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Malba Tahan ocupou a cadeira número 8 da Academia Pernambucana de Letras, é nome de escola no Rio de Janeiro. Privados da presença do grande mestre há um quarto de século, confortamo-nos com o seu precioso legado, inequívoca contribuição para a difusão da ciência e a desmistificação da matemática . Que Allah o tenha em sua glória, ulemá Tahan! Uassalã!
A homenagem mais importante foi prestada pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro instituindo o dia do matemático na data de seu nascimento, dia 06 de maio.
Malba Tahan foi o precursor do de uma nova tendência que se afirma com vigor e tem adeptos em todo o Brasil: a Educação Matemática. Pioneiramente trabalhou com a História da Matemática, defendeu com veemência a resolução de exercícios sem o uso mecânico de fórmulas, valorizando o raciocínio e utilizou atividades lúdicas para o ensino da matemática. Muito antes de se tratar no País da interdisciplinaridade, Malba Tahan preocupou-se com a unificação das ciências como demonstra na sua tese, o professor John Conway da Universidade de Princeton. Sua obra tem sido objeto de diversas teses no exterior e comentada pela Revista Science (1993) e pela profa. Rossana Taziolli da Societá Italiana di Scienze Matematiche e Fisiche.
Júlio César faleceu a 18 de junho de 1974 de ataque cardíaco em seu quarto de hotel, após uma palestra proferida no Recife. Deixou uma série de instruções para seu sepultamento: além da mensagem que devia ser lida, exigiu caixão de terceira flores anônimas, nada de coroas, nada de luto nem discursos.
Durante seus quase oitenta anos ministrou cursos e ministrou mais de duas mil palestras para professores e estudantes, especialmente normalistas. Em 1954 esteve em Fortaleza proferindo palestras no Colégio Militar, no Instituto de Educação e no Clube Líbano. Julio César foi ainda apresentador de programa nas rádios Nacional, Clube e Mairynk Veiga do Rio e da TV Tupi (Rio) e Canal 2 (atual TVC - São Paulo).
É editado pela primeira vez o seu grande sucesso O Homem que calculava
Seu pseudônimo tornou-se tão famoso que o então Presidente Getúlio Vargas concedeu uma permissão para que o nome aparecesse estampado em sua carteira de identidade.
Propôs a Irineu Marinho, dono do jornal carioca A Noite, uma série de “contos de mil e uma noites”. Surgia aí o escritor fictício Malba Tahan, que assinava os contos que foram publicados com comentários do igualmente fictício Prof. Breno de Alencar Bianco.
Júlio César passou a colaborar no jornal O Imparcial, onde publicou seus primeiros contos com o pseudônimo R. S. Slade. Nos anos seguintes, o jovem escritor estudou a fundo todos os aspectos da cultura árabe e da oriental
Passa a frequentar o curso de Engenharia Civil na Escola Poliécnica.
Júlio César não foi bom aluno de matemática no Colégio Pedro II: chegou a tirar dois em uma sabatina de álgebra e cinco em uma prova de aritmética. Criticava veementemente a didática da época que como o detestável método de salivação. Vocacionado para o magistério, concluiu o curso de professor primário na Escola Normal do antigo Distrito Federal.
É transferido para o Colégio Pedro II, onde conclui seus estudos secundários.
Chega ao Rio de Janeiro onde ingressa no Colégio Militar
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O dinheiro que Júlio César recebia do pai era muito pouco e assim, resolveu aumentar a mesada, vendendo redações. Certa feita o professor mandou fazer uma redação com o tema Esperança. Júlio César fez várias redações diferentes Vejamos o que ele próprio diz no livro de memória.
Nasce Julio Cesar de Mello e Souza na cidade Queluz, Rio de Janeiro

