine, Claire
Ford, James
Forouhar, Parastou
Forster, Catherine
Franco, Daniela
Frankovich, Alicia
Frenken, Wil
Fulton, Hamish
Gaines, Charles
Torres Garcia, Mario
Gecan, Tomo Savic
Geers, Kendell
Genpei, Akasegawa
Graham, Dan
grupo Superflex
Gu Wenda
Haacke, Hans
Haaijer, Leidi
Hajas, Tibor
Halewijn, Han
Harris, Lynn Kira
Harvey, Michael
Hesse, Eva
Hiller, Susan
Hilliard, John
Holler, Carsten
Hovagimyan, GH
Huebler, Douglas
Iapino, Jessica
Jones, Joe
Kabakov, Ilya
Kaltenbach, Stephen
Kameric, Sejla
Kantor, Tadeusz
Kashiwagi, Naomi
Kawara, em
Kelly, Mary
Kerbel, Janice
Kimsooja
Kozlowski, Jaroslaw
Kubota, Shigeko
Landau, Sigalit
Linguagem, Arte e
Latham, John
Lawler, Louise
Lewandowsky, Via
Lewis, Ruark
Linke, Armin
Lombardi, Marcos
Lowendahl atômica, Anna Livia
Lulaj, Armando
Maciunas, George
Robert MacPherson
Igor Makarevich
Makipaa, Chá
Maltzahn, Katrin von
Mangelos, Dimitrije Basicevic
Manglano-Ovalle, Inigo
Manzoni, Piero
Martin, Kris
Masi, Denis
Mathieu, Georges
Matsuzawa, Yutaka
McCollum, Allan
Meireles, Cildo
Melamid, Komar e
Mendieta, Ana
Meza, Abinádi
Paul Miller
Mir, Aleksandra
Mir, Alexandra
Miyajima, Tatsuo
Mohorovic, Orlando
Molina Pantin, Luis
Morales, Julio Cesar
Morris, Robert
Mueller, Philipp cristã
Muller, Dave
O'Brien, Dermot
Oiticica, Hélio
Padgett, Ron
Pajdic, Predrag
Paolini, Giulio
Pape, Lygia
Patterson, Simon
Javier Penafiel
Pendleton, Adam
Perjovschi, Dan
Picasso, Fernando
Alexander Pilis
Piper, Adrian
Pogacar, Tadej
Raetz, Markus
Ramirez, Marcus
Reichek, Elaine
Rombouts, Guy
Rosen, Kay
Rosenthal, Barbara
Rosler, Martha
Roysdon, Emily
Sander, Katya
Schulz, Tilo
Sederowsky, Dana
Shanabrook, Stephen
Shimamoto, Shozo
Shiomi, Mieko
Silverlake, TJ
Smith, Kiki
Snow, Michael
Staeck, Klaus
Subrin, Elisabeth
Tauber, Joel
Terada, Ron
Tolaas, Sissel
Toroni, Niele
Tripp, AC
Tsaushu, Noa
Ukeles, Laderman-Mierle
Timm Ullrichs
Urbonas Nomeda & Gediminas
van Hoorn, Allard
Vautier, Ben
Venet, Bernar
Wallace, Ian
Varsóvia, Little
Weiner, Lawrence
Wilke, Hannah
Willats, Stephen
Williamson, Sue
Winkler, Michael
Wodiczko, Krzysztof
Xiaofang, Min
Yadzinski, Stephen
Yates, Marie
Zakai, Shai
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_conceptual
Arte Op - Optica - Movimento e artistas
Movimento de meados de 1960, que se desenvolveu nos Estados Unidos e Europa, em meados dos anos 1960. Decorrente do expressionista abstracto, a op art inclui pinturas que criam efeitos cinéticos de superfície.
Foi o mesmo espírito instável, dinâmico e mutável latente na obra que a Op Art (abreviatura de Optical Art) viria a desenvolver, principalmente através do trabalho de Victor Vasarely (1908-) e Bridget Riley (1931-). Convocando a participação involuntária do espectador, estas obras privilegiam os valores visuais sobre os expressivos, produzindo uma série de efeitos e ilusões ópticas, de modo a gerar sensações de movimento e a provocar a sua instabilidade perceptiva.
As cores foram usadas na criação de efeitos visuais , como imagens fixas e trompe-Loeil, cores vibrantes, círculos concêntricos e padrões moire pulsante eram característicos de obras de Victor Vasarely, Anusziewicz Richard, Bridget Riley, Ad Reinhardt, Kenneth Noland e Larry Poons.
Agam, Yaacov
Andrade, Edna
Anuszkiewicz, Richard
Calderara, Antonio
Cruz Diez, Carlos
Dobes, Milan
Fleischmann, Adolf
Fruhtrunk, Gunter
Graevenitz, Gerhard von
Mavignier, Almir
Messen Jaschin, Youri
Riley, Bridget
Soto, Jesus Rafael
Stanczak, Julian
Takis, Vassilakis
Vasarely, Victor
http://the-artists.org/artistsbymovement/Op-Art-Optical-Art
Arte Minimal - Movimento e Artistas
Estilo dos anos 1960 - 1970, nele a pintura e escultura são reduzidas ao essencial pelo uso de formas elementares e geométricas e "estruturas primárias", para chegar ao mais extremo formalismo no espaço. O trabalho é o resultado final de um processo criativo pré-determinado.
Este movimento é a resposta possível à explosão iconográfica da sociedade de consumo e da cultura Pop foi o silêncio, a acção mínima ou a redução dos efeitos expressivos da obra à simplicidade extrema proposta pela Arte Minimal. Esta tendência desenvolveu-se nos Estados Unidos da América, nas décadas de 60 e 70, e caracterizou-se pela apresentação de objectos unitários, pela repetição de estruturas primárias, matrizes lineares e grelhas com uma precisão matemática, cujas formas eram integradas e relacionadas com o espaço envolvente, invocando uma experiência física do espectador com a obra. Artistas como Donald judd (1928-1994), Richard Morris (1938-), Dan Flavin (1933-), Richard Serra (1939-), Carl Andre (1935-) e Sol Lewitt (1928-) privilegiaram a ordem, a clareza e a simplicidade em trabalhos puramente abstractos, objectivos e anónimos, já que a indiferença do artista perante a obra acabada é uma característica do Minimalismo; a utilização de meios mecânicos e das tecnologias modernas na produção artística distanciava cada vez mais os artistas da execução da obra, fazendo prevalecer a ideia ou o suporte conceptual que a gerara.
Agnetti, Vincenzo
Andre, Carl
Baer, Jo
Bandau, Joachim
Bladen, Ronald
Bochner, Mel
Bonalumi, Agostino
Bown, Dave
Bruggeman, Stefan
Andre Cadere
Castellani, Enrico
Tony Conrad
Craig-Martin, Michael
Fan, Shen
Flavin, Dan
Fontana, Lucio
Gudmundsson, Kristjan
Judd, Donald
Klein, Yves
Kolehmainen, Ola
Mangold, Robert
Manzoni, Piero
Maria, Walter de
Martin, Agnes
McCracken, JohnMorris, Robert
Noland, Kenneth
Palermo, Blinky
Posenenske, Charlotte
Reinhardt, Ad
Ryman, Robert
Serra, Richard
Stella, Frank
Walsh, Dan
Webster, Meg
Yadzinski, Stephen
Young, Peter
Adaptado de:
http://the-artists.org/artistsbymovement/Minimal-Art
http://the-artists.org/artistsbymovement/Minimal-Art
Arte Povera - Arte Pobre - Movimento e Artistas
Movimento dos anos 1960 a 1968.
O termo "arte povera" foi introduzido pelo crítico de arte e curador , Germano Celant, em 1967. Os seus textos pioneiros e uma série de exposições forneceram uma identidade colectiva a um grupo de jovens artistas italianos, com base em Turim, Milão, Gênova e Roma. Eles trabalhavam de forma radical, rompendo com o passado e iniciando um diálogo desafiador com as tendências da Europa e América.
A Arte Povera (Arte Pobre), explorou as propriedades físicas e químicas de materiais vulgares e insignificantes, numa tentativa de fundir a natureza com a cultura. Por exemplo, Mario Merz (1925-), Michelangelo Pistoletto (1933-) ou Giuseppe Penone (1947-) propuseram uma reflexão sobre a vida contemporânea e sobre a relação do Homem com a envolvente, numa atitude precária, anti-informal e anticomercial que se limitava a interpretação da matéria e das qualidades físicas do meio e dos elementos naturais.
Ackling, Roger
Anselmo, Giovanni
Arends, Stuart
Boetti, Alighiero
Calzolari, Pier-Paolo
Cosentino, Rossella
Fabro, Luciano
Fontana, Lucio
Gilardi, Piero
Kounellis, Jannis
Manzoni, Piero
Merz, Mario
Merz, Marisa
Pascali, Pino
Penone, Giuseppe
Pistoletto, Michelangelo
Prini, Emilio
Roloff, John
Ruthenbeck, Reiner
Zorio, Gilberto
Adaptado de:
http://the-artists.org/artistsbymovement/Arte-Povera
http://the-artists.org/artistsbymovement/Arte-Povera
Arte Pop- Movimento e Artistas
Este movimento de meados dos anos 1950 em Inglaterra e finais dos anos de 1950 nos EUA, a arte Pop é arte das imagens populares.
A Pop Art surge como expressão e reflexo da cultura urbana da sociedade pós-industrial nascida depois da ll Guerra Mundial. Manifestando-se primeiro em Inglaterra nos anos 50 e expandindo-se depois nos Estados Unidos da América, este movimento conseguiu um equilíbrio entre o progresso eufórico e as suas consequências negativas.
Enquanto em Inglaterra os seus artistas assumiram uma atitude critica em relação aos hábitos de consumo da sociedade, nos Estados Unidos os temas distanciaram-se de qualquer compromisso político ou social, adoptando as mesmas técnicas de comunicação que a própria sociedade (a publicidade).
Enraizado no Dadaísmo e na obra de Marcel Duchamp, este movimento inspira-se no imaginário da sociedade de consumo e da cultura de massas, como figuras da política, do cinema, do espectáculo, da música popular, marcas de produtos e todo o tipo de imagens vulgarizadas pelos mass media.
Recorreram a meios expressivos usados na publicidade e na banda desenhada e exploraram técnicas como a fotomontagem, a colagem, a serigrafia e a assemblage, em temáticas que salientavam a realidade da vida quotidiana, da sociedade de consumo e da comunicação de massas.
Adami, Valerio
Amen, Woody van
Arman
Artschwager, Richard
Asselbergs, Gustave
Baldaccini, Cesar
Barker, Clive
Bentum, Rik van
Blake, Peter
Boshier, Derek
Boty, Pauline
Caulfield, Patrick
d'Arcangelo, Allan
de-Guillebon, Jeanne-Claude
Dine, Jim
Donaldson, Antony
Escobar, Marisol
Fahlstrom, Oyvind
Hains, Raymond
Hamilton, Richard
Hockney, David
Hopper, Dennis
Horkay, Istvan
Indiana, Robert
Jeong-Hwa, ChoiJohns, Jasper
Jones, Allen
Kanovitz, Howard
Kaufman, Steve
Kienholz, Edward
Kitaj, R B
Krushenick, Nicholas
Laing, Gerald
Lichtenstein, Roy
Oldenburg, Claes
Paolozzi, Eduardo
Phillips, Peter
Ramos, Mel
Rauschenberg, Robert
Richter, Gerhard
Rivers, Larry
Rosenquist, James
Ruscha, Edward
Scharf, Kenny
Segal, George
Self, Colin
Smith, Richard
Thiebaud, Wayne
Tilson, Joe
Warhol, Andy
http://the-artists.org/artistsbymovement/Pop-Art
Body Arte - Performance - Movimento e Artistas
Movimento surgido nos finais dos anos 1950, conhecido como body art, performance, "Aktionism", Happenings. Todos estes, são nomes para muitas formas de expressão artística do século 20 que usaram o próprio corpo do artista como sujeito e objeto da obra em si.
Por vezes o artista integra o seu próprio corpo na performance - O corpo é usado como um meio (suporte) em si a Body Art , como acontece com Vito Acconci (1940-), Arnulf Rainer, (1929-) ou Dennis Oppenheim (1938-), utilizando o corpo como suporte de referência da sua intervenção.
Os artistas foram além do conceito de representação de experimentar o evento estético diretamente e abertamente na primeira pessoa.
A Arte corporal também é uma sub-categoria de arte performática (performance), em que os artistas usam seu próprio corpo para comunicar.
Agindo fora dos gestos de pintura (Jackson Pollock, Yves Klein, o Gutai grupo ); posando para a câmera (Hannah Wilke, Mariko Mori), sujeitando-se a actos de violência (Chris Burden, Gunter Brus, Gina Pane, Franco B), exibindo actos de proeza atlética e de coragem (Matthew Barney, Marina Abramovic), ou mesmo masturbando-se na galeria (Vito Acconci), os artistas desde a década de 1950 usaram os seus corpos para subverter, chocar e politizar a arte contemporânea.
Marina Abramovic: Para ser um espectáculo, o artista tem que odiar o teatro. "Teatro é falso ... A faca não é real, o sangue não é real, e as emoções não são reais:. O desempenho é exactamente o oposto, a faca é real, o sangue é real, e as emoções são reais. "
Abboud, Jumana Emil
Abdul, Lida
Abramovic, Marina
Adamo, David
Ader, Bas Jan
Agassi, Nelly
Ajchariyasophon, Angrit
Akhunov, Vyacheslav
Albarracin, Pilar
Allen, Jonathan
Almeida, Helena
Alvarado, Narda
Amorales, Carlos
Anastasi, William
Jos de Gruyter Harald Thys
Anderson, Laurie
Andrianomearisoa, Joel
Antin, David
Antin, Eleanor
Antoni, Janine
Arakawa, Shusaku
Arakawa, Ei
Arcadion, Stelios
Armagnac, Ben
Arnatt, KeithCritical Art Ensemble
Artigas, Gustavo
Askevold, David
Astore, Mireille
Atlas, Charles
B, Franco
Bag, Alex
Banal, Yason
Massimo Bartolini
Bauer, Otmar
Beecroft, Vanessa
Bejenaru, Matei
Belmore, Rebecca
Bennett, Justin
Beqiri, Sokol
Berksoy, Semiha
Bernstrup, Tobias
Bertiller, Gabriela
Biswas, Ansuman
Blonk, Jaap
Bock, John
Bodzianowski, Cezary
Bonneville, Miguel
Bornstein, Kate
Bowery, Leigh
Ulla von Brandenburg
Brisley, Stuart
Brothers, Gao
Bruguera, Tania
Bruno, Christophe
Brus, Gunter
Bul, Lee
Burden, Chris
Byars, James Lee
Andre Cadere
Cai Yuan, JJ XI &
Campbell, Barbara
Campos-Pons, Maria Magdalena
Cassaro, Franklin
Castro, Jota
Center, Hi-Red
Chang, Patty
Chetwynd, Spartacus
Chong, Ping
Nikhil Chopra
Christiansen, Henning
Chua, George
Claxton, Dana
Coates, Marcus
Coble, Mary
Coleman, KimCondon, Brody
Cranston, Meg
Crotti, Jean
Danko, Aleks
Davis, Douglas
de Nooijer, Paul and Menno
Deutschbauer, Julius
Toni Dove
Durham, Jimmie
Edelson, Mary Beth
Ekici, Nezaket
El-Hassan, Roza
Engelen, William
Espaliu, Pepe
Export, Valie
Fabio Balducci, Marie Cool
Fakler Merit
Faustino, Didier Fiuza
Filliou, Robert
Finley, Karen
Fischbeck, Luke
Flatz, Wolfgang
Fox, Terry
Framis, Alicia
Fraser, Andrea
Frenkel, Vera
Fusco, Coco
Gabrans, Gints
Galindo, Regina Jose
Garcia, Dora
Johannes Gees
George, Gilbert &
Geva, Attilio
Gilmore, Kate
Goldstein, Jack
Grossarth, Ulrike
Grubanov, Ivan
Gupta, Subodh
Haghighian, Natascha Sadr
Hajas, Tibor
Hammons, David
Handelman, Michelle
Harris, Lyle Ashton
Hay, Young
Hayes, Sharon
Hendricks, Geoffrey
Heng, Amanda
Hennings, Emmy
Hill Gary
Holmqvist, KarlHoover, Nan
Hsieh, Tehching
Huan, Zhang
Hughes, George
Hunter, Roddy
Hutber, Reynir
Ianes Mauricio
Ichiyanagi, Toshi
Ikonen, Riitta
Ivekovic, Sanja
Jacob, Luis
Jacobsen, Henrik-Plenge
Janin, Zuzanna
Jianwei, Wang
Johnston, Sandra
Jonas, Joan
Jones, Lyndal
Jones, Kim
Kalleinen, Tellervo
Kantor, Istvan
Karvonen, Otto
Kimura, Taiyo
Ragnar Kjartansson
Klauke, Jurgen
Klose, Anastasia
Kochta, Oliver
Koller, Julius
Kostova, Daniela
Kovylina, Elena
Kozyra, Katarzyna
Kuang-Yu, Tsui
Kubota, Shigeko
Kulik, Oleg
Kunkel, Oliver
Kushner, Robert
Kwiek, Przemyslaw
Kwong Chi, Tseng
Landau, Sigalit
Latham, John
Lauridsen, Hanne
Lee, Hyungko
Lei, Yan
Leutenegger, Zilla
Lim, Jason
Lim, Minouk
Linzy, Kalup
Liuming, Ma
Lohaus, Bernd
Lucas, Kristin
Lucas CristinaLuethi, Urs
Maciunas, George
Maggi, Ruggero
Maloberti, Marcello
Manfredini, Giovanni
Mathieu, Georges
Matta-Clark, Gordon
Mattsson, Lena
McCallum and Jacqueline Tarry, Bradley
McCarthy, Paul
Mclean, Bruce
McNamara, Ryan
Meese, Jonathan
Mendieta, Ana
Menlibayeva, Almagul
Metzger, Gustav
Milivojevic, Era
Ming, Zhu
Marta Minujin
Mir, Aleksandra
Miralda, Antoni
Mocellin, Ottonella
Montano, Linda
Moorman, Charlotte
Morey, Joan
Moyses, Beth
Muehl, Otto
Mullican, Matt
Murakami, Saburo
Nauman, Bruce
Nawalowalo, Nina
Neiburga, Katrina
Ngui, Matthew
O Grivo
Olowska, Paulina
Onofre, Joao
Ontani, Luigi
Orimoto, Tatsumi
Orlan
Osei-Bonsu, Afua
Osmolovsky, Anatoly
Ostojic, Tanja
Ozkaya, Serkan
Panayiotou, Christodoulos
Pane, Gina
Parr, Mike
Petschnig, Maria
Pezold, Friederike
Prvacki, Ana
Putnam, AdamQuintas Rudolfo
Raeven, L.A.
Rees Michael
Rhode, Robin
Ringholt, Stuart
Robert, Jimmy
Rohn, David
Rolla, Marco Paulo
Rose, Tracey
Rosenthal, Barbara
Rosler, Martha
Rubingh, Iepe B. T.
Saadeh, Raeda
Saito, Takako
Salloum, Jayce
Samant, Sharmila
Samaras, Lucas
Sasamkioto, Aki
Schneemann, Carolee
Schneider Ira
Schwarzkogler, Rudolf
Schwensen, Tony
Scott Jill
Seaman, Bill
Sederowsky, Dana
http://the-artists.org/artistsbymovement/Performance-Art
http://the-artists.org/artistsbymovement/Performance-Art
Cobra - Movimento e Artistas
Associação de artistas nórdicos (Copenhaga, Bruxelas e Amsterdão), formada por Karel Appel, Asger Jorn e Alechinsky, por volta de 1948 e que se inspirou no imaginário fantástico do folclore nórdico e da simbologia mística.
Adoptaram cores fortes e violentas e promoveram a livre expressão do subconsciente, em obras de espírito existencialista e ”brutalista".
Alechinsky, Pierre
Alfelt, Else
Appel, Karel
Balle, Mogens
Bille, Ejler
Brands, Eugene
Bury, Pol
Corneille Guillaume
Cox, Jan
d'Haese, Reinhoud
Diederen, Jef
Dotremont, Christian
Gaag, Lotti van der
Gilbert, Stephen
Gudnason, Svavar
Heerup, Henry
Heusch, Luc de
Jacobsen, Robert
Jorn, Asger
Kouwenaar, Gerrit
Lindstrom, Bengt
Lucebert
Nieuwenhuijs, Jan
Nieuwenhuys, Constant
Noiret, JosephOrtvad, Erik
Pedersen, Carl-Henning
Rooskens, Anton
Tajiri, Shinkichi
Thommesen, Erik
Vandercam, Serge
Wemaere, Pierre
Wolvecamp, Theo
http://the-artists.org/artistsbymovement/Cobra
http://the-artists.org/artistsbymovement/Cobra
Expressionismo Abstracto ou
- Movimento e Artistas
Estilo desenvolvido entre 1940 e 1960, a "action painting" ou abstracção gestual é um estilo de natureza expressionista, que usa "dripting" ou salpicos de tinta. O termo foi intriduzido pelo crítico norte americano Harold Rosenberg, em 1952, e assinalou uma grande mudança na perspectiva estética da Escola de Nova Iorque. Enquanto expressionistas abstractos, como Jackson Pollock e Willem de Kooning tinham sido sinceros na sua visão da pintura como uma arena em que tentam chegar a acordo com o acto de criação, os críticos anteriores solidários com a sua causa, como Clement Greenberg , focam nas suas obras a objectividade. Para Greenberg , era o carácter físico das suas pinturas - a matéria coagulada e o óleo endurecido sobre as superfícies a chave para compreendê-los como documentos dos artistas que travavam uma " luta existencial.
Mercê de um quadro económico favorável e recebendo os artistas emigrantes europeus que se refugiam da guerra, os Estados Unidos da América vão substituir o protagonismo artístico até então desempenhado pela Europa, passando Nova lorque a constituir o centro cultural e artístico mundial.
A partir dos anos 40, os artistas afirmam a autonomia da arte em relação às vanguardas históricas, desenvolvendo linguagens abstractas, livres e espontâneas.
O Expressionismo Abstracto adopta o gestualismo como forma de expressão e com o objectivo de explorar o movimento e a energia despendida pelo artista no acto de pintar. É privilegiado o acto de pintar - action paintig - em telas de grandes dimensões, sobre o solo, possibilitando ao artista estar "dentro" da obra e acentuando
a sua relação física com os suportes, instrumentos e materiais. Pollock desenvolveu a técnica de dripping, vertendo tinta sobre a tela ou largando pingos com a trincha. A tela é pintada em toda a dimensão — over all painting — sem valorização de zonas ou critérios de composição.
Baziotes, William
Bluhm, Norman
Davie, Alan
Firestone, Robert
Francis, Sam
Frankenthaler, Helen
Gambini, William
Goldberg, Michael
Gorky, Arshile
Guston, Philip
Hartigan, Grace
Hofmann, Hans
Kline, Franz
Kooning, Elaine de
Kooning, Willem de
Krasner, Lee
Mitchell, Joan
Motherwell, Robert
Newell, Roy
Pollock, Jackson
Roos, Aart
Rothko, Mark
Slivka, David
Smith, David
Sterne, HeddaStill, Clyfford
Tomlin, Bradley Walker
Tworkov, Jack
http://the-artists.org/artistsbymovement/Abstract-Expressionism
Arte Informal - movimento e artistas and
Movimento iniciado na década de 1940 - 1950 - "Un autre Art" - Arte de outra espécie.
Arte Informal (ou tachismo, ou abstracção lírica) tende para o gestual - gestualismo e expressivo, com repetição de caracteres caligráficos e formatos anti-composicionais relacionadas com o Expressionismo , que é muitas vezes considerado seu equivalente norte-americano.
Alguns artistas:
Atlan, Jean
Bazaine, Jean Rene
Bissiere, Roger
Bluhm, Norman
Bryen, Camille
Burri, Alberto
Dubuffet, Jean
Fautrier, Jean
Franken, Ruth
Hartung, Hans
Manessier, Alfred
Miotte, Jean
Poliakoff, Serge
Riopelle, Jean-Paul
Soulages, Pierre
Stael, Nicolas de
Tapies, Antoni
Tapies, Michel
Wols
in:
http://the-artists.org/artistsbymovement/Art-Informel
http://the-artists.org/artistsbymovement/Art-Informel
Abstracção Orgânica - Movimento e artistas
Surgido nos anos de 1940 este não é um verdadeiro movimento de arte. A utilização de formas arredondadas ou ondulado abstracto com base naquilo que se encontra na natureza é uma característica das obras destes artistas.
Na contemplação da Natureza somos perpetuamente renovados.
Barbara Hepworth
Alguns artistas:
Arp, Jean
Brancusi, Constantin
Castiglioni, Achille
Eames, Charles
Greene, Serene
Hepworth, Barbara
Miro, Joan
Moore, Henry
Noguchi, Isamu
Ryan, Sharon
Saarinen, Eero
Tanguy, Yves
Adaptado de:
http://the-artists.org/artistsbymovement/Organic-Abstraction
http://the-artists.org/artistsbymovement/Organic-Abstraction
Arte e Media Electrónicos / Tecnologia
Desde o início do século 20 artistas incluem as novas possibilidades oferecidas pelos meios electrónicos para criar arte. Estes novos meios electrónicos e tecnológicos exigem dos fruidores uma nova atitude pois apresentam-se de uma forma que não é a visual impressa, tais como gravações de vídeo, gravações de áudio, apresentações multimídia, etc. Estas obras podem existir em formato analógico ou digital. Os artistas usam diferentes tipos de luz eléctrica, laser, sistemas de som, sistemas de vídeo, câmaras, computadores, software , telefones, telefones móveis , componentes eléctricos (diodos, fios, ...), motores , painéis solares, scanner, impressora, projectores ou outros sistemas de visualização, internet, sensores, electrocardiograma (ECG), etc.
Nam jun Paik
Grupo de Arquitetura da Máquina
Viola, Bill
Consulte outros em:
http://the-artists.org/alphabet/artistbymovement/electronic-media/cm9r/1
http://the-artists.org/artistsbymovement/electronic-media
Arte Concreta - Movimento e artistas
O termo arte concreta é usado por Theo van Doesburg (1883-1931), que participa do grupo e revista homônimos fundados em 1930, em Paris. No texto de introdução do primeiro número da revista Arte Concreta, pontua o que seria a base da pintura concreta: "1º A arte é universal; 2º A obra de arte deve ser inteiramente concebida e formada pelo espírito antes de sua execução [...]; 3º O quadro deve ser inteiramente construído com elementos puramente plásticos, isto é, planos e cores. Um elemento pictural só significa a 'si próprio' e, conseqüentemente o quadro não tem outra significação que 'ele mesmo'; 4º A construção do quadro, assim como seus elementos, deve ser simples e controlável visualmente; 5º A técnica deve ser mecânica, isto é, exata, antiimpressionista; 6º Esforço pela clareza absoluta". Portanto, a arte concreta tenta abandonar qualquer aspecto nacional ou regional e se afasta inteiramente da representação da natureza. E, negando as correntes artísticas subjetivistas e líricas, recusa o sensualismo e a arte como expressão de sentimentos.
Sem implicar uma arte figurativa, a arte concreta nasce também como oposição à arte abstrata, que pode trazer vestígios simbólicos por causa de sua origem na abstração da representação do mundo. Linha, ponto, cor e plano não figuram nada e são o que há de mais concreto numa pintura. Segundo Van Doesburg, um nu feminino, uma árvore ou uma natureza-morta pintados não são elementos concretos, mas abstrações. O que há de concreto numa pintura são os elementos formais. No entanto, Wassily Kandinsky (1866-1914) publica, em 1938, um artigo intitulado Arte Concreta para definir a pintura abstrata e não figurativa.
A arte concreta é herdeira das pesquisas do grupo De Stijl [O Estilo], 1917/1928, de Piet Mondrian (1872-1944) e Van Doesburg, que busca a pureza e o rigor formal na ordem harmônica do universo. Além disso, parte de ideais da Bauhaus, 1919-1933, nos quais a racionalidade deve estar presente em todos os âmbitos sociais e nas conquistas da arte democratizadas pela indústria. O artista suíço Max Bill (1908-1994), nos anos 1950, com a Hochschule für Gestaltung (HfG) [Escola Superior da Forma], em Ulm, Alemanha, tenta levar adiante esse projeto. Para Bill - um dos principais responsáveis pela divulgação da arte concreta na América Latina -, a matemática é o meio mais eficiente para o conhecimento da realidade objetiva e uma obra plástica deve ser ordenada pela geometria e pela clareza da forma. Em 1948, o argentino Tomás Maldonado (1922), que se torna professor da Escola Superior da Forma, faz contato com Bill. Antes disso, O Manifesto Invencionista publicado em 1946, na revista Arte Concreto-Invención, em Buenos Aires, reafirma o fim da arte como representação e ilusão, e diz ainda que "a estética científica substituirá a milenar estética especulativa e idealista".
in: http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=termos_texto&cd_verbete=3777
Arp, Jean
Bill, Max
Calderara, Antonio
Doesburg, Theo van
Geertsen, Ib
Geiger, Rupprecht
Hajek, Otto Herbert
Le Parc, Julio
Lohse, Richard Paul
Vordemberge-Gildewart, Friedrich
http://the-artists.org/artistsbymovement/Concrete-Art
Arte Deco - estilo e artistas
O nome genérico de Art Déco tem sido usado de um modo não muito rigoroso. Concretamente, designa uma estética facilmente identificável, associada à arquitectura e ao design, que nos remete para uma época difusa. Indubitavelmente está ligada ao american way of life...
Mas na verdade esta designação foi atribuída a posteriori em referência à Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais ocorrida em Paris em 1925, onde se apresentou o que de melhor então se produzia no domínio dos objectos utilitários domésticos. Este foi, inicialmente, um estilo meramente decorativo destinado exclusivamente às artes aplicadas, também chamadas "artes da casa" e por isso a classe média, sua principal consumidora, o acolheu tão bem.
A chave do seu sucesso residiu na utilização de elementos tradicionais "condimentados" com ingredientes modernos – uma mistura de Arte Nova e arte primitiva (africana, egípcia, sul-americana) com o vocabulário da vanguarda das artes plásticas. Por este motivo, denotou uma expressão muito heterogénea, requintada, exótica e ecléctica, que ia da funcionalidade pura ao ornamento puro, da depuração ao exagero...
Por fim, a estética modernista acabou por triunfar sobre o pesado decorativismo através da tendência acentuada para a abstracção, patente na geometrização e estilização das formas e na predominância de ângulos e arestas vivas.
Foi também característico deste estilo o recurso sistemático à tecnologia, que procurou valorizar esteticamente através da combinação sofisticada de tradição e inovação, ao nível de técnicas e materiais. Esta combinação verificou-se exemplarmente nas áreas onde as artes aplicadas mais se distinguiram: no mobiliário (madeira de ébano, palma e nogueira, incrustações de madrepérola, marfim, tartaruga, prata, ouro, lacagem); no vidro (pasta de vidro, moldagem, gravação, esmaltagem); no metal (ferro forjado, bronze, cobre, alumínio, aço, aplicações de vidro, madeira e pedra, cromagem) e na joalharia (platina, ónix, plástico, lápis-lazúli, ágata, coral, baquelite, jade, engastes, esmaltes). Nesta última área o Art Déco revelou-se particularmente criativo – botões, boquilhas, cigarreiras, caixas e blocos de apontamentos foram literalmente inventados!
Conforme a natureza dos ofícios e a qualidade dos mestres, encontraram-se lado a lado no Art Déco objectos para produção em série e obras únicas. Na verdade, os grandes mestres das artes aplicadas – Ruhlmann e Dunand no mobiliário, Lalique no vidro, Brandt e Puiforcat no metal, Cartier na joalharia – situaram-se entre os maiores artistas da sua época.
in: http://obviousmag.org/archives/2004/11/art_daco_i.html
Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2004/11/art_daco_i.html#ixzz1N6iL2p9A
http://the-artists.org/artistsbymovement/Art-Deco
http://the-artists.org/artistsbymovement/Art-Deco
Foi um movimento literário e artístico que se desenvolveu a partir do programa estético do poeta André Breton, reflectindo o período que se vivia na Europa entre as duas Guerras Mundiais e procurando exprimir as novas dimensões da condição humana.
Recolhendo influências remotas em Bosch, Arcimboldo ou Goya, teve como percursor a Pintura Metafísica de Giorgio de Chirico, que desenvolveu uma representação figurativa de seres e objectos estranhos em espaços ambíguos e "impossíveis", acentuados por uma luz misteriosa. Ao movimento Dada, o Surrealismo foi buscar o humor e o insólito, o grotesco e o irónico, a contestação dos códigos artísticos convencionais e o sentido niilista das suas obras.
O Surrealismo traduziu o universo onírico (o mundo dos sonhos) e a experiência psíquica do inconsciente em manifestações artísticas, libertando o acto criativo do exercício racional e das leis estéticas vigentes.
Foi influenciado pelas teorias no domínio da Psicanálise de Freud, assumindo o sonho, o imaginário e o acto espontâneo como factores primordiais do processo criativo, Numa corrente privilegiou o "automatismo psíquico" e noutra, uma linguagem lírica, simbólica e metafórica.
Agar, Eileen
Aragon, Louis
Arp, Jean
Artaud, Antonin
Ball, Hugo
Bellmer, Hans
Boiffard, Jacques-André
Brauner, Victor
Breton, Andre
Buñuel, Luis
Burliuk, David
Carrington, Leonora
Cesariny, Mário
Chirico, Giorgio de
Cocteau, Jean
Cornell, Joseph
Crevel, Rene
Dali, Salvador
Delvaux, Paulo
Desnos, Robert
Dominguez, Oscar
Donati, Enrico
Duchamp, Marcel
Éluard, Paul
Ernst, Max
Evans, Marie Dulah
Gepp, Gerhard
Giacometti, Alberto
Hayter, William Stanley
Hugnet, Georges
Kamrowski, Gerome
Klee, Paul
Leiris, Michel
Loy, Mina
Maar, Dora
Maddox, Conroy
Magritte, René
Masson, Andre
Matta, Roberto
Mesens, ELT
Miró, Joan
Oelze, Richard
Oppenheim, Meret
Pascali, Pino
Penrose, Roland
Peret, Benjamin
Picabia, Francis
Seixas, Cruzeiro
Styrsky, Jindrich
Tanguy, Yves
http://the-artists.org/artistsbymovement/Surrealism
Bauhaus - Escola e artistas
A Bauhaus foi uma escola fundada em 1919 por Walter Gropius em Weimar, na Alemanha, e depois descolocada sucessivamente para Dessau, Berlim e Chicago, para desenvolver uma arquitetura funcional, baseada em uma correlação entre criatividade design e a indústria moderna e a ciência.
A Bauhaus, a escola de arte e design , fundada na Alemanha em 1919 e fechada pelos nazistas em 1933, reuniu artistas, arquitetos e designers - entre eles, Anni e Josef Albers e Herbert Bayer, Marcel Breuer, Lyonel Feininger, Walter Gropius , Johannes Itten, Vasily Kandinsky, Paul Klee, Laszlo Moholy-Nagy, Lilly Reich, Oskar Schlemmer, Gunta Stolzl - numa extraordinária aventura da natureza da arte na era industrial.
adaptado de http://the-artists.org/artistsbymovement/Bauhaus
http://tipografos.net/bauhaus/index.html
Neo Plasticismo - ,movimento e artistas
De Kandinsky a Malevitch, de Tatlin a Mondrian, as experiencias para chegar à arte abstracta foram radicalmente diferentes. Se bem que partilhando a rejeição de qualquer referência figurativa, cada poética abstracta foi fundamentada por critérios, valores e padrões estéticos que se distinguiram tanto nos objectivos como nos resultados. No que se refere à sua vertente geométrica, foi privilegiada a acção da cor e da sua configuração formal no espaço pictórico, traduzindo tensões, dinâmicas e ritmos de sentido essencialmente racional.
Depois de se ter aproximado dos Fauves e de ter "experimentado" o Cubismo, o holandês Piet Mondrian (1872-1944) chegou a abstracção através de um processo conciso de depuração da forma, decompondo imagens em planos e fragmentos lineares até atingir uma síntese de formas puras e cores primárias.
Afastou-se do Cubismo porque, como referiu, "esta vontade dos cubistas em representar os volumes no espaço era contrária à minha concepção de abstracção, fundada na ideia de que o referido espaço fosse destruído.
Foi neste contexto que Mondrian elaborou a sua teoria da pintura, o Neoplasticismo, pretendendo conceber uma plástica pura sem os valores tradicionais da pintura ocidental: figura-fundo, sentido-forma. Num trabalho austero e cerebral, de ordem geométrica e matemática, restringiu o seu vocabulário as formas quadrangulares, as cores puras e as linhas ortogonais, os elementos primordiais da percepção visual capazes de traduzir a estrutura do mundo: a linha vertical (espiritual/masculino) e a linha horizontal (material/feminino); os pianos de cor primária (vermelho, amarelo e azul) e os planos de não-cor (o branco e o preto, respectivamente, como fundo e como forma linear). Acreditando que a arte devia evoluir no sentido de atingir a total harmonia, ordem e clareza, num constante processo de refinamento, Mondrian definiu a essência universal da pintura como um equilíbrio cósmico, reflectindo a ordem e o mistério do universo.
"Art should not concern itself with reproducing images of real objects, but only express the universal absolutes that underlie reality." Piet Mondrian
Em 1917, juntamente com Théo Van Doesburg (1883-1931), Mondrian fundou a revista De Stijl (O Estilo), onde o grupo expôs os fundamentos teóricos da poética abstracta do Neoplasticismo.
Com a morte de Van Doesburg (1931) o movimento chegou ao fim, mas teria repercussões no desenvolvimento da arte e da arquitectura europeia com Gerrit Rietveld (1888-1964) e Jacobeus Oud (1890-1963), bem como uma enorme influencia sobre a escola Bauhaus.
http://the-artists.org/artistsbymovement/Neo-Plasticism
Dadaismo - Movimento e Artistas
O termo Dada, sem qualquer significado próprio, foi atribuído a um movimento de dimensão internacional, fundado em 1916 no café Cabaret Voltaire de Zurique, por um grupo de escritores, poetas, músicos, pintores e escultores, encabeçados por Tristan Tzara, Jean Arp e a sua mulher, Sophie Taeuber.
Unidos pelos mesmos ideais - romper com todas as normas, valores e conceitos estéticos em vigor juntaram-se naquele local para participar em actividades de características "estranhas", ambíguas e sem sentido: poesia absurda, música ruidosa, escrita automática ou quadros com colagens aleatórias, enquanto eram aplaudidos por uma assistência eufórica e exuberante.
Tristan Tzara, o teórico do movimento, redigiu os Sete Manifestos Dada, de entre os quais, A Primeira Aventura Celeste do Senhor Antipyrina (1916) e o Manifesto Dada (1918), utilizando uma linguagem agressiva e provocatória, irónica e contraditória, ambígua e subversiva.
Dada foi uma reacção violenta e radical contra o pretensiosismo e o tradicionalismo da arte estabelecida e que, segundo os seus mentores, as vanguardas não tinham conseguido destruir. Man Ray, um dos mais emblemáticos artistas deste movimento ficou particularmente conhecido pelos seus ready-made (um objecto vulgar extraído do seu contexto original e exibido como arte), as colagens, as assemblages (reunião de objectos fragmentados num quadro), os rayographs (fotografias feitas pelo contacto dos objectos com o papel sensível) e as fotomontagens que foram as técnicas privilegiadas pelo movimento, bem como as performances e as atitudes irreverentes que agitaram os meios artísticos da época.
Aragon, Louis
Arp, Jean
Baader, Johannes
Baargeld, Johannes Theodor
Ball, Hugo
Blumenfeld, Erwin
Breton, Andre
Charchoune, Serge
Crotti, Jean
Doesburg, Theo van
Doesburg, Nelly van
Duchamp, Marcel
Duchamp - Crotti, Suzanne
Eggeling, Viking
Éluard, Paul
Ernst, Max
Freytag Loringhoven, Elsa von
Grosz, George
Hausmann, Raoul
Heartfield, John
Hennings, Emmy
Herzfelde, Wieland
Hoch, Hannah
Huelsenbeck, Richard
Hugnet, Georges
Janco, Marcel
Johnson, Ray
Picabia, Francis
Ray, Man
Richter, Hans
Rinsema, Thijs
Schad, Christian
Schamberg, Morton
Schwitters, Kurt
Soupault, Philippe
Taeuber Arp, Sophie
Tzara, Tristan
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dadaismo
Futurismo - Movimento e artistas
O movimento Futurista que se desenvolveu sobretudo em Itália, por volta de 1909 - 1914, mas que teve os seus ecos em Portugal atrvés de artistas como Almada Negreiros e Santa-Rita pintor, dava ênfase ao dinamismo, à velocidade, energia e ao poder que a máquina tinha sobre a vida moderna em geral.
Este foi um movimento que teve impacto, quer nas artes plásticas, quer na literatura.
Oficialmente o Futurismo nasceu com a publicação do Manifesto Futurista em 20 de fevereiro de 1909, do poeta italiano Filippo Marinetti.
Artistas como Umberto Boccioni, Giacomo Balla, Antonio Sant Elia, Luigi Russolo e Carlo Carrà.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Futurismo
Cubismo é um agito artístico que surgiu no século XX, nas artes plásticas, tendo como principais fundadores Pablo Picasso e Georges Braque e tendo se expandido para a literatura e a poesia pela influência de escritores como Guillaume Apollinaire, John dos Passos e Vladimir Maiakovski. O quadro "Les demoiselles d'Avignon", de Picasso, 1907 é conhecido como marco inicial do Cubismo. Nele ficam evidentes as referências a máscaras africanas, que inspiraram a fase inicial do cubismo, juntamente com a obra de Paul Cézanne.
O Cubismo tratava as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando todas as partes de um objeto no mesmo plano. A representação do mundo passava a não ter nenhum compromisso com a aparência real das coisas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cubismo
Principais artistas:
Pablo Picasso
Georges Braque
Juan Gris
Kazimir Malevich
Lyonel Feininger
Fernand Léger
Umberto Boccioni
Robert Delaunay
Diego Rivera
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cubismo
O expressionismo foi um movimento cultural de vanguarda surgido na Alemanha nos primórdios do século XX, de indivíduos que estavam mais interessados na interiorização da criação artística do que na sua exteriorização, projetando na obra de arte uma reflexão individual e subjetiva. Ou seja, a obra de arte é reflexo direto do mundo interior do artista expressionista.
Principais Grupos e artístas:
Die Brücke
Der Blaue Reiter
Max Beckmann
Otto Dix
Édouard Goerg
Erich Heckel
Ilse Heller-Lazard
Marie Howet
Wassily Kandinsky
Ernst Ludwig Kirchner
Edvard Munch
Emil Nolde
Franz Nölken
Marianne von Werefkin
Johannes Wüsten
http://pt.wikipedia.org/wiki/Expressionismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Expressionismo#Outros_artistas
O fauvismo (do francês les fauves, "as feras", como foram chamados os pintores não seguidores do cânone impressionista, vigente à época) é uma corrente artística do início do século XX, que se desenvolveu sobretudo entre 1905 e 1907. Associada à busca da máxima expressão pictórica, o estilo começou em 1901 mas só foi denominado e reconhecido como um movimento artístico em 1905. Segundo Henry Matisse, em "Notes d'un Peintre", pretendia-se com o fauvismo "uma arte do equilíbrio, da pureza e da serenidade, destituída de temas perturbadores ou deprimentes".
Principais artistas:
Paul Gauguin
Georges Braque
Andre Derain
Paul Cézanne
Henri Matisse
Van Gogh
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fauvismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fauvismo#Principais_artistas_do_movimento
As saídas para a modernidade são traçadas por Van Gogh, Gauguin e Cézanne. Afastam-se da excessiva desmaterialização da pintura, contrapondo a reformula-ção dos aspectos plásticos, dos códigos e dos valores.
Van Gogh desenvolve uma técnica expressiva e vigorosa; explora a expressão pictórica pela acentuação da cor e da forma; estabelece a importância da pintura como expressão do acto criativo.
Cezanne contribuiu para a independência da arte face à realidade; concebeu uma pintura em que a natureza se devia ajustar às regras da geometria; recuperou a materialidade da pintura.
Gauguin criou uma Linguagem artística que contemplava a autonomia da cor e o tratamento do tema como expressão simbólica: a cor devia assumir mais funções expressivas e simbólicas do que descritivas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%B3s-impressionismo
Afastando-se do historicismo e da arquitectura do ferro, a Arte Nova constitui a primeira proposta modernista no domínio das artes decorativas e da arquitectura. Parte da "unidade das artes" criada pelo Arts and Crafts, para propor uma re-novação das linguagens plásticas e estéticas.
Integrou os novos materiais (ferro, vidro, betão) e as novas tecnologias no seu programa estético, de natureza orgânica, inspirado nas formas vegetais e ani-mais: o seu vocabulário é constituído por linhas curvas, formas expressivas e assimétricas e cores planas e decorativas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte_nova
O Neo-impressionismo e o Pós-impressionismo surgem como consequência directa da constante renovação e pesquisa plástica implementadas pelos pintores im-pressionistas, bem como do espírito científico e do desenvolvimento tecnológico.
O Neo-impressionismo é desenvolvido por Seurat e Signac, a partir da lei do con-traste simultâneo de Chevreul, da teoria das cores complementares e da divisão extrema da cor (o divisionismo). Desenvolvem a técnica pontilhista: as cores são aplicadas em pequenos pontos de tons complementares justapostos; a mistura óptica é efectuada na retina pela percepção, e não pela mistura de cor-matéria sobre a tela.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoimpressionismo
Movimento de expressão francesa, afirmando-se pela inovação, ruptura e critica aos valores académicos da arte oficial. Enquadra-se na cultura urbana parisiense de meados do séc. XIX: Paris, capital do cosmopolitismo, é o centro da vida mo-derna, o lugar de encontro entre escritores, críticos e artistas, o espaço de liber-dade, de criatividade e de abertura aos novos costumes e hábitos burgueses - os cafés, os cabarés, os teatros, os passeios públicos.
Influências: a herança de Courbet e a pintura de ar livre da Escola de Barbizon; o aparecimento da fotografia; a divulgação das estampas japonesas; as desco-bertas científicas sobre a luz, a cor e a óptica; a produção industrial de tintas em tubos.
Objectivos: traduzir pictoricamente a verdade sensível e perceptiva da realidade; captar o fugaz, o efémero e o instante passageiro; registar o momento de Luz, o instante de tempo ou a sugestão visual imediata.
Aspectos técnicos inovadores: pinceladas rápidas, fluidas e curtas, aplicação di-recta das tintas em tons claros justapostos, rejeição do claro-escuro tradicional; divisão da cor.
Características: registo de efeitos luminosos, atmosferas vibrantes e superfícies transparentes; diluição dos contornos, esbatimento das formas e desmaterializa-ção da pintura.
Temáticas: paisagens captadas ao ar livre, Locais junto ao mar ou rio, ambientes urbanos de grande animação, cenas de lazer e ócio, festas e acontecimentos de grande agitação ou sugestão de movimento.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Impressionismo
O acelerado processo de industrialização ocorrido em Inglaterra durante o Oito-centos, colocou a problemática da relação entre a arte e a técnica no centro das discussões.
O movimento Arts and Crafts, para além de pretender apresentar uma alternativa ao historicismo vigente, reage aos efeitos nefastos que, segundo admitiam os seus protagonistas, a produção industrial exerce sobre os objectos utilitários e todos os produtos que deviam enriquecer o nosso quotidiano.
Segundo as orientações teóricas de John Ruskin e as iniciativas de William Morris, fundando ateliers e pequenas academias de arte, o Arts And Crafts, preconizou a revalorização das artes e do artesanato, e o restabelecimento da ligação entre o processo criativo e a técnica da sua produção.
Mobiliário, tapeçaria, tecidos, papéis de parede, cerâmica e gravura são os prin-cipais produtos saídos das oficinas artesanais de modelo medieval.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arts_%26_crafts
O Realismo fundou uma Escola artística que surge no século XIX em reação ao Romantismo e se desenvolveu baseada na observação da realidade, na razão e na ciência.
Como movimento artístico, surgiu na França, e sua influência se estendeu a numerosos países. Esta corrente aparece no momento em que ocorrem as primeiras lutas sociais contra o socialismo progressivamente mais dominador, ao mesmo tempo em que há um crescente respeito pelo facto empiricamente averiguado, pelas ciências exactas e experimentais e pelo progresso técnico. Das influências intelectuais que mais ajudaram no sucesso do Realismo denota-se a reação contra as excentricidades românticas e contra as suas idealizações da paixão amorosa. A passagem do Romantismo para o Realismo, corresponde uma mudança do belo e ideal para o real e objetivo.
O Realismo na pinturaPrincipais pintores realistas:
Édouard Manet
Gustave Courbet
Honoré Daumier
Jean-Baptiste Camille Corot
Jean-François Millet
Théodore Rousseau
O Realismo na escultura
Na escultura, o grande representante realista foi o Auguste Rodin. O escultor não se preocupou com a idealização da realidade. Ao contrário, procurou recriar os seres tais como eles são. Além disso, os escultores preferiam os temas contemporâneos, assumindo muitas vezes uma intenção política em suas obras. Sua característica principal é a fixação do momento significativo de um gesto humano.
Obras destacadas:
Balzac
Os Burgueses de Calais
O Beijo
O Pensador
in: http://pt.wikipedia.org/wiki/Realismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Realismo
O Romantismo é, no fundo, a primeira ruptura com a tradição clássica, afirmando e assumindo a defesa dos ideais e da individualidade do artista. Este movimento vai opor-se ao racionalismo e ao academismo neoclássico, os artistas vão privilegiar a emoção, a imaginação, o idealismo e exacerbação de sentimentos (comunicação de sentimentos e estados de alma).
O Romantismo não se ficou apenas por ser um movimento artístico, tendo-se convertido num movimento cultural e mesmo, num ideal de vida.
Este movimento tomou como principal fonte de inspiração a Idade Média, em particular o Gótico, que está na origem das nações europeias e da espiritualidade religiosa.
Na arquitectura, as influências foram muito extensas – o Românico, o Islâmico, o Renascimento, o Barroco – o que originou uma arquitectura eclética (mistura de estilos) que tinha como finalidade surpreender os sentidos, estimular a imaginação e conduzir o sonho.
Recurso a temas literários e históricos, os artistas criam ambientes fantásticos e imaginários, desenvolvem temáticas inspiradas em civilizações e povos exóticos, em culturas marginais ou na nostalgia da Idade Média. A pintura deixa as “oficinas” e espaços interiores, indo para o exterior registar as cenas ao ar livre, utilizando a paisagem e o cenário campestre e rural com uma intensidade dramática (bucólica), de acordo com os seus estados de alma.
As técnicas deste movimento são mais expressivas, as cores são mais vibrantes e a luz mais intensa, efeitos estes o btidos através de uma pincelada vigorosa, larga e fluida que acentua o movimento das composições.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Romantismo
Neoclassicismo é um movimento cultural que se desenvolveu especialmente na arquitectura e nas artes decorativas. A sua origem situou-se em França e Inglaterra, no final do século XVIII - cerca de 1750, difundiu-se pelos restantes países europeus e viveu o seu apogeu em 1830. Tendo as suas raízes na cultura clássica, adoptou os princípios estéticos da antiguidade clássica - formas greco-romanas e foi uma reacção ao estilo barroco (sem grande repercussão em França e em Inglaterra).
O Neoclassicismo equaciona e discute os valores clássicos, em oposição ao Classicismo renascentista - este apenas replicava os princípios antigos sem criticar. Com o Neoclassicismo também se vai por de parte a concepção de um ideal de beleza eterno e imutável. Para os neoclassicistas, os princípios da era clássica deveriam ser adaptados à realidade moderna.
O Neoclassicismo para além de evocar a estética antiga, vai relacionar os factos antigos com os acontecimentos da época. Em termos artísticos o neoclássicos tentaram substituir a sensualidade e trivialidade do Rococó por um estilo mais lógico, de tom solene e austero. Com a Revolução surgiram as repúblicas em França e na América do Norte, e os novos governos adoptaram de imediato o novo estilo, neoclassicismo, como estilo oficial por relação directa com os modelos de a democracia da antiga Grécia e República Romana.
Arquitectura neoclássica
A Arquitectura neoclássica foi produto da reacção antibarroco e anti-rococó, levada a cabo pelos novos artistas-intelectuais do século XVIII. Os Arquitectos formados no clima cultural do racionalismo iluminista e educados no entusiasmo crescente pela Civilização Clássica, cada vez mais conhecida e estudada devido aos progressos da Arqueologia e da História.
Algumas características deste movimento artístico na arquitectura são:
•Materiais nobres (pedra, mármore, granito, madeiras)
•Processos técnicos avançados
•Sistemas construtivos simples
•Esquemas mais complexos, a par das linhas ortogonais
•Formas regulares, geométricas e simétricas
•Volumes corpóreos, maciços, bem definidos por planos murais lisos
•Uso de abóbada de berço ou de aresta
•Uso de cúpulas, com frequência marcadas pela monumentalidade
•Espaços interiores organizados segundo critérios geométricos e formais de grande racionalidade
•Pórticos colunados
•Entablamentos direitos
•Frontões triangulares
•A decoração recorreu a elementos estruturais com formas clássicas, à pintura rural e ao relevo em estuque
•Valorizou a intimidade e o conforto nas mansões familiares
•Decoração de carácter estrutural
Principais características do neoclassicismo:
•Academicismo: nos temas e técnicas, isto é, sujeição aos modelos e regras ensinadas nas escolas ou academias
•Harmonia do colorido nas pinturas e exactidão de contornos
•Restauração da arte greco-romana
•Arte entendida como imitação da natureza, num verdadeiro culto à teoria de Aristóteles.
Pintura do neoclassicismo
Uma amostra de pintura neoclássica nesse período é O Juramento dos Horácios, do francês Jacques-Louis David (1748-1825). A pintura neoclássica de David dominou o panorama artístico francês durante quase meio século, fazendo com que ele, acima das contingências políticas, fosse o pintor oficial da revolução francesa e, depois, do regime de Napoleão Bonaparte. Outro pintor de destaque é Dominique Ingres (1780-1867), de A Banhista de Valpinçon. Entre os italianos, sobressai Tiepolo (1696-1770).
Escultura do neoclassicismo
Na escultura, o movimento buscava também a inspiração no passado. A estatuária grega foi o modelo favorito pela harmonia das proporções, regularidade das formas e serenidade da expressão. Apesar disso, não atingiram a amplitude nem o espírito da escultura grega. Também foi menos ousada que a pintura e arquitetura de seu tempo. Entre os principais escultores destaca-se o italiano Antonio Canova (1757-1822), que retrata personagens contemporâneos como divindades mitológicas - Pauline Bonaparte Borghese como Vênus (1808); Psiché reanimada pelo beijo do amor.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoclassicismo

