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Created by zzowebvendas on Dec 27, 2010
Last updated: 12/27/10 at 01:02 PM
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Pelo know how acumulado, já deu pra notar algumas coisas estranhas no algoritmo Google, quando o assunto é rankear em sua procura.Em sua maioria, qualquer assunto que procurar na internet, e principalmente usando o canal Google, irá encontrar na primeira página dos resultados no mínimo duvidosos.Para uma empresa que luta para colocar seus produtos no horizonte visível do Google é desalentador ver perto do site principal da empresa, após o resultado da procura, um concorrente, mas mais desmotivador ainda é a vizinhança de um produto pirata, uma cópia não autorizada do produto da empresa ou similar, mas incrivelmente bem colocado no ranking, chegando a ser melhor colocado que o produto legal.Daí cabe discutir o assunto... poxa, pagar adwords, fazer um esforço de marketing pra superar um concorrente desleal, ilegal e contraventor. Se ao menos fosse um concorrente sério, pelo menos aprenderia alguma coisa, com um estudo da sua estratégia marketeira, mas nesse caso a única coisa que noto, é que o Google que colocou o cara lá e daí? Como eu durmo com isso?Difícil essa vida de marketeiro, não bastasse os avanços na área, ainda temos que competir com algoritmos duvidosos. Não seria bem mais fácil estarmos apenas os legalizados brigando pelo topo? A desculpa é a mesma de sempre, que a internet é zona livre, pra mim ás vezes mais pra outros tipos de zona, mas é a nossa realidade hoje.No fim das contas, esforço redobrado, poder de alcance diminuído, gasto aumentado... espera aí... gasto aumentado??? Mas quem recebe esse aumento? Deixa eu tentar adivinhar...
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/fO4SxFyLPNI/o-discutivel-padrao-google-de-ser-2.html
Não é novidade que milhares de pessoas, empresas e marketeiros seguem ou então tentam aproximar-se do modo Google de rankear as buscas em sua página principal.Mas até onde podemos ter domínio sobre isso, ou é tudo uma aparência, uma forma velada e inauditável de abarrotar os cofres da maior empresa do mundo com bilhões de US$.As dúvidas sobre esses sistema de buscas, através de palavras chaves, milhões arrecadados através de adwords, o Analytics, etc... tudo é questionável quando surgem formas desconexas, sem importância e danosas aos visitantes do site, quando estes precisam de uma informação para um fim importantes e aparecem indicados pelo Google: hackers, piratas e seus produtos, empresas de fachada, golpistas e outros.Hoje se propagou na mídia, inclusive no próprio Notícias do Google, que este estaria mudando seu algoritmo de procura, depois de uma mulher nos EUA procurar um revendedor dos seus óculos favoritos. A empresa que ela encontrou e comprou os óculos, além de lhe enviar mercadoria falsa, fez ameaças caso não parasse de perturbá-los.Como boa conhecedora de seus direitos, essa senhora decidiu passar a perturbar o Google, que prontamente emitiu nota avisando que estaria mudando seu algoritmo de procura para evitar que aparecerem no topo do seu ranking empresas e pessoas pouco confiáveis.Cabe perguntar agora, com que tipo de algoritmo estaremos lidando agora, e se este não irá prejudicar as pessoas e empresas que investem nos meios de busca, nessa nova e poderosa forma de marketing, ou pior, se já não acumulavam prejuízos pela mídia sem acuracidade.Cabe ressaltar que, cada mudança dessa, surgem vários novos marketeiros, donos da sabedoria Google, mas pouco convincentes, pelo simples motivo de que o propagado não é verificável, ou você tem alguma dúvida disso?
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/X4ncyoV2HmE/o-discutivel-padrao-dogmatico-do-google.html
Depois de algum tempo na penumbra, volto pra tratar de assuntos que não evoluem. Relato de um amigo, que traça considerações sobre a prestação de serviço em banda larga.
Há pouco tempo, necessitou mudar sua residência para outra cidade, para evitar transtornos, optou pelo cancelamento dos serviços de telefonia e o anexo serviço de banda larga. Explicação para essa ação é que demandaria mais trabalho para pedir transferência que para pedir um novo telefone, mesmo não constando nenhum débito em aberto no serviço. Para minha surpresa ele narrou a seguinte história.
Ao solicitar o cancelamento do serviço de telefonia na operadora Tonemaí (vou usar um elemento fictício para evitar confusão), ele necessitou de extrema paciência para atravessar a paliçada de atendentes com perguntas redundantes, pedindo porquês do abandono do serviço e propostas nunca feitas. Essa brincadeira levou apenas 45 minutos.
Encerrada essa etapa, cancelado o serviço era a hora de cancelar o provedor Jacaré de internet (se existe uma coisa mais inútil que provedor alguém me ajude). Por incrível que pareça, essa levou alguns dias para ser solucionada, pois quando foi solicitado o cancelamento, oportunamente o sistema estava fora do ar, e conforme promessa que nunca se cumpriu que iriam ligar solicitando os dados para o cancelamento desse serviço também, necessitou outra ligação para cancelar.
Mudado de cidade, começou o segundo capítulo da minissérie. Solicitada a contratação novamente do serviço, que foi feita numa rapidez de deixar o Flash comendo poeira. No mesmo dia foram recebidas 3 ligações diferentes, a primeira, da própria operadora Jacaré (isso mesmo, a mesma) oferecendo o serviço de provedor (lá vem essa coisa de novo), que foi aceita no plano básico, a segunda deles de novo, para empurrar junto ao provedor um serviço de anti-vírus que já havia sido rejeitada na primeira ligação. E a terceira, que foi admirável. Vou retratar o diálogo:
Novamente se dizendo da operadora. - Olá senhor, gostaria de comunicar que a operadora Jacaré, não está apta a prestar o serviço de provedor, e que deveria fazer a contratação pelo UOL (???).
Primeiramente ele achou estranho, mas perguntou - Porque a Jacaré não estaria apta para prestar o serviço?
A menina prontamente respondeu - Ela só estava apta nas contratações mais antigas, e que nas novas não teria autonomia.
Parecia razoavelmente explicado o motivo.
- O que é necessário para executar a contratação do UOL para esse serviço.
- Fornecer número de cartão de crédito ou para débito em conta, o número da mesma.
- Tá, mas espera aí, antes estava tudo ok, a na conta já constaria o débito pelo serviço de provedor, porque agora ainda tenho que fornecer meus dados, não gostei disso.
- Senhor, se não aceitar esse provedor, terei que cancelar sua banda larga, porque para tê-la é necessário um provedor.
- Antes não precisava, agora tem tudo isso? Deixa em suspenso, vou atrás de um provedor que não necessite colocar meus dados na mãos de terceiros.
- Lamento senhor, terei que cancelar sua banda larga.
- Já disse, deixa em suspenso, já está contratada, que autonomia você acha que tem para fazer isso... tuuu... tuuu... tuuu.
Pois é, a mocinha desligou na cara do sujeito.
Então tá, ligou para a prestadora de serviço Jacaré pra saber que história é essa de coagir o cliente com ameaças de desligar o serviço antes de tê-lo instalado, nada profissional a atitude.
Depois de tecladas no 0800, fornecido os dados para identificação, foi relatado o caso a atendente, e perguntado em que pé estava a instalação do serviço. Ela disse que ainda estava dentro do prazo de instalação, que estava tudo ok, que os dados conferiam e que NÃO HAVIA QUALQUER VÍNCULO ENTRE A JACARÉ E UOL.
Agora pergunto:Quem tem acesso tão rápido ao nossos dados no sistema para ficar ligado e oferecendo serviços?
Isso parece atitude de quadrilhas, coagir, ameaçar, desligar quando o sapato aperta;
Observação minha: tem gente dentro das empresas vendendo cadastro de clientes para esses oportunistas?
Definitivamente, a ANATEL serve pra muito pouco além de ser um cabide de empregos. Pois é ela que deveria levar a mão de ferro essas figuras jurídicas de pouco caráter.
Espero não ter que escrever novamente sobre esse tema, mas é bem difícil ficar a margem desses fatos. Lamentável.
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/7EtNy64nJ7M/cade-anatel.html
Os potenciais clientes olham com desdém.
Não gera simp@tia.
Pelo esforço, era pra ser um foguete, mas na hora "H" virou um estalinho.
Colocar energia em sua construção, e no final esquecer daquele sprint na divulgação, lançando-o em poucos canais, se contentando com pouco que se refletirá mais adiante.
As reclamações de fraco desempenho e pouca aceitação não demoram a chegar, mas o que foi realmente feito para que essa idéia fabulosa realmente fosse transmitida? Será que o seu network é culpado disso? Faltou empenho na criação? A idéia não é tão boa assim?
Salvo raras exceções, os produtos tendem a ter aceitação. Na criação parecia um alazão, desde a luminosa inspiração, mas peculiarmente o ser humano, tem uma necessidade intrínseca de relaxar após o esforço. Afinal de contas, sempre esperamos o final de semana com ansiedade. É tão natural do ente humano, que esquecemos de prestar atenção em coisas realmente importantes, exemplo disso é que 30% dos acidentes automobilísticos acontecem perto de casa, responsabilidade da falta de atenção e relaxamento, pois a área já é conhecida e falta pouco pra chegar.
E não é pra sentir culpa, pois se até Deus descansou, e garanto que a obra foi bem maior que a sua.
A pergunta que resta, é como combater essa ressaca depois de tanto trabalho?
Sintetizando, poderiamos pensar em quatro maneiras práticas:Primeiro, lembrar que será assim, pois é da sua natureza. Apenas lembrar já irá prepará-lo para o que vem em seguida, não o surpreendendo, além de começar a recarregar as baterias para mais um esforço.
Segundo, ter a certeza que o produto, por melhor ou pior que seja, necessita de clientes, a demanda já existe, nacional ou mundial, depende do seu alvo, então ouça a crítica, mas não as escute. A inspiração e transpiração foram suas.
Terceiro e mais importante fator, ter a mais absoluta certeza, que depois de criação, construção, organização e confecção do seu produto, você terá que executar o maior esforço, que é a divulgação. Então, busque, aprenda, empreenda em novos canais, olhe para todos os lados. Mal não fará.
Quarto, o sétimo dia é de descanso, e ele vem depois do terceiro fator. Afinal de contas, sem um dia assim não poderá comemorar os louros, ainda mais se estiver esgotado e prostrado numa cama chorando as pitangas do fracasso, conseqüência da ausência de entusiasmo no final.
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/6wpP36QYHn4/e-ntusiasmo-o-produto-nao-deslancha-na.html
Vendedores e prepostos sofrem com a o egoísmo e individualismo dos atacadistas quando o assunto é logística verde.
Fato comum à maioria dos prepostos é o descaso dos seus contratantes em relação a devolução de produtos com problemas de qualidade, longevidade e integridade vendidos aos varejistas.
Quem já teve a oportunidade de entrar em um depósito de supermercado ou armazém que trabalha com produtos alimentícios principalmente, terá um sobressalto quando atentar para a quantidade de produtos a serem devolvidos aos atacadistas.
Esses produtos para devolução são consequência de três fatores principalmente:
Produtos com vencimento muito próximo, que foram adquiridos acordos arrojados de preços e renovação de estoque de ambas partes, ou quando o atacadista é desorganizado e entrega produtos em vias de vencer;
Falta de planejamento e controle do varejista, que compra sem consultar estoque, adquire acima das estimativas de venda com demasiado otimismo, ausência de política consistente de marketing e promoção além de falhas na verificação dos vencimentos produtos expostos;
Produtos danificados no depósito ou mostruário, avariados no transporte, objeto de pequenos acidentes e falta de preparo dos funcionários, que tratam dos mesmos com displicência.
Estes são os produtos que deverão voltar até os atacadistas para devido descarte ou encaminhamento aos fabricantes para destinação correta.
Fazem parte da logística reversa, inversa ou verde, a política de tratamento do assunto, no que tange o transporte, custos, ressarcimentos, abatimento sobre as comissões dos vendedores, estocagem, manutenção, descarte adequado, substituição dos produtos, renegociação e apoio ao varejista dentre outros fatores.
Esses produtos inutilizados geram custos em todos os níveis da cadeia, e devem ser tratados de forma competente e adequada, sob risco de causar um constrangimento e na pior da hipóteses a perda de um cliente.
Produtos estocados e manuseados adequadamente, com validade e qualidade adequadas são menos passíveis de reclamações e devoluções. E quando acontecem podem facilmente sofrer acordos na divisão de custos.
Usualmente os atacadistas tratam o assunto com menor importância, e abaixo de uma importância saudável para a manutenção do relacionamento com seu cliente, acarretando situações desagradáveis, penalizando a reputação do vendedor, animosidades e endurecimento nas negociações, indiferentemente do esforço dispensado pelo preposto para fidelizá-lo além de prejuízo certo na efetividade das vendas.
Geralmente o vendedor, especificamente o representante ou preposto da empresa, é o serviço remoto para atender o cliente, mas sempre subordinado a política do seu atacadista contratante para esses casos, consequentemente incapacitado de melhor atender quando não existe procedimento eficaz e passa a tratar os assuntos críticos no modo "apagar incêndio". Resultado de foco em resultados a todo custo, efetivamente um "tiro no pé".
A entrega dos produtos ao varejista demanda acordo, e quando esse não existe, o que prepondera é a ética, bom senso e preservação do cliente.
Os varejistas possuem áreas limitadas de estoque, e ocupá-las com produtos sem valor, sofrendo vazamentos e exalando odores desagradáveis é prejuízo certo, tangível e intangível.
Mesmo que aceite devolução de mercadorias, os atacadistas demoram a fazer coletas, pois não é prioridade, forçando o descarte (as vezes incorreto) no lixo comum e prejuízo a assimilar. Fato verificado no caminhão de entregas do atacadista, que sempre está lotado de produtos a entregar, mas raramente apto para coleta das mercadorias de devolução.
Nesse dilema fica o vendedor, que a cada visita deve ter uma desculpa para poder vender ao cliente que lhe cobra o produto para devolução. Até o dia que será obrigado a recolher os produtos ou ficar sem vender.
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/f1KI2OjF4jQ/como-arrasar-reputacao-de-um-vendedor.html
Em audiência pública no Senado Federal, se mostraram nada amistosos os representantes da iniciativa privada, Telebrás e provedores de internet, trocando farpas e provocações.Eduardo Levy, que é diretor da SindiTelebrasil - que representa as maiores operadoras de telefonia fixa e móvel do país - reiterou que a as operadoras tem "fatos e não planos" a apresentar, demonstrando aversão a estatal Telebrás e conseqüentemente ao PNBL. Afirmou também que foram instalados 7 acessos de banda larga por minuto no primeiro trimestre de 2010, chegando a 882.500 acessos, excluindo tecnologia 3G. Assinalou também que 71% das conexões já estão acima de 512Kbps - atacando o governo que quer iniciar nesse patamar - que 44% vão de 512Kbps a 2Mbps, e 27% acima de 2Mbps.
O presidente da Telebrás revidou dizendo que o acesso de pequenos provedores está inviabilizado pelas 5 maiores empresas do setor, que detêm a rede de transporte.
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A questão "fatos e não planos" é interessante, afinal:É fato que cobram mais do que vale o serviço;
É fato que não se entrega o volume de banda vendido;
É fato que as multas e reclamações não provocam nem cócegas nos fornecedores de banda larga;
É fato que os prejudicados não são atendidos adequadamente;
É fato que o governo vai ter que aquecer, treinar e construir uma boa lança pra enfraquecer ou matar esse monstro que criou;
É fato que nós consumidores estamos esperando, é não temos mais a quem recorrer;
É fato que precisamos dessa ferramenta funcionando adequadamente para nossas empresas, negócios, tocar as novas idéias e para educação de nossos filhos para o futuro;
É fato que o governo não tem fibra pra lidar com os lobbystas das operadoras;
Nos nossos planos estão poder assistir lá por 2014 a Copa do Mundo pelo monitor do computador ou pela tela do celular...
Fonte: TeleSíntese, 26/05/2010.
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/BdxGV-rFb74/round-2-operadoras-x-telebras-e-pnbl.html
O presidente da Telebrás, Rogério Santanna espera que as operadoras não entrem judicialmente contra a estatal gestora do PNBL e saiam da zona de conforto e façam sua parte em melhor distribuir banda larga como também na qualidade dessa.A meta segue em levar banda larga a 23 milhões de pessoas, chegar a 40 milhões em 2014, considerando acréscimo de 5 milhões de acessos móveis.Santanna diz ter expectativa que esses números sejam superados pela atuação das operadoras.Também afirma que o foco é criar infraestrutura e aumentar a concorrência (esse é um dos fatores que mais dói nas operadoras).Santanna também afirma que a largada será em 512Kbps, mas espera chegar facilmente a 2Mbps em 2014.É a velha choradeira das operadoras, que continuam insistindo na fórmula 3 pra mim, 1 pro consumidor (divisão de pirata). Haja paciência com esse cartel.
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/hXW9Gj1_ou0/mais-um-round-da-luta-operadoras-x.html
Dentro de quanto anos, os habitantes da América Central terão mais acessos a banda larga que os latino-americanos, segundo a Consultoria Pyramid Research.Hoje a disponibilidade de banda larga atinge apenas 2,46% da população da América Latina, que é superior a região central do continente, mas em 2014 deverão estar conectados 1,65 milhões de habitantes, ultrapassando a média a média latina.O motivo atribuído a isso e a forte competição da telefonia celular naqueles países, projetando um crescimento dos acessos móveis a internet maior que os fixos em 2014.Fonte: TeleSíntese, 20/05/2010
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/mpl1kTsEk9s/america-central-tem-as-passadas-maiores.html
Como diagnosticado anteriormente por aqui, o PNBL será de altos e baixos, de interesses políticos, econômicos, eleitorais e de proteção dos monopólios de telecomunicações.
Ponderando:
Pelo menos o PNBL saiu no papel e saiu do chão 10 centímetros, já é alguma coisa;
Está longe de definir as velocidade mínima de banda larga, cita apenas como prioridade atender de alguma maneira as comunidades que não tem o serviço;
A oposição ao governo declara que se trata apenas de uma manobra eleitoreira, e não dá pra duvidar, afinal ano de eleição no Brasil acontece de tudo;
As operadoras ganharam mais um adversário, embora de pequeno porte com arrogância de gigante, vai gerar muitas reuniões nos escritórios da multinacionais de telecom;
Os usuários que já usufruem de alguma forma de banda larga, não foram lembrados, ou seja, serão atendidos dependendo da quantidade de reclamações relativas as operadoras que a Anatel receber, e daí fica sob julgamento desta, coisa que não tem sido ágil, efetiva, exemplar e que eduque as fornecedoras do serviço;
Está aberto o caminho para desenvolvimento de tecnologia nacional de equipamento e software para a demanda que a banda larga gera;
Independente de quem assuma o governo, a dúvida é se continuará tocando o projeto? Ou continuaremos sendo um país subdesenvolvido até na banda larga?
Cabe acompanhar o processo, muita gente vai chiar, alguns poucos em primeira instância vão comemorar, eu.... vou esperar pra ver.
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/LQ89eeikUDk/ponderando-sobre-o-decreto-n-7175.html
Sob nº7.175 foi publicado no Diário Oficial o Decreto que cria o Programa Nacional de Banda Larga, onde a Telebrás será a nova operadora de telecom do país.
A Telebrás terá poderes para implementar a rede privativa de comunicação da Administração Pública Federal, prestar apoio e suporte a políticas de conexão à internet em banda larga quando do interesse público, irá prover infraestrutura de serviços para empresas e municípios sem fins lucrativos e oferecer banda larga onde esta não exista ou não seja adequada.
O governo também definiu que as comunicações do governo passarão a ser consideradas estratégicas, e que a Telebrás esta autorizada a usar, fruir, operar e manter infraestrutura e redes de suporte de serviços de telecomunicações de propriedade ou posse da administração pública federal.
A seguir o o Decreto 7.175, 12/05/2010 na íntegra.
DECRETO No- 7.175, DE 12 DE MAIO DE 2010
Institui o Programa Nacional de Banda Larga - PNBL; dispõe sobre remanejamento de
cargos em comissão; altera o Anexo II ao Decreto no 6.188, de 17 de agosto de 2007;
altera e acresce dispositivos ao Decreto no 6.948, de 25 de agosto de 2009; e dá outras
providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 3o, inciso VII, da Lei no 5.792, de 11 de julho de 1972, e na Lei no 9.472, de 16 de julho de 1997,
D E C R E T A :
Art. 1o Fica instituído o Programa Nacional de Banda Larga - PNBL com o objetivo de fomentar e difundir o uso e o fornecimento de bens e serviços de tecnologias de informação e comunicação, de modo a:
I - massificar o acesso a serviços de conexão à Internet em
banda larga;
II - acelerar o desenvolvimento econômico e social;
III - promover a inclusão digital;
IV - reduzir as desigualdades social e regional;
V - promover a geração de emprego e renda;
VI - ampliar os serviços de Governo Eletrônico e facilitar aos cidadãos o uso dos serviços do Estado;
VII - promover a capacitação da população para o uso das tecnologias de informação; e
VIII - aumentar a autonomia tecnológica e a competitividade brasileiras.
Art. 2o O PNBL será implementado por meio das ações fixadas pelo Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital - CGPID, instituído pelo Decreto no 6.948, de 25 de agosto de 2009.
Art. 3o Compete ao CGPID, além das atribuições previstas no art. 2o do Decreto no 6.948, de 2009, a gestão e o acompanhamento
do PNBL, cabendo-lhe:
I - definir as ações, metas e prioridades do PNBL;
II - promover e fomentar parcerias entre entidades públicas e privadas para o alcance dos objetivos previstos no art. 1o;
III - fixar a definição técnica de acesso em banda larga, para os fins do PNBL;
IV - acompanhar e avaliar as ações de implementação do PNBL; e
V - publicar relatório anual das ações, metas e resultados do PNBL.
Art. 4o Para a consecução dos objetivos previstos no art. 1o, nos termos do inciso VII do art. 3o da Lei no 5.792, de 11 de julho de
1972, caberá à Telecomunicações Brasileiras S.A. - TELEBRÁS:
I - implementar a rede privativa de comunicação da administração pública federal;
II - prestar apoio e suporte a políticas públicas de conexão à Internet em banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais, postos de atendimento, telecentros comunitários e outros pontos de interesse público;
III - prover infraestrutura e redes de suporte a serviços de telecomunicações prestados por empresas privadas, Estados, Distrito
Federal, Municípios e entidades sem fins lucrativos; e
IV - prestar serviço de conexão à Internet em banda larga para usuários finais, apenas e tão somente em localidades onde inexista oferta adequada daqueles serviços.
§ 1o A TELEBRÁS exercerá suas atividades de acordo com a legislação e a regulamentação em vigor, sujeitando-se às obrigações, deveres e condicionamentos aplicáveis.
§ 2o Os sistemas de tecnologia de informação e comunicação destinados às atividades previstas nos incisos I e II do caput são considerados estratégicos para fins de contratação de bens e serviços relacionados a sua implantação, manutenção e aperfeiçoamento.
§ 3o A implementação da rede privativa de comunicação da administração pública federal de que trata o inciso I do caput consistirá na provisão de serviços, infraestrutura e redes de suporte à comunicação e transmissão de dados, na forma da legislação em vigor.
§ 4o O CGPID definirá as localidades onde inexista a oferta adequada de serviços de conexão à Internet em banda lagra a que se refere o inciso IV do caput.
Art. 5o No cumprimento dos objetivos do PNBL, fica a TELEBRÁS autorizada a usar, fruir, operar e manter a infraestrutura e as redes de suporte de serviços de telecomunicações de propriedade ou posse da administração pública federal.
Parágrafo único. Quando se tratar de ente da administração federal indireta, inclusive empresa pública ou sociedade de economia mista controlada pela União, o uso da infraestrutura de que trata o caput dependerá de celebração de contrato de cessão de uso entre a
TELEBRÁS e a entidade cedente.
Art. 6o A Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, de acordo com as competências estabelecidas pela Lei no 9.472, de 16 de julho de 1997, implementará e executará a regulação de serviços de telecomunicações e da infraestrutura de rede de suporte de conexão àInternet em banda larga, orientada pelas seguintes diretrizes:
I - promoção da concorrência e da livre iniciativa;
II - estímulo a negócios inovadores que desenvolvam o uso
de serviços convergentes;
III - adoção de procedimentos céleres para a resolução de conflitos;
IV - obrigatoriedade do compartilhamento de infraestrutura;
V - gestão de infraestrutura pública e de bens públicos, inclusive de radiofreqüência, de forma a reduzir os custos do serviço de conexão à Internet em banda larga; e
VI - ampliação da oferta de serviços de conexão à Internet em banda larga na instalação da infraestrutura de telecomunicações.
Parágrafo único. Na execução das medidas referidas neste artigo, a ANATEL deverá observar as políticas estabelecidas pelo Ministério das Comunicações.
Art. 7o Ficam remanejados da Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para o Gabinete Pessoal do Presidente da República, a fim de atender às necessidades da Secretaria-Executiva do CGPID, dez cargos em comissão do Grupo-
Direção e Assessoramento Superiores - DAS, sendo cinco DAS 102.4, um DAS 102.3 e quatro DAS 102.2.
Parágrafo único. O Anexo II ao Decreto no 6.188, de 17 de agosto de 2007, passa a vigorar na forma do Anexo a este Decreto.
Art. 8o Os arts. 3o e 4o do Decreto no 6.948, de 2009, passam
a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 3o......................................................................................
I - Casa Civil da Presidência da República, que o presidirá;
II - Gabinete Pessoal do Presidente da República;
III - Secretaria de Comunicação Social da Presidência da
República;
IV - Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da
República;
V - Ministério das Comunicações;
VI - Ministério da Ciência e Tecnologia;
VII - Ministério da Educação;
VIII - Ministério da Cultura;
IX - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão;
X - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior;
XI - Ministério da Saúde; e
XII - Ministério da Fazenda.
............................................................................................" (NR)
"Art. 4o ....................................................................................
........................................................................................................
Parágrafo único. O CGPID terá uma assessoria técnica permanente, vinculada à Secretaria-Executiva." (NR)
Art. 9o O Decreto no 6.948, de 2009, passa a vigorar acrescido
dos seguintes dispositivos:
"Art. 5o-A. O CGPID deliberará mediante resoluções, por maioria simples, cabendo ao seu presidente o voto de qualidade.
Art. 5o-B. Serão grupos temáticos do CGPID, sem prejuízo de outros que venham a ser fixados no regimento interno:
I - Grupo Temático de Infraestrutura e Serviços de Telecomunicações, coordenado pelo Ministério das Comunicações;
II - Grupo Temático de Aplicações, coordenado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão;
III - Grupo Temático de Conteúdo, coordenado conjuntamente pelos Ministérios da Cultura e da Educação; e
IV - Grupo Temático de Política Industrial, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, coordenado conjuntamente pelos Ministérios
do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Ciência e Tecnologia." (NR)
Art. 10. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 11. Fica revogado o art. 8o do Anexo ao Decreto no 2.546, de 14 de abril de 1998.
Brasília, 12 de maio de 2010; 189o da Independência e 122º da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Paulo Bernardo Silva
Jose Artur Filardi Leite
Fonte: Telesíntese, 13/05/2010
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/Hy6c7aKWjhA/enfim-publicado-o-decreto-sobre-o-pnbl.html
No plano de banda larga ainda sem plena formalização pelo governo, ordenou a Anatel hoje (05/05), que dentro de um ano implemente 20 medidas regulatórias, que fomentem a concorrência no setor e conseqüente redução dos preços aos consumidores finais.As medidas citadas por Cezar Alvarez - assessor especial para inclusão digital - são as mesmas previstas pela minuta do decreto presidencial.Entre elas podemos citar:Deverá ser ampliada a capacidade do backhaul ofertado pelas concessionárias fixas, além de ampliar o número de localidades atendidas;
Leilões de freqüências que priorizem a cobertura do serviço, ao invés do preço a ser pago pelo governo;
Exigência de contrapartidas em equipamentos e tecnologias nacionais na venda de freqüências;
Acelerar o leilão da banda de 450Mhz para as áreas rurais;
Adotar medidas de compartilhamento das redes;
Lançar o leilão da banda de 3,5Ghz;
Regular o Operador Móvel Virtual (MVNO).
Conforme Alvarez, algumas dessas medidas já estão sendo executadas pela Anatel e outras, para médio e longo prazo, serão antecipadas.
Só não vou comemorar alguma atitude ágil, porque elas estão atrasadas.
Fonte: TeleSintese, 05/05/2010
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/oSY4BumYo_w/anatel-bancando-jk.html
É fato que privatizar leva melhorias em qualidade, otimização, eficiência e avanços aos consumidores, pode-se alegar que também causam exclusão de muitos usuários, devido a falta de controle e fiscalização do Estado. Pois ocorrem abusos de poder econômico e dos setores recém privatizados, os valores dos serviços e produtos podem disparar sob alegações como adequação de produtos, implantação de tecnologia ou expansão.Esse é um fatores mais claros da atual situação da internet no Brasil, onde o governo privatizou o serviço de telefonia, facilitando o acesso de muitos novos clientes aos sistema, melhoria no serviço e maior disseminação. Em contrapartida criou um monstro que agora quer ditar as leis aos novos patamares que os usuários querem galgar, resumindo o governo tem a maior parcela de culpa pela criação de monstros que depois exigem mais coragem para combater.A banda larga hoje é ineficiente, atinge apenas 3,1% dos lares, é 10 vezes mais cara que em países desenvolvidos, os brasileiros gastam aproximadamente 4,85% de suas rendas mensais no serviço, é vendida com propagandas falsas e serviços ordinários, ou seja, o que se entrega não é o que se vende, e o controle do governo onde fica? A fiscalização para no momento que se verifica que o imposto que o setor recolhe é mais gratificante ao governo que um serviço decente a população.Por outro lado, o governo não faz sua parte nos investimentos em infraestrutura em todo país, pois é um setor que não para de evoluir, e o trabalho nunca deve parar, deve pelo menos acompanhar o crescimento do exterior, sob risco de sempre ser rotulado como subdesenvolvido.Fonte: CEEMA, 03/05/2010
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/Z5TfLPsNKzk/desde-as-privatizacoes.html
Isso mesmo... como já havia citado antes, a melhoria da banda larga está intimamente ligada a economia do país, reflexo de melhores e mais ágeis comunicações e troca de dados.
Baseando-se naqueles exemplos de pequenos armazéns e "bolixos" que se encontram nas margens das estradas e não raras vezes, em entroncamentos destas, indiferente do estado das mesmas. Encontram-se até hoje agrupamento de pessoas, uma pequena igreja, um cemitério, algumas casas, porventura uma tenda na beira da estrada, com um pouco de sorte um posto bancário, posto de saúde ou mesmo uma autarquia municipal. O que leva as pessoas a ocuparem esses lugares? Acredito que fora algumas exceções, ninguém tinha como sonho ou objetivo de vida ir morar lá, mas as contingências as fizeram ir, e é claro, melhor que seja um lugar que possa ser encontrado facilmente através de referências rodoviárias, ferroviárias e hidroviárias.
Não poderíamos usufruir de uma bela Ferrari em estradas de chão, ruas calçadas ou mesmo em asfaltos ondulados, teríamos uma belo prejuízo no primeiro quebra-molas. Esse é o mesmo caso de nossa atual banda larga, não temos acesso rápido a informação, impossibilitando nossa instrução plena como a divulgação plena de ideias e recursos novos. Acredito que um bom 486 iria parecer uma Ferrari devido à qualidade da banda larga vigente.
Demonstro que quando existem condições, as pessoas, negócios e consumidores se adaptam a elas, e é sempre mais fácil quando existe estrutura e boas perspectivas. No Brasil temos micros poderosos, memória RAM sobrando, HD´s gigantes, telas touchscreen e widescreen, webcam´s com milhares de pixels, mas nossa conexão com o mundo ganha em qualidade de sinais de fumaça e de telégrafos por alguns detalhes. Esse é o momento que vivemos no Brasil, quando há uma possibilidade de termos uma banda larga a altura do tamanho e potencial deste país e de nossos recursos.
Quantos projetos, sonhos, tecnologias, demandas, gênios e desenvolvimento nos esperam se tivermos uma banda larga adequada. As possibilidades fogem da minha capacidade criativa, e de muitos dos leitores tenho certeza que também. Todos conheceram de alguma maneira o empreendimento Vale do Silício na década de 50, e sua industrialização no início dos anos 90, pois ele está presente em muitas das nossas casas atualmente, seja através de computadores, relógios digitais, celulares, programas e etc..
Se houver uma realização plena dos investimentos prometidos pelo governo, estaremos "startando" na direção de poder produzir e empregar milhões de pessoas, desde que adequadamente capacitadas. Cita-se como prognóstico para os próximos anos, que vamos precisar de 140 mil especialistas na área de TI, o que gera uma tremenda expectativa nessa área. Problema que a previsão para ampliação da banda larga era para 2010, e já se fala em 2011.
Resultado que todos perdem, a atual geração perde, a juventude perde pela falta de incentivo inerente a uma infraestrutura adequada, resultado, o Brasil perde.
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/gpltwAzoKFI/banda-larga-ajuda-economia-crescer.html
Na última semana a Oi apresentou seu plano de participação ao PNBL.Está ocorrendo um temor das teles pela possível criação pelo governo de uma estatal de banda larga, que seria um impacto nos fundamentos das empresas de telecomunicações, pois muito da preservação das suas empresas passa pela banda que ofertam hoje.O maior temor é que a estatal pudesse ter algumas regalias do governo a tornando muito competitiva em relação as concorrentes, a nível de preços do serviço para as residências e empresas.Embora as teles não participem oficialmente da discussão do PNBL, coisa que só acontecerá após a divulgação da proposta do governo e aprovação das diretrizes básicas. As atuais fornecedoras do serviço, contestam a propaganda do governo que ameaça monopolizar o mercado através do backbone (rede onde pulsa os dados de internet) com seus 31 mil km de fibras da Eletronet mais as das estatais Petrobrás e elétrica. Pois essa rede é menor que o da Telefônica e seis vezes menor que o da Oi.As teles têm a plena certeza que o PNBL só é possível passando por elas, pois possuem uma grande capilarização em quase todo o território. Reclamam que o próprio governo emite sinais contraditórios e ameaça de implantar o sistema sem as teles, coisa impraticável, pois teria que criar uma capilarização maior que a disponível hoje na rede de telefonia.Técnicos do governo demonstraram que usando o backbone estatal, não serão abrangidos perto de mil municípios no território nacional, estando fora do alcance.A Oi apresentou uma proposta para colaborar (ao seu modo) ao PNBL, num valor próximo do governo - R$35,00 - desde que o acesso aos recursos de fundos setoriais e desonerações fiscais.Isso indica não só a intenção da Oi de participar do processo, mas também neutralizar os planos do governo de criar uma estatal de banda larga, seja Telebrás ou qualquer outra.A proposta do governo já fez as empresas modificarem seus preços a outros patamares no fornecimento do serviço, mesmo com desoneração e recursos de fundos.Algumas teles já cobram R$49,90 por 1Mbps, embora a Oi cobre R$109,00, que somado ao valor da assinatura básica da telefonia fixa chega a R$150,00. Mesmo sem os impostos que incidem sobre o serviço (43% pelas contas da Telebrasil), e sem esse tributo iria a R$85,00, ainda um valor muito distante da proposta de R$35,00 do governo.Rogério Santanna, do grupo técnico do PNBL, cita que as teles só se movimentam quando pressionadas, ou quando a Esplanada se mexe, fora disso continuam na zona de conforto.Um dos grandes problemas da implantação do PNBL passa pela falta de competitividade na maior parte dos municípios do Brasil. A teles estão muito a vontade e capazes de colocar sua vontade acima da necessidade de crescimento e desenvolvimento das capacidades brasileiras, uma afronta ao governo e as instituições democráticas.Por exemplo, a Net e GVT travam uma batalha competitiva, e nas cidades onde estão instaladas os preços são melhores aos consumidores, o serviço é menos suscetível a falhas e tende a eficiência, pois os deslizes são pagos com a perda de clientes.A fraqueza da Anatel em lidar com as grandes empresas se reflete na audácia das teles e o entrincheiramento na zona de conforto.Na europa, o fortalecimento dos órgãos reguladores e a imposição de regras rigidas, fez com que as empresas se adequassem e entrassem nos eixos. No Brasil o sucesso do PNBL passa pelo upgrade da Anatel, que fiscalizará o pós plano, metas, regras e penalizações.Se pergunta porque os acionistas das teles não demonstram definição nas estratégias e defesa dos interesses da sociedade brasileira, num serviço que deve ser tratado como básico e direito do cidadão.
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Embora existam 'n' limitações para que os setores farmacêuticos possam aderir ao comércio eletrônico, também tem a possibilidade de explorar as gamas de produtos não proibidos de serem vendidos sem receita ou indicação médica, à exemplo de cosméticos, perfumaria, produtos homeopáticos, suplementos alimentares e outros.Segundo o Julio M. Neto (vice-superintendente) da rede de Farmácias Panvel, o e-commerce é possível e já é praticado na rede.Cita as facilidades e amplidão do e-commerce, como a possibilidade de descrever em pormenores os produtos, colocar fotos e funcionalidades, nem sempre realçadas pelos balconistas nas lojas físicas.A rede pretende vender perfumes de valor agregado mais alto ou mesmo cosméticos Classe A, dentro da linha de produtos que identifica a marca.Segundo Julio, a loja virtual se torna viável pela situação atual da economia, onde há um crescimento de renda e consumo generalizado, que permite maior acesso e circulação desses produtos.Cita como um dos componentes dessa demanda, o crescimento do número de acessos a internet e a banda larga, bem como melhor preço dos computadores. Fonte: Jornal Zero Hora, 11/04/2010.
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O Brasil encontra-se em 38º lugar entre 42 países, no acesso da população a serviços de conexão de alta velocidade à internet. E governo e operadoras continuam sem pontos em comum, conforme demonstrado na audiência pública sobre o PNBL, que se realizou na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, no dia 30/03/2010.No final das contas o governo terá que ocupar os espaços que não interessam as operadoras por falta de atratividade. Existem apenas 184 municípios brasileiros com concorrência nos serviços de banda larga. E o governo terá que agir para mudar esse cenário, pois se encontram no limbo cerca de 43 milhões de brasileiros.O governo tem internamente uma luta a se travar, que será a desoneração ou redução dos impostos sobre os serviços e equipamentos relativos ao PNBL, visto que existe poucos equipamentos nacionais, embora exista ampla capacidade intelectual e recursos para exploração e desenvolvimento de tecnologias.Segundo Luiz Henrique da Silva, da TelComp. Os planos de banda larga são tímidos e já encontram-se desatualizados. Citando no dia 08/04/2010 perante a Comissão, números de países como a Suécia, Japão e França que a velocidade de banda é estimada em torno de 1Gbps para o ano de 2010. Também citou que quanto menor a banda paga pelo usuário, mais cara esta é, em contrapartida os grandes consumidores de banda pagam preços relativamente irrisórios. Colocando como uma meta relativamente modesta mas necessária, de 20 a 50Mbps em áreas rurais, que demandam acompanhamento de preços de commodities para executarem negociações mais interessantes. Luiz Henrique também cita como primordial, o estabelecimento de metas, visto que o que se tem feito até o momento não estabelece datas nem volumes razoáveis, ficando um achismo e passível de relaxamento no cumprimento do PNBL, além de formação de medidas eficazes nos intuito de regular o mercado formado de empresas pouco interessadas no crescimento da capacidade e aumento da abrangência da banda larga, mas mais focadas no lucro, planos e preços abusivos.
A falta de urgência irá se refletir no tempo, pois estarão sendo limitadas a plena capacidade, criatividade e crescimento das ramificações que a internet propicia, nos deixando no 3º mundo na internet.Fonte: www.camara.gov.br, 08/04/2010.
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Segundo o Ibope, 67,5 milhões de brasileiros acessaram a internet no 4º trimestre de 2009, sendo que deste número, 47 milhões acessam de casa ou do trabalho.
Essa contagem contabilizou residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros, considerando brasileiros com mais de 16 anos de idade ou mais.
Representou um aumento de 1,7% em relação ao 3º trimestre de 2009 e 8,2% em relação ao 1º trimestre de 2009.
Continuam no topo dos sites mais acessados, os sites buscadores, portais e comunidades, sendo que 34,7 milhões de usuários se fizeram presentes nestes meios.
Fonte: Ibope, 31/03/2010.
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Rogério Santanna, Secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento afirmou que as operadoras de telefonia privadas e que atuam no Brasil estão mostrando dificuldades em formarem parcerias no PNBL juntamente ao governo, pelo simples motivo de não desejarem a ampliação da banda larga no país e assim dividir os lucros, sofrerem novas regulamentações e concorrência de preços.A banda larga traz um novo paradigma ao setor, que é acabar com a cobrança pela distância e por tempo. " A internet traz a mudança de paradigma, e altera o mercado de voz, principal responsável pela receita das operadoras brasileiras", assinalou Santanna. O secretário diz que as operadoras faturaram em 2008 R$ 177 bilhões, sendo que R$ 100 bilhões e apenas R$ 34 bilhões com os serviços de dados. "Esses números demonstram o desinteresse das operadoras em migrar para a rede de alta velocidade", completou.Segundo Santanna, o governo continuará e desenvolverá política para acelerar a concorrência.Fonte: Teles.Síntese, 30/02/2010.
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Liminar veta propagandas de internet banda larga por serem enganosasNesta última terça-feira (23/03), a Justiça Federal considerou enganosas as ofertas de banda larga veiculadas na imprensa pelas operadoras Oi, Telefônica, Net São Paulo e Brasil Telecom.Resultado de uma Ação Pública Civil movida pelo IDEC (Inst. de Defesa do Consumidor), após pesquisa realizada em maio/08, que expôs diversas irregularidades no setor.A medida obriga as operadoras a veicular "que a velocidade de acesso de tráfego na internet é a máxima virtual, podendo sofrer variações decorrentes de fatores externos".As mudanças se não obedecidas acarretam multa de R$5.000/usuário/dia.Importante 1: a ação prevê que o usuário deve pagar apenas pelo serviço utilizado, ou seja, proporcional à velocidade de fato, podendo rescindir contrato, sem multa, ou pedir a devolução de valores pagos a mais, no caso de entrega de velocidade menor que a contratada.Importante 2: a medida também obriga a exclusão da cláusula contratual das operadoras que exime as empresas da responsabilidade de cumprir a oferta de velocidade de acesso a rede. Sugerindo que tal cláusula seja substituida por outra que especifique a real banda larga oferecida a ser entregue ao consumidor.Fonte: Infomoney.
Salve o IDEC... a muito tempo esperamos um pouco de senso de justiça nesse setor, no meu exemplo tenho contratada a banda de 1,5Mbps, mas não chega nisso nunca, e oscila nos 0,8 a 1,3Mbps... negócio é começar a anotar as velocidades, pois se demandar uma ação futura é bom começar a guardar esses registros de velocidade.Como sugestão, nesse blog você encontrará um relógio de medição de velocidade com capacidade de gerar um relatório em PDF a cada 10 medições, facilitando o seu controle. As coisas só começam a mudar a nossa volta quando nós mesmos mudamos nosso modo de ser.
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/6JhKfUa3pgE/velocidade-de-internet-nossa-de-cada.html
Os EUA vão gastar US$ 16 bilhões com o plano de banda larga."O plano nacional de banda larga é a autoestrada do século 21 para incentivar o crescimento econômico, criação de trabalho, educar nossas crianças, proteger os cidadãos e fortalecer a democracia", frase do presidente da FCC, Julius Genachowski.Os norte-americanos tem planos de levar os 100Mbps para toda a população, mas não tem detalhes para divulgar. Entre as metas, além da ampliação do canal de BL, também é diminuir os custos, através da revisão dos preços da oferta de atacado das operadoras e o subsídio cruzado (taxa de acesso especial) que existe desde longa data para as operadoras de longa distância.O fundo de universalização, que subsidia hoje os serviços de voz (com US$4,6 bilhões/ano) migrará para Fundo para a América Conectada, com recursos de US$15,5 bilhões. Todos os provedores que fizerem uso desse fundo, terão obrigação de ofertar velocidade mínima de 4Mbps.Até a conclusão desse projeto, espera-se o consumo de cerca de US$ 25 bilhões, que passará pela autorização do congresso americano para sua efetiva disponibilidade.Fonte:www.telesintese.com.br, 16/03/2010
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As grandes lojas varejistas e produtoras de marca própria, começaram a coordenar a padronização das medidas de roupas no Brasil, e em breve estarão a todo o vapor na internet, vendendo suas confecções em todo o território brasileiro.As lojas Marisa, C&A, Renner, Cantão, Redley, Osklen e Checklist estão apostando em suas lojas virtuais.Atualmente o cenário disponível para venda de vestuário pela internet ainda parece algo de outro mundo para os brasileiros, visto que sofremos com constantes discrepâncias nos tamanhos das roupas baseando-se apenas na etiqueta. Quando um M vira um G, ou pior, um GG é um M. Além do risco da roupa encolher na primeira lavada, coisa que não é evitado nem quando se vai a loja pessoalmente para provar a peça.As grandes lojas veem um futuro promissor na web, com grande possibilidade de crescimento no nicho, além da conquista de novos e fiéis clientes a marca.O segmento de moda e acessórios registrou um crescimento de 108% na variação de pedidos na comparação de outubro de 2009 com o mesmo período do ano anterior. O faturamento do varejo de moda no e-commerce obteve alta de 115% apontado pelo e-bit. Demonstrando que esse mercado só tem a crescer, ainda mais se comparado ao modelo americano.Nos EUA já é um costume arraigado a compra de vestuário pela internet, e além disso foi uma mola propulsora a adesão de novos usuários da rede. Aqui, um dos principais desafios é convencer o cliente a não precisar apenas do ponto de venda, onde ele tem contato com o produto. A padronizaçãoÉ outro grande obstáculo para a indústria de moda brasileira, perdendo competitividade, oportunidades no mercado internacional e clientes. Quem não lembra dos catálogos impressos que chegavam pelas nossas caixas de correspondência e traziam produtos bonitos na foto, mas um mistério a desvendar cada vez que vinha o produto encomendado. Nessa ocasiões até me atrevi comprar um tênis, para logo após confirmar a falta de padronização através de um calo no pé.É pensando nisso que a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) está definindo a novas normas de medidas juntamente a Abravest (Associação Brasileira de Vestuário), a iniciar pelas meias. Serão analisados vestuários masculino e feminino, além disso, desde julho de 2009 está sob consulta pública o projeto para normatizar as peças infantis.É a hora certa para buscar a padronização que será imposta, pois depois todos estarão aptos a venderem das maneiras que mais lhe convierem, inclusive pela web. Fonte: Mundo do Marketing
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Não Compre Tartaruga por Lebre
By Alexandre Cruz Almeida
Por algum insondável problema técnico, minha última coluna, publicada nessa sexta-feira, 23 de janeiro, não apareceu na versão on-line do jornal. Aqui vai ela, na íntegra.
Afinal, a que velocidade você realmente navega? Seu provedor pode estar lhe cobrando por um acesso de 256k ou 512k, mas será isso o que você está de fato obtendo?
Não há como ter certeza, mas podemos chegar perto.
Uma solução são os sites que testam a velocidade de sua conexão. O teste é relativamente simples: eles fazem o download de um programa pequeno para o seu computador (em geral, 300k) e medem quanto tempo a transferência leva para se concluir.
Utilizei alguns desses sites para medir a velocidade da minha conexão. Segundo o Velox, ela deveria ser de 256k, mas obtive:
http://super.sisgel.com/medidor.asp - 286k (Indicação não confiável, velocidade maior que a contratada)
http://www.maclink.com.br/teste.html - 205k
http://www.ip2.com.br/home/content/ip2/bandalarga - 183k
A situação fica ainda pior quando levamos em consideração que o teste foi realizado em uma madrugada, de domingo pra segunda.
Quando o Velox me vende um plano de conexão a 256k, essa é a velocidade nomimal de conexão. Quer dizer, pago R$83 por mês à Telemar, que investiu meu rico dinheirinho em tecnologia de ponta para garantir que minha conexão atinja e, de preferência, mantenha, essa velocidade de 256k, mesmo nos horários de pico.
Em horários mais tranqüilos, como na madrugada de domingo pra segunda, com menos gente utilizando banda, a velocidade poderia ser até maior, pois a demanda é baixa.
Mesmo assim, você poderia pensar, não fiquei muito longe da velocidade contratada, certo?
Errado.
Testes como esses são bons guias para se ter uma idéia da qualidade de sua conexão, mas eles medem somente a velocidade de download.
Naqueles dias em que você precisa baixar um programa de 14MB, ou aquele filme gigantesco que um amigo quer lhe passar, a velocidade de download é fundamental. Mas, convenhamos, você não fica o tempo todo na web baixando arquivos: você fica navegando.
Qual é então a sua velocidade de navegação?
Aí é que a coisa fica ainda pior.
O Numion realiza uma navegação simulada por 40 sites (do Brasil ou do mundo) para tentar determinar a que velocidade você, de fato, navega. Os resultados são deprimentes.
Na mesma madrugada ociosa, quando o aproveitamento deveria ser o melhor possível, minha velocidade real de navegação não passou de 80k.
Hora de juntar os aldeões, acender as tochas e subir a colina para queimar o Velox, o Virtua, o Speedy e quem mais vender falsa banda larga?
Ainda não.
Infelizmente, como falei no começo, essas coisas são difíceis de medir.
Vários fatores influenciam sua velocidade de download e de navegação, desde os mais alheios (engarrafamento da rede, localização do site ou quantidade de usuários conectados) até os mais pessoais (quantidade de janelas abertas no momento da medição ou capacidade de processamento da sua máquina).
Conversei com Horácio Belfort, presidente da ABUSAR (Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido), cujo objetivo é melhorar a qualidade dos serviços de acesso à Internet por banda larga.
A velocidade de conexão oferecida pelas operadoras de telecomunicações sempre foi bastante inferior ao que prometiam em suas propagandas e contratos. O consumidor, como de costume, ficava sem pai nem mãe: a irregularidade era difícil de comprovar e, mesmo feita a reclamação, provedores e operadores de telefonia jogavam a culpa um no outro até que o usuário desistisse.
Aos poucos, a ABUSAR vêm conseguindo obter provas técnicas de irregularidades no setor, bem como de acertos ilegais (leia-se cartelização) entre provedores e operadoras de telecomunicações para extorquir o consumidor.
Segundo Belfort, a falta de normatização impede um cálculo preciso da velocidade de conexão dos usuários. Além disso, os medidores dos provedores tendem a indicar maior velocidade para os seus usuários, e menores para os dos concorrentes. Uma boa recomendação é checar a página de medidores da ABUSAR, onde estão listados alguns dos melhores sites e softwares que realizam esse cálculo.
Então, o que fazer?
O conselho de Belfort é simples: teste a sua velocidade de download tanto nas horas tranqüilas quanto nas horas de pico. Anote as velocidades encontradas. Se os números forem consistentemente menores do que sua velocidade de conexão contratada, reclame com sua operadora e anote o número da ocorrência.
Faça questão de ressaltar que vai reclamar com a Anatel em seguida. As operadoras têm pânico da Anatel. Em muitas delas, basta o cliente mencionar o nome da Anatel para ser direcionado para um setor diferente, onde receberá maior prioridade no atendimento.
Espere um pouco para ver se o problema se resolve. Se não, pegue todas as evidências que coletou (horários, velocidades, números de ocorrência) e leve tudo para a Anatel.
Me obriguei e publicar na íntegra o excelente artigo do Alexandre Almeida, que mostra uma realidade brasileira, onde os serviços não condizem com o contratado, ao estilo político brasileiro, as promessas são diferentes das ações... tristemente comprovado.
No lado direito do blog, você encontrará um testador de velocidade de conexão, e se quiser olhar mais, já foi publicado em post anterior dados sobre o teste nacional de qualidade de banda larga.
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A palestra de um dos visionários do e-commerce.
http://feedproxy.google.com/~r/blogspot/UKEY/~3/qRZUJpLeSxo/criador-do-mercado-livre-no-campus.html
O Campus Party acontece pela 3ª vez no Brasil. O evento foi criado na Espanha, onde acontece desde 1997 na cidade de Valência.
Objetiva reunir os internautas no mundo real, estudantes, profissionais de comunicação e das demais áreas envolvidas em palestras, workshops, exposições e competições, além de apresentar novidades do mundo virtual e da tecnologia.
O modelo de evento nasceu das LAN Parties, eventos europeus sazonais que a mais de 10 anos reunem grupos de pessoas para jogar games multiplayer numa rede local (LAN).
O formato espanhol é o mesmo tipo do brasileiro, onde uma mega estrutura é preparada para receber os campuseiros, que levam seus equipamentos para aproveitar ao máximo a experiência da banda larga turbinada oferecida.
Considerado o maior evento do mundo e que engloba comunicação, inclusão digital, artes, tecnologia e jogos eletrônicos. Dispõe de conexão de banda larga de desejados 10gb, com tecnologia desenvolvida exclusivamente para o evento e sem versão comercial.
Inscritos chegaram a 6.000, sendo 75% homens e 25% mulheres.
Estima-se de 10 a 12 mil pessoas circulando por dia na arena, entre visitantes, imprensa, blogueiros, profissionais de várias áreas e é claro, olheiros de empresas.
Foram necessários 900 profissionais para a organização do evento, 40km de cabos de rede e 20km de fibra ótica, 700 horas de programação divididas em criatividade (35,4%), inovação (34,1%), entretenimento (19.8%) e ciência (10,6%).
Mais uma chance de capacitação dos usuários exigentes de internet, que almejam a algum tempo, dispor de uma conexão rápida, barata e constante em suas residências e trabalhos, coisa que não é realidade no Brasil atualmente, tanto que a Anatel em 2009 registrou 1,5 milhões de reclamações de usuários das telecomunicações devido ao atendimento e serviços vergonhosos prestados, numa total falta de respeito aos clientes.
Uma afronta aos planos de negócios na e para a rede e que envolvam o encurtamento das distâncias através dos alardeados meios acessíveis para comunicar-se.
Fonte: TV Cultura
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Pelo o que aconteceu no e-commerce em 2009, podem ser traçadas algumas estimativas e previsões para 2010, embora nesse meio dinâmico tudo pode vir a acontecer, ou alguma direção que já tenha sido tomada. Mas como naturalmente pelo know-how, serão cada vez mais rápidas as mudanças, demandando menos tempo para decisões e participações.
Está para acabar aquela história de que alguém da família, um funcionário desqualificado ou um programador de PHP são os responsáveis pela loja virtual ou página da empresa. Todos sem conhecimento de marketing digital, de abordagem e de políticas de venda e e-commerce. A demanda por profissionais da área é crescente, e a tendência é irreversível, salvo casos de futuros prejuízos e falta de assessoria na área.
Os consumidores estão ficando mais exigentes e cuidadosos, facilitando a vida para os vendedores sólidos, que fornecem informações e praticam o pós-venda. Além de uma regra, as possibilidades de formas de pagamento terem um leque amplo de possibilidades.
Os consumidores reforçam as lojas estruturadas, mas também pesquisam os preços e variedades, e podem tranqüilamente optar por vendedor com garantias de entrega, preço agradável e mais perto de seu domicílio, abrindo possibilidades aos comerciantes de qualquer localidade adentrarem ao e-commerce.
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